O governo brasileiro destinará R$ 2,4 bilhões para adquirir mais de 10 mil equipamentos de saúde, priorizando produtos nacionais e buscando aumentar a produção local de 45% para 50% até 2026. A iniciativa, parte do PAC-Saúde, visa fortalecer a indústria nacional e garantir a segurança na saúde pública.

O governo brasileiro anunciou um investimento de R$ 2,4 bilhões para a aquisição de mais de dez mil equipamentos de saúde, com foco no atendimento básico e em cirurgias. A iniciativa prioriza produtos fabricados no Brasil, permitindo que esses equipamentos sejam comprados mesmo que seus preços sejam de dez a vinte por cento superiores aos importados. A primeira concorrência ocorrerá nesta segunda-feira, 4 de agosto, conforme publicado no Diário Oficial da União.
As compras serão realizadas pelo Ministério da Saúde, através do PAC-Saúde, em conformidade com a Resolução aprovada pela Comissão Interministerial de Inovações e Aquisições do Novo PAC (CIIA-PAC). O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, destacou que essa ação é parte do esforço do governo para fortalecer a economia nacional e o setor de dispositivos médicos.
A margem de preferência, estabelecida pelo Decreto nº 11.889/2024 e respaldada pela Lei nº 14.133/2021, garante tratamento diferenciado a produtos manufaturados no Brasil, desde que atendam aos critérios de nacionalidade definidos pela CIIA-PAC. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, enfatizou a importância de fortalecer a indústria nacional para garantir maior soberania e segurança na saúde pública.
Atualmente, o Brasil produz cerca de 45% das necessidades nacionais em medicamentos, vacinas e equipamentos médicos. A meta do governo é aumentar essa produção para 50% até 2026 e 70% até 2033. O secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do MDIC, Uallace Moreira, ressaltou que a garantia de compras públicas é essencial para estimular investimentos no setor privado.
A resolução inclui a lista de produtos que serão adquiridos, abrangendo equipamentos para atendimento básico e cirurgias, como dispositivos de precisão diagnóstica e terapêutica. As aquisições visam melhorar a eficácia dos atendimentos e integrar digitalmente os serviços de saúde, promovendo a prevenção e o diagnóstico precoce.
Além do PAC-Saúde, outras iniciativas, como o programa Fornecedores SUS do BNDES, que conta com um orçamento de R$ 500 milhões até 2028, também apoiam a indústria brasileira. Projetos como esses devem ser incentivados pela sociedade civil, pois podem impactar diretamente a saúde pública e a economia local, promovendo um ambiente mais favorável para a inovação e a produção nacional.

A UBS 1 do Riacho Fundo I promoveu o “Arraiá da Promoção da Saúde e da Diversidade”, oferecendo vacinação e atividades educativas em um ambiente festivo. O evento integrou diversos serviços de saúde e foi bem recebido pela comunidade.
Neste sábado, 14 de junho, será ativado o sistema Defesa Civil Alerta no Nordeste, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro Waldez Góes, visando salvar vidas. A ação, que ocorrerá em 36 cidades, é um passo importante na prevenção de desastres naturais, preparando a população para receber alertas em tempo real.

Tatyane Luncah, fundadora da Escola Brasileira de Empreendedorismo Feminino (Ebem), já formou mais de 10 mil alunas, gerando R$ 1 bilhão em faturamento. A escola planeja novos cursos e expansão física.

A Prefeitura de Niterói apresentou à Câmara Municipal o projeto "Vida Nova no Morro", que visa transformar 83 comunidades com um investimento de US$ 117 milhões do BID, beneficiando mais de 150 mil pessoas. A iniciativa, liderada pelo arquiteto Sérgio Magalhães, busca melhorias habitacionais e desenvolvimento social, incluindo infraestrutura, saúde e educação, promovendo dignidade e qualidade de vida.

Censo Escolar de 2024 aponta que 6.658 escolas no Brasil carecem de água potável, afetando 744 mil alunos. O projeto "Sede de Aprender" busca soluções para essa crise em junho de 2025.

A chef e restauratrice Danielle Dahoui defende que a equipe deve ser priorizada em um negócio, ressaltando a conexão entre política e gastronomia. Ela criou o projeto social Casa das Chefs para capacitar mulheres no setor.