Giselly, jovem de Fartura do Piauí, enfrenta a evolução de sua Anemia de Fanconi para Síndrome Mielodisplásica, necessitando urgentemente de transplante de medula em Curitiba. A vakinha visa arrecadar R$ 120 mil para cobrir custos do tratamento.

Giselly, uma jovem de Fartura do Piauí, enfrenta uma batalha contra a Anemia de Fanconi há quatro anos. Essa doença genética rara compromete a medula óssea e a produção de células sanguíneas. Recentemente, após exames realizados em Barretos, foi diagnosticada com Síndrome Mielodisplásica, uma condição mais grave que exige um transplante de medula óssea com urgência.
Para receber o tratamento necessário, Giselly será transferida para Curitiba, onde terá acesso a uma equipe médica especializada. O tratamento, que pode durar até oito anos, implica em custos elevados e contínuos, incluindo moradia, alimentação, medicamentos, exames e transporte para consultas.
Com o objetivo de arrecadar fundos para cobrir essas despesas, foi criada uma campanha de arrecadação com uma meta inicial de R$ 120 mil. Cada contribuição, independentemente do valor, é fundamental para ajudar Giselly a enfrentar essa fase crítica de sua vida.
Além dos custos diretos com o tratamento, a jovem e sua família também precisam lidar com despesas emergenciais que podem surgir ao longo do processo. A situação é desafiadora, mas a solidariedade da comunidade pode fazer a diferença.
Giselly expressa sua gratidão a todos que a apoiam nessa jornada. Ela ressalta que, mesmo quem não puder contribuir financeiramente, pode ajudar compartilhando a campanha, aumentando a visibilidade e mobilizando mais pessoas para a causa.
Nessa situação, a união da sociedade pode ser um fator decisivo para ajudar aqueles que enfrentam desafios de saúde. A mobilização em torno de causas como essa é essencial para garantir que jovens como Giselly tenham acesso ao tratamento necessário e possam continuar lutando por suas vidas.

Família busca ajuda urgente para transferência de mãe com derrame isquêmico, que aguarda atendimento no SUS. Vaquinha foi criada para cobrir altos custos de hospital particular. Ajude!

Estudante brasileira conquista o Sophia Freund Prize em Harvard e inicia doutorado em Cambridge, focando na eficácia dos serviços de saúde mental no Brasil. Ela também mentorará jovens aspirantes a universitários.

Ana Cacimba, cantora e mãe solo, enfrenta dificuldades financeiras para tratar seu filho, que recebeu um pré-diagnóstico de autismo e TDAH. Ela criou uma Vakinha para arrecadar fundos para medicamentos e terapias.

Esther enfrenta um desafio ao cuidar de seu pai, diagnosticado com hepatocarcinoma, que compromete mais de 75% do fígado. A primeira cirurgia visa aumentar o volume do órgão para 30%, com a remoção do tumor prevista em 4 a 6 semanas. O tratamento custará cerca de R$ 300 mil, e a família busca apoio financeiro e orações.

O artista britânico Peter Phillips, cofundador do movimento Pop Art, faleceu aos 86 anos em 23 de junho. Sua família anunciou a criação da Peter Phillips Foundation para apoiar artistas em sua memória.

Família de menino diagnosticado com Distrofia Muscular de Duchenne lança campanha para arrecadar R$ 17 milhões para o medicamento Elevidys, já conseguindo R$ 84 mil com 1,8 mil doações. Lipe, um jovem talentoso e carismático, precisa do tratamento para interromper o avanço da doença que afeta seus músculos. A campanha solidária no site Vakinha é uma esperança para sua recuperação.