O III Direito do Terceiro Setor Law Summit, promovido pela OAB-SP, abordou a profissionalização das organizações sociais e a defesa da democracia, destacando a criação do Laboratório Permanente sobre Cartórios e Terceiro Setor. A presidente da Comissão da OAB-SP, Laís de Figueiredo Lopes, enfatizou a importância da legislação para a atuação das organizações, enquanto Viviana Santiago, da Oxfam, ressaltou seu papel na defesa de direitos humanos. A filantropa Neca Setúbal expressou preocupação com as eleições de 2026, destacando a necessidade de ações que fortaleçam a democracia e a representatividade.

O III Direito do Terceiro Setor Law Summit, promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de São Paulo, ocorreu entre os dias 10 e 12 de junho e reuniu especialistas de todo o país. O evento abordou a profissionalização das organizações sociais e a defesa do Estado Democrático de Direito, destacando a importância dessas entidades para a democracia e os direitos humanos. A presidente da Comissão da OAB-SP, Laís de Figueiredo Lopes, enfatizou que as organizações da sociedade civil (OSC) são fundamentais para a formulação de políticas públicas.
Durante a abertura, Laís ressaltou a necessidade de um marco legal que assegure a atuação das OSCs, citando o Projeto de Lei 1707, que regula parcerias entre a administração pública e essas organizações em situações de calamidade. Ela defendeu que o Estado deve apoiar as OSCs, garantindo proteção jurídica e promovendo a transparência nas ações. A diretora executiva da Oxfam, Viviana Santiago, complementou que as OSCs são essenciais para denunciar a falta de direitos e que muitas políticas públicas foram propostas por essas entidades.
A presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB, Silvia Souza, reforçou o compromisso da OAB com a defesa dos direitos humanos e a justiça social. Ela destacou que o Terceiro Setor atua onde o Estado falha, contribuindo para a transformação social. Silvia lembrou sua experiência na Conectas, onde trabalhou para influenciar a legislação relacionada ao Pacote Anticrime, ressaltando a importância das articulações no Congresso para garantir direitos.
O evento também comemorou os dez anos do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MRSOC), estabelecido pela Lei 13.019/2014, que criou um novo regime jurídico para parcerias entre a administração pública e as OSCs. Além disso, foi anunciado o Laboratório Permanente sobre Cartórios e Terceiro Setor (LAB PERCARTS), que visa melhorar a relação entre advogados e cartórios, buscando soluções para a burocracia no registro dessas organizações.
A filantropa Neca Setúbal, convidada de honra, compartilhou sua trajetória no terceiro setor e expressou preocupação com as eleições de 2026, destacando a polarização política. Ela sugeriu que as instituições promovam ações que fortaleçam a democracia, como rodas de conversa para discutir as eleições e aumentar a representatividade em raça e gênero. Neca enfatizou a importância de conectar teoria e prática para enfrentar os desafios políticos.
O evento destacou a relevância das OSCs na promoção de direitos e na busca por soluções inovadoras. Em um cenário onde muitas pessoas enfrentam dificuldades, a união da sociedade civil pode ser um caminho para apoiar iniciativas que visam a transformação social. Projetos que buscam ajudar comunidades e promover a equidade merecem ser incentivados e apoiados por todos nós.

O AfroFashion 2025, promovido pela ONG AfroTribo, será realizado em 31 de maio na Casa Firjan, no Rio, apresentando trinta looks de dez designers e um desfile intitulado "África em nós!". O evento visa destacar a moda afro-brasileira e revelar novos talentos.

Robert Renan, zagueiro de 21 anos, deseja retornar ao Corinthians e cria o Instituto Robert Renan para apoiar jovens em sua cidade natal, enquanto compartilha sua vida em um canal no YouTube.

Estão abertas as inscrições para a décima edição do eAwards, promovido pela Fundação NTT DATA Brasil, que premiará startups de saúde com R$ 70 mil e mentoria. As inscrições vão até 29 de maio.

Três ONGs processaram a Justiça Federal em São Paulo, exigindo a devolução de recursos do Bolsa Família usados em apostas e uma indenização de R$ 500 milhões por danos morais coletivos. As entidades alegam que as empresas de apostas não implementaram medidas para evitar o uso de verbas públicas por beneficiários vulneráveis, perpetuando a miséria e a exclusão social. A ação busca também a criação de um sistema que impeça apostadores cadastrados em programas sociais de participar de jogos.

Lucas Henrique dos Santos, conhecido como Menino do Vício, superou a dependência de drogas ao se dedicar à leitura e inspirar outros em sua jornada de sobriedade. Após uma recaída em 2022, ele decidiu retomar a sobriedade em 2025, utilizando livros como apoio e conquistando uma comunidade de mais de 55 mil seguidores que o ajudam com doações.

Após um ano das enchentes no Rio Grande do Sul, 863 cães e gatos ainda aguardam adoção, enfrentando superlotação e condições precárias em abrigos. A diminuição do interesse em adotar agrava a situação.