Giselly, jovem de Fartura do Piauí, enfrenta a evolução de sua Anemia de Fanconi para Síndrome Mielodisplásica, necessitando urgentemente de transplante de medula em Curitiba. A vakinha visa arrecadar R$ 120 mil para cobrir custos do tratamento.

Giselly, uma jovem de Fartura do Piauí, enfrenta uma batalha contra a Anemia de Fanconi há quatro anos. Essa doença genética rara compromete a medula óssea e a produção de células sanguíneas. Recentemente, após exames realizados em Barretos, foi diagnosticada com Síndrome Mielodisplásica, uma condição mais grave que exige um transplante de medula óssea com urgência.
Para receber o tratamento necessário, Giselly será transferida para Curitiba, onde terá acesso a uma equipe médica especializada. O tratamento, que pode durar até oito anos, implica em custos elevados e contínuos, incluindo moradia, alimentação, medicamentos, exames e transporte para consultas.
Com o objetivo de arrecadar fundos para cobrir essas despesas, foi criada uma campanha de arrecadação com uma meta inicial de R$ 120 mil. Cada contribuição, independentemente do valor, é fundamental para ajudar Giselly a enfrentar essa fase crítica de sua vida.
Além dos custos diretos com o tratamento, a jovem e sua família também precisam lidar com despesas emergenciais que podem surgir ao longo do processo. A situação é desafiadora, mas a solidariedade da comunidade pode fazer a diferença.
Giselly expressa sua gratidão a todos que a apoiam nessa jornada. Ela ressalta que, mesmo quem não puder contribuir financeiramente, pode ajudar compartilhando a campanha, aumentando a visibilidade e mobilizando mais pessoas para a causa.
Nessa situação, a união da sociedade pode ser um fator decisivo para ajudar aqueles que enfrentam desafios de saúde. A mobilização em torno de causas como essa é essencial para garantir que jovens como Giselly tenham acesso ao tratamento necessário e possam continuar lutando por suas vidas.

A família de Millena Brandão enfrenta uma situação crítica, com a jovem lutando contra um tumor no cérebro e complicações cardíacas, além de dificuldades com transporte e alimentação. A comunidade é convocada a ajudar.

A Vakinha lançou a Campanha do Agasalho 2025, com meta de R$ 150 mil, para arrecadar doações que beneficiarão a ONG SP Invisível e a Federação Israelita do Rio Grande do Sul. A iniciativa visa proporcionar conforto a pessoas em situação de vulnerabilidade durante o inverno.

Rachel Apolinário, em tratamento de câncer de colo retal com metástases no fígado, iniciou um novo protocolo de quimioterapia (Folfiri) para reduzir nódulos e viabilizar ablação, que custa entre R$ 50 mil e R$ 60 mil. Ela busca apoio financeiro para o procedimento, que não é coberto pelo SUS, e se compromete a ser transparente com os valores arrecadados.

Angela Ro Ro, de 75 anos, está internada no Rio de Janeiro desde 17 de junho para investigar um possível câncer e passou por uma traqueostomia. Seu advogado pedirá curatela provisória para sua recuperação.

Uma vaquinha foi criada para arrecadar R$ 50 mil mensais, necessários ao tratamento do Pr. André, diagnosticado com Linfoma da Zona do Manto, que exige o medicamento Acalabrutinibe. Sua contribuição é essencial.

Após três meses internada, uma menina diagnosticada com meningite viral enfrenta sequelas como epilepsia e atrofia cerebral. Ela busca apoio financeiro para adquirir itens essenciais à sua qualidade de vida.