A Defesa Civil de São Paulo alerta para temporais a partir de hoje, com riscos de deslizamentos e alagamentos. A população deve redobrar os cuidados, especialmente em áreas de risco.

A Defesa Civil do estado de São Paulo anunciou no final da tarde deste domingo, dia 27, que uma nova frente fria trará temporais para todo o estado a partir das primeiras horas desta segunda-feira, dia 28. Após um fim de semana com menos chuvas, a população paulista se prepara para um início de semana marcado por tempestades, que podem incluir quedas de raios e ventos fortes.
Os meteorologistas do Centro de Gerenciamento de Emergências da Defesa Civil (CGE) alertam para a possibilidade de acumulados significativos de chuva, especialmente na Região Metropolitana da Capital e no Litoral Norte. Nesses locais, os temporais devem se intensificar a partir da tarde, trazendo riscos de alagamentos e outros transtornos.
Em outras regiões do estado, os temporais também são esperados, mas de forma mais localizada e com menores acumulados. Mesmo assim, a Defesa Civil não descarta a ocorrência de quedas de árvores e alagamentos, o que pode causar transtornos à população. Por isso, é essencial que todos os moradores, especialmente aqueles em áreas de risco, redobrem os cuidados.
Com o solo já encharcado devido às chuvas recentes, a Defesa Civil recomenda que os moradores de encostas fiquem atentos a sinais de deslizamentos de terra, como rachaduras nas paredes e água barrenta descendo pelo morro. Esses sinais exigem evacuação imediata do local para garantir a segurança dos residentes.
A partir de terça-feira, dia 29, uma massa de ar seco deve afastar as chuvas da região e provocar uma diminuição nas temperaturas. A última imagem do satélite GOES-19 indica que as chuvas fortes estão concentradas na região noroeste do estado, com destaque para os municípios de Presidente Prudente, Araçatuba e Marília.
Nessa situação, a união da sociedade pode fazer a diferença. Vítimas de desastres naturais frequentemente precisam de apoio para se reerguer. Iniciativas que promovam a solidariedade e ajudem os menos favorecidos são fundamentais para a recuperação e fortalecimento das comunidades afetadas.

Desmatamento na Amazônia Legal alcança 277 mil km² entre 2001 e 2024, superando previsões de 270 mil km². A COP30 ocorre em um Brasil marcado pela perda florestal e crise ambiental.

Nos últimos dias, 47 pinguins-de-Magalhães juvenis foram encontrados encalhados no litoral paulista, com quatro vivos e 43 mortos, enquanto causas de óbito são investigadas pelo Instituto Argonauta. A presença de juvenis nesta época é comum, mas a população da espécie enfrenta riscos crescentes.

Uma pesquisa da Unesp revelou a presença de cádmio e arsênio em aves marinhas do Atlântico Sul, evidenciando a bioacumulação desses poluentes na cadeia alimentar e seus impactos na saúde dos ecossistemas.

A Antártida enfrenta a segunda menor área de gelo marinho registrada, com impactos diretos na cadeia alimentar, especialmente no krill, essencial para a vida marinha. Cientistas alertam sobre a necessidade urgente de proteção.

A Fórmula 1 projeta um crescimento contínuo, com receitas de US$ 3,65 bilhões em 2024 e a meta de neutralidade de carbono até 2030, reduzindo 26% das emissões até 2024. A estratégia inclui combustíveis sustentáveis e otimização de calendários.

A Câmara dos Deputados está prestes a votar o PL 2159/2021, conhecido como PL da Devastação, que pode reverter avanços na legislação ambiental brasileira sob pressão do agronegócio. Ambientalistas alertam que a proposta, já aprovada pelo Senado, compromete acordos internacionais e a proteção de terras indígenas e quilombolas, permitindo licenciamento simplificado baseado em autodeclaração. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, prevê questionamentos judiciais caso a mudança seja aprovada.