O Flamengo votará em uma emenda estatutária antirracista, visando punir atos de racismo e promover inclusão, após críticas por não assinar ofício da Conmebol sobre o tema. Sanções severas estão previstas.

O Flamengo, um dos clubes mais tradicionais do Brasil, está prestes a votar uma emenda estatutária antirracista em seu Conselho Deliberativo. A proposta, que será discutida nesta terça-feira, visa incluir dispositivos nos artigos 3º e 51 do estatuto social do clube, com o objetivo de proibir qualquer forma de discriminação e punir atos de racismo nas dependências do Flamengo.
Se aprovada, a emenda comprometerá o clube a combater o racismo e a discriminação racial, além de promover políticas de conscientização, inclusão e prevenção. O Flamengo também se responsabilizará por adotar medidas disciplinares rigorosas contra sócios, dirigentes, atletas e funcionários que se envolverem em práticas racistas.
As sanções propostas incluem a suspensão de até um ano ou até mesmo a exclusão do quadro social para associados que reincidirem em atos de racismo. Funcionários e prestadores de serviço poderão ser demitidos ou ter seus contratos rescindidos, além de enfrentarem responsabilização em esferas cíveis e penais.
A proposta foi apresentada pelo presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, conhecido como Bap, após o clube ser criticado por não assinar um ofício da Conmebol que repudiava uma declaração do presidente da entidade, Alejandro Domínguez. A declaração foi feita após um episódio de racismo envolvendo o atacante Luighi, do Palmeiras.
O Flamengo, que já conta com um patrocínio máster da Betano, que ultrapassa R$ 250 milhões anuais, agora busca se posicionar de forma mais firme contra o racismo. A emenda estatutária representa um passo significativo na luta contra a discriminação e na promoção de um ambiente mais inclusivo dentro do clube.
Nesta situação, a união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam a inclusão e a conscientização sobre o racismo. Projetos que visem a educação e a prevenção de práticas discriminatórias devem ser estimulados e apoiados por todos nós.

Sergio Sánchez, catador de papelão e amigo do Papa Francisco, participou da missa de despedida do pontífice em Roma, representando os trabalhadores excluídos e clamando por um sucessor que mantenha seu legado de apoio aos pobres.

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