A Hapvida vendeu o Hospital e Maternidade Maringá por R$ 65 milhões para a Associação Beneficente Bom Samaritano, que já opera o Hospital Santa Rita, ampliando o atendimento ao SUS na cidade. A venda representa um deságio em relação aos R$ 92 milhões pagos em 2021, parte da estratégia da Hapvida para otimizar sua alocação de capital e redirecionar seu foco operacional.

A Hapvida anunciou a venda do Hospital e Maternidade Maringá, localizado no Paraná, por R$ 65 milhões. A transação ocorre após a aquisição do ativo por R$ 92 milhões em 2021, quando a instituição pertencia à Notre Dame, agora parte do mesmo grupo. A decisão de venda visa a otimização da alocação de capital e o redirecionamento do foco operacional e comercial da empresa.
A compradora do hospital é a Associação Beneficente Bom Samaritano, que já administra o Hospital Santa Rita na mesma cidade. Essa aquisição permitirá à associação expandir sua atuação no atendimento ao Sistema Único de Saúde (SUS), beneficiando a população local com mais serviços de saúde.
A venda do Hospital e Maternidade Maringá representa um deságio considerável em relação ao valor pago anteriormente. A Hapvida se desfaz do ativo com uma perda de R$ 27 milhões, o que levanta questões sobre a valorização do hospital e o impacto dessa decisão nos seus planos futuros.
Os dois hospitais estão localizados a apenas 600 metros um do outro, o que pode facilitar a integração dos serviços prestados. Essa proximidade pode resultar em uma melhoria na qualidade do atendimento, uma vez que a Associação Beneficente Bom Samaritano poderá oferecer uma gama mais ampla de serviços aos pacientes do SUS.
Com a venda, a Hapvida busca focar em suas operações principais e melhorar a eficiência de sua alocação de recursos. A empresa já havia indicado, em comunicados anteriores, que pretendia redirecionar suas estratégias comerciais e operacionais, priorizando áreas que possam trazer maior retorno financeiro.
A expansão dos serviços de saúde na cidade é uma oportunidade para a comunidade se unir em torno de iniciativas que promovam o bem-estar. Projetos que visem apoiar a melhoria do atendimento à saúde podem ser fundamentais para garantir que todos tenham acesso a cuidados de qualidade. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na vida de muitos que dependem desses serviços.

Ticiana Rolim Queiroz, ex-herdeira de uma construtora no Ceará, abandonou sua carreira para fundar a Somos Um, ONG dedicada ao empreendedorismo social e ao apoio a mulheres vulneráveis. A iniciativa visa promover impacto social e democratizar o acesso ao crédito no Nordeste.

A AACD anunciou o fechamento do Lar Escola São Francisco, após 82 anos de atendimento a pessoas com deficiência, transferindo alunos para a rede estadual até 2025. A decisão visa promover a inclusão em escolas regulares, mas gera preocupações sobre o suporte adequado aos estudantes.

Famílias compartilham experiências positivas sobre adoção, destacando o amor e a superação. Apesar das dificuldades legais, a adoção transforma vidas e cria laços afetivos profundos.

A ONG Climate Reality Project promoverá um evento gratuito no Rio de Janeiro em agosto para capacitar novas lideranças climáticas em preparação para a COP-30. O treinamento, com a presença de Al Gore e especialistas, visa desenvolver soluções para comunidades vulneráveis diante da crise climática. As inscrições estão abertas e o evento contará com tradução simultânea.

O Ministério do Trabalho, sob Luiz Marinho, aumentou convênios com ONGs de R$ 25 milhões para R$ 132 milhões em 2023, com investigações por fraudes em entidades como Unisol e Instituto Brasil Digital.

Divaldo Franco, renomado médium e escritor, faleceu aos 98 anos em Salvador, comovendo admiradores e celebridades. O velório será na Mansão do Caminho e o sepultamento no cemitério Bosque da Paz.