A Fuvest lança o programa "Fuvest Escuta" em parceria com o IPUSP, visando apoio psicológico a candidatos do vestibular, devido ao aumento de crises de ansiedade. O programa inclui rodas de conversa virtuais e videoaulas sobre controle emocional.

A Fuvest, responsável pelo vestibular da Universidade de São Paulo (USP), implementará neste ano o programa "Fuvest Escuta", em colaboração com o Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica do Instituto de Psicologia da USP (IPUSP). A iniciativa visa oferecer apoio psicológico aos candidatos, com foco no reconhecimento de sinais de ansiedade e na adoção de estratégias de controle emocional, tanto antes quanto durante a prova.
O projeto foi criado em resposta ao aumento significativo de crises de ansiedade entre os candidatos, identificado em edições anteriores do vestibular. O diretor-executivo da Fuvest, Gustavo Mônaco, destacou que, na edição de dois mil e vinte e cinco, o número de crises foi muito maior do que em anos anteriores, o que motivou a criação do programa.
As atividades do "Fuvest Escuta" incluirão rodas de conversa virtuais, mediadas por psicólogos do IPUSP, com até dez mil vagas disponíveis. A prioridade será dada aos candidatos que se inscreverem primeiro e àqueles que forem isentos da taxa de inscrição. As inscrições para o vestibular começam no dia dezoito de agosto, às 12h.
Após a confirmação da inscrição no vestibular, os candidatos poderão acessar a Área do Candidato para se inscrever no programa. As datas das rodas de conversa ainda não foram divulgadas, mas as discussões abordarão técnicas para reduzir crises em situações de pressão e estratégias para manter a concentração.
Para aqueles que não conseguirem uma vaga nas rodas de conversa, será disponibilizada uma videoaula conduzida pelo psicanalista e professor Christian Dunker, com orientações semelhantes. A professora Maria Moretto, do IPUSP, afirmou que o objetivo é combinar escuta, interação e ensino, além de mapear as condições psicológicas dos participantes para embasar futuras políticas públicas sobre manejo da ansiedade e estresse na vida acadêmica.
Além do programa de apoio psicológico, a Fuvest anunciou outras mudanças para este ano, incluindo um novo projeto gráfico para reduzir a fadiga visual dos candidatos. Essas iniciativas refletem a necessidade de adaptação do vestibular às demandas contemporâneas dos estudantes. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, pois podem fazer uma diferença significativa na saúde mental dos jovens durante períodos de pressão.

Pesquisas revelam que 62% dos jovens brasileiros enfrentam medo do futuro, com 78,5% relatando ansiedade. Apesar disso, 87% acreditam que imaginar o futuro pode ser aprendido, buscando novas formas de existir.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a situação de emergência em cinquenta cidades afetadas por desastres naturais, permitindo que prefeituras solicitem recursos federais. As cidades enfrentam estiagem, seca e inundações, e agora podem pedir apoio para ações de defesa civil, como distribuição de alimentos e kits de higiene.

A LiGuia promove visita mediada à exposição Gabinete Selarón de Curiosidades no Centro Cultural da Justiça Federal. O Bosque Marapendi, revitalizado, e a Vinícola Maturano introduzem novidades que enriquecem a cultura local.

O Programa Água Doce, do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, utiliza tecnologias de dessalinização para garantir água potável no semiárido brasileiro, transformando vidas e promovendo cidadania. A iniciativa visa resolver o problema do acesso à água de qualidade, como relatado por um gestor no Ceará, que agora ajuda sua comunidade a ter água. O podcast “Desenvolve Aí” traz mais detalhes sobre essa política pública.

O mês de junho no Rio de Janeiro foi marcado por eventos culturais e sociais, como o 1º Encontro de Mídias Periféricas, o Festival LED Luz na Educação e a 9ª edição do Rio Refugia, promovendo diálogos sobre educação e inclusão. Essas iniciativas destacam a importância da valorização das vozes periféricas e a transformação social por meio da cultura.

Após trinta anos de sua graduação em ciências biológicas, Débora Regina Machado retorna aos estudos para realizar o sonho de ser médica, agora com o apoio da filha Beatriz e de seus alunos. Ela se matriculou no cursinho Poliedro e se dedica intensamente para conquistar uma vaga em universidades públicas.