O governo do Rio Grande do Sul busca voluntários para acolher 150 animais silvestres resgatados do tráfico, promovendo cuidados e fiscalização estatal. A iniciativa visa ampliar a proteção animal e desafogar centros de reabilitação.

O governo do Rio Grande do Sul está em busca de voluntários para acolher animais silvestres resgatados do tráfico. A iniciativa visa permitir que cidadãos assumam a guarda legal de 150 animais, que foram vítimas de maus-tratos. Entre os resgatados estão Betina e Beatriz, duas macacas-prego que viviam acorrentadas em um porão. Agora, elas recebem cuidados e carinho na casa de Natália, que obteve a guarda legal das macacas.
Os voluntários que desejarem participar devem se comprometer a cuidar dos animais, garantindo que não serão vendidos ou utilizados para reprodução. O estado se responsabiliza pela fiscalização das condições em que os bichos serão mantidos. Os animais continuam sendo considerados patrimônio da fauna brasileira, e a guarda não é uma adoção convencional.
Os interessados não poderão escolher a espécie que desejam acolher, mas poderão indicar a estrutura que já possuem ou que pretendem construir em suas residências. O objetivo do programa é ampliar a rede de proteção aos animais silvestres no estado, além de aliviar a superlotação de zoológicos e centros de reabilitação, que frequentemente enfrentam dificuldades para atender a demanda.
Atualmente, a lista de adoção inclui 150 animais silvestres, e a participação da sociedade civil é fundamental para o sucesso da iniciativa. Natália, por exemplo, já está planejando expandir seu espaço para acolher mais bichos. Essa ação não apenas ajuda os animais, mas também promove uma maior conscientização sobre a importância da proteção da fauna.
A parceria entre o governo e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) é um exemplo de como a academia pode contribuir para a proteção animal. A colaboração entre diferentes setores é essencial para garantir que os animais resgatados recebam os cuidados adequados e possam viver em um ambiente seguro e saudável.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo um ambiente mais seguro para os animais silvestres. A mobilização da sociedade é crucial para garantir que esses seres vivos tenham uma segunda chance e possam viver com dignidade e respeito.

A ONG Florescer, criada por Sofia Moral e Cauã Vilela, mobiliza mais de 450 voluntários em ações sociais e ajuda a animais abandonados no Distrito Federal, buscando parcerias e doações para expandir suas iniciativas.

Agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem 710 vagas de emprego, com salários entre R$ 1.518 e R$ 3.171,34, priorizando a inclusão de pessoas com deficiência em diversas áreas. O cadastro pode ser feito pelo aplicativo da CTPS.

Leo Aversa, fotógrafo com 35 anos de carreira, lança o livro "Álbum", um photobook com imagens de cem artistas da música brasileira, destinando royalties ao Retiro dos Artistas. A obra reúne histórias curiosas e momentos inusitados, destacando a relação única entre o fotógrafo e seus ídolos.

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal instalará um abrigo provisório a partir de quinta-feira (22/5) para acolher pessoas em situação de rua, oferecendo refeições e atendimento. O abrigo funcionará diariamente, com capacidade para 110 pessoas, garantindo segurança e dignidade em meio ao frio intenso.

A Sky High Farm, de Dan Colen, lançará a bienal “TREES NEVER END AND HOUSES NEVER END” em junho, com mais de 50 artistas contribuindo para arrecadar fundos para comunidades carentes. O evento, que ocorrerá em um armazém histórico em Germantown, marca a mudança da fazenda para uma nova propriedade de 560 acres e busca redefinir modelos de arrecadação no mundo da arte.

A governadora em exercício do DF, Celina Leão, lançou o programa Acolhe DF para apoiar pessoas em situação de rua e anunciou melhorias na saúde e atividades no Zoológico de Brasília durante as férias.