O Governo do Distrito Federal lançou uma cartilha sobre o programa "O câncer não espera", que visa acelerar o diagnóstico e tratamento do câncer. A iniciativa da Secretaria de Saúde busca garantir um atendimento humanizado e coordenado, destacando a importância da detecção precoce.

No intuito de esclarecer dúvidas sobre o programa "O câncer não espera", o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Saúde (SES-DF), lançou uma cartilha com orientações que visam ampliar os serviços de consultas, exames, diagnóstico e tratamento. A iniciativa busca garantir um atendimento rápido, coordenado e humanizado para pacientes com suspeita ou confirmação de câncer.
A cartilha destaca a importância de estar atento aos sintomas que podem indicar a doença. Cada tipo de câncer apresenta sinais específicos, que podem ser confundidos com outras condições. A detecção precoce é fundamental, pois aumenta as chances de cura. O material foi elaborado pelo Comitê de Planejamento da SES-DF e traz informações sobre os serviços disponíveis, como triagem oncológica e cuidados paliativos.
Conforme a SES-DF, a triagem oncológica envolve uma avaliação clínica por especialistas, que classificam e encaminham os pacientes adequadamente. A central de regulação unificada garante uma fila única para acesso aos serviços, enquanto os cuidados paliativos oferecem suporte integral e humanizado para aqueles em estágios mais críticos. A ampliação da rede de serviços nos hospitais públicos também é um foco do programa.
O atendimento ao paciente se inicia após a avaliação por um especialista em oncologia em um Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) ou em um Centro de Atendimento Oncológico (Cacon). O tratamento é definido com base no tipo de câncer e nos protocolos clínicos estabelecidos. A cartilha inclui informações sobre exames de imagem e laboratoriais, além de consultas especializadas.
O fluxo de atendimento começa na Unidade Básica de Saúde (UBS), onde é feita a identificação clínica do caso suspeito. O paciente é inserido no sistema de regulação, que avalia sua elegibilidade e realiza o encaminhamento para triagem no Hospital de Base ou na fila do Sistema Único de Saúde (SUS). Após a triagem, o paciente recebe o direcionamento para exames ou atendimento especializado.
Após a conclusão do plano terapêutico, o acompanhamento é realizado por uma equipe multidisciplinar, com retorno à UBS. Em caso de dúvidas, os pacientes devem procurar sua UBS de referência. A mobilização da sociedade é essencial para apoiar iniciativas que garantam um atendimento mais eficaz e humanizado a pacientes oncológicos, promovendo a saúde e o bem-estar de todos.

Fabiana Justus, criadora de conteúdo, compartilhou sua emocionante jornada de superação da leucemia no evento "Retratos do Câncer", destacando a importância da doação de medula óssea e sangue. Ela enfatizou que a doação é um ato simples, mas vital, e relatou a gratidão por seu doador, um jovem de 25 anos dos Estados Unidos. Fabiana, que já está em remissão, usou sua experiência para inspirar outros, incluindo sua avó, que também enfrentou a doença.

Um estudo internacional indica que um programa de exercícios pode reduzir em um terço o risco de morte em pacientes com câncer colorretal. Especialistas acreditam que isso pode transformar o tratamento da doença.

A vacina nonavalente Gardasil 9, disponível na rede privada, oferece proteção adicional contra o HPV, aumentando a eficácia contra câncer. O SUS adotará dose única para ampliar a cobertura vacinal.

A Fiocruz e o Hospital Universitário Professor Edgard Santos (Hupes) lançam o Programa de Treinamento em Autópsias Minimamente Invasivas Guiadas por Ultrassonografia (Amigus), modernizando investigações post mortem. A primeira autópsia foi realizada em junho, promovendo capacitação e avanços na formação médica.

Cresce a preocupação com o aumento do câncer colorretal em jovens, evidenciado pela morte da cantora Preta Gil. Especialistas pedem urgência em programas de rastreamento no Brasil.

A demanda por diagnóstico e tratamento de lipedema aumentou 30% em consultórios dermatológicos, após reconhecimento da doença pela OMS e maior conscientização pública. A dermatologista Adriana Vilarinho destaca que mais de cinco milhões de mulheres no Brasil podem ter a condição sem saber. O lipedema, reconhecido oficialmente em 2019, é frequentemente confundido com problemas estéticos.