A Secretaria de Parcerias em Investimentos de São Paulo promove audiências públicas para discutir a concessão de seis parques urbanos, com investimento de R$ 144,7 milhões em melhorias. A participação da sociedade é incentivada.

A Secretaria de Parcerias em Investimentos do Estado de São Paulo agendou duas audiências públicas para discutir a concessão administrativa de seis parques urbanos na capital paulista. O objetivo é aumentar a participação da sociedade na modernização e gestão desses espaços. A consulta pública sobre o tema foi prorrogada até 1º de agosto, permitindo que mais cidadãos contribuam com suas opiniões.
A primeira audiência ocorrerá de forma presencial no dia 16 de julho, às 11h, na sede do Departamento de Estradas de Rodagem, localizada na Avenida do Estado, 777, no bairro Ponte Pequena. A segunda audiência será online, no dia 17 de julho, também às 11h, com transmissão pelo canal do governo no YouTube.
O projeto prevê investimentos de aproximadamente R$ 144,7 milhões ao longo de trinta anos, com R$ 60,4 milhões destinados às melhorias nos primeiros quatro anos. As intervenções incluem requalificação de estruturas, ampliação de áreas de lazer, instalação de equipamentos esportivos e novos serviços para o público.
Os parques que serão contemplados são: Parque da Juventude Dom Paulo Evaristo Arns, Parque Estadual do Belém Manoel Pitta, Parque Ecológico do Tietê – Núcleo Engenheiro Goulart, Parque Vila Jacuí, Parque Maria Cristina Hellmeister de Abreu e Parque Itaim Biacica. Atualmente, esses espaços são geridos pela Coordenadoria de Parques, da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística.
A participação da população é fundamental para garantir que as melhorias atendam às necessidades da comunidade. A modernização dos parques pode proporcionar um ambiente mais agradável e acessível, promovendo a saúde e o bem-estar dos cidadãos.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, que pode se mobilizar para garantir que os recursos sejam utilizados de forma eficaz e que os parques se tornem verdadeiros espaços de convivência e lazer para todos.

O ecoturismo na Bahia, impulsionado por Dalva Marques, cresce após a pandemia, melhorando sua qualidade de vida e gerando renda para outros guias. A empreendedora investe em seu negócio e busca estabilidade financeira.

O 2º Fórum de Finanças Climáticas e de Natureza, no Rio de Janeiro, abordará a necessidade de aumentar o financiamento climático em até US$ 7 trilhões anuais até 2030, destacando a urgência de mobilização de capital privado. A ex-secretária de Desenvolvimento Econômico de São Paulo, Patricia Ellen, enfatiza que os bancos de desenvolvimento devem triplicar seus investimentos para catalisar esse capital. A diretora-executiva do Instituto Clima e Sociedade, Maria Netto, ressalta a importância de reformas no Sistema Financeiro Internacional para facilitar o acesso a recursos internacionais.

O Instituto de Ensino e Pesquisa em Saúde (Iepas) inaugura a Arca, um espaço dedicado ao debate sobre saúde, focando em políticas públicas, inovação e acesso. A iniciativa busca soluções para doenças crônicas e saúde mental.

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, destacou no Senado o lançamento do Sistema de Defesa Civil Alerta e a emissão de mais de 8 mil decretos de emergência, com quase R$ 8 bilhões investidos.

Adolescente é agredida por colegas em escola de Alto Araguaia após recusar compartilhar um doce, com o ato sendo filmado e divulgado nas redes sociais. A violência escolar no Brasil atinge níveis alarmantes, exigindo ações efetivas.

Prêmio Maria Lúcia Pereira suspende seleção para analisar projetos, incluindo cartilha polêmica sobre drogas. O Ministério da Justiça, por meio da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad), interrompeu a seleção pública do Prêmio Maria Lúcia Pereira, que visa reconhecer iniciativas inovadoras na política sobre drogas. A decisão foi motivada pela necessidade de avaliar os projetos submetidos, entre os quais se destaca uma cartilha que orienta jovens sobre como lidar com drogas durante abordagens policiais. A Senad esclareceu que não houve aprovação prévia dos trabalhos e reafirmou seu compromisso com a legalidade, afastando qualquer orientação que possa infringir as leis do país.