Estão abertas as inscrições para o 1º Curso Avançado de Vacinologia – AdVac Brasil, com setenta vagas gratuitas para profissionais da saúde, promovido pela UFG e OPAS, visando fortalecer a imunização no Brasil.

Estão abertas as inscrições para o 1º Curso Avançado de Vacinologia – AdVac Brasil, que ocorrerá de 24 a 28 de novembro de 2025, em Pirenópolis, Goiás. O curso, promovido pelo Centro de Excelência em Tecnologia e Inovação em Saúde (Ceti-Saúde/UFG) e apoiado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), visa fortalecer as capacidades técnicas e científicas na área de vacinas no Brasil e na Região das Américas.
Serão disponibilizadas setenta vagas gratuitas para profissionais de diversas áreas estratégicas da vacinologia e da saúde pública. As inscrições podem ser feitas até 20 de agosto de 2025, através da plataforma EAdmin da Universidade Federal de Goiás (UFG). A seleção seguirá as diretrizes do Edital Simplificado e da Comissão Científica do AdVac Brasil, priorizando candidatos com experiência comprovada na área.
O resultado da seleção será divulgado em 3 de setembro de 2025, e as matrículas devem ser confirmadas entre 3 e 10 de setembro. A iniciativa é uma oportunidade valiosa para profissionais que desejam aprimorar seus conhecimentos e contribuir para a saúde pública no país.
A capacitação em vacinologia é essencial, especialmente em um momento em que a imunização é uma prioridade global. O curso abordará temas relevantes e atuais, preparando os participantes para enfrentar os desafios da área e melhorar a cobertura vacinal na população.
Além de promover o desenvolvimento profissional, o AdVac Brasil representa um passo importante para o fortalecimento da pesquisa e inovação em vacinas no Brasil. A colaboração entre instituições de ensino e organizações de saúde é fundamental para o avanço da ciência e da saúde pública.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois a formação de profissionais qualificados pode impactar diretamente a saúde da população. A união em torno de projetos que visam a capacitação e a melhoria da saúde pública é essencial para enfrentar os desafios atuais e futuros.

O Dia Mundial da Educação ressalta a importância do Ensino Médio, onde o Sesi-SP e o Senai-SP oferecem formação técnica integrada, reduzindo a evasão escolar e preparando alunos para o mercado de trabalho. Essa abordagem inovadora, que combina teoria e prática, resulta em uma taxa de evasão de apenas 2,4%, comparada aos 5,9% do Ensino Médio tradicional. A educação técnica não só aumenta a empregabilidade, mas também prepara os jovens para o Ensino Superior, contribuindo para um futuro mais promissor.

A segunda parcela do programa Pé-de-Meia será paga a alunos do ensino médio regular até 30 de abril. O incentivo, que visa combater a evasão escolar, é de R$ 1.800, dividido em nove parcelas de R$ 200, condicionado a 80% de frequência. Estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) também receberão entre 23 e 30 de abril, com pagamentos de R$ 900 em quatro parcelas. O programa busca promover igualdade no acesso à educação e ao mercado de trabalho.

Estão abertas as inscrições para o 26º Encontro USP Escola, que ocorrerá de 14 a 16 de julho, oferecendo mais de 50 cursos gratuitos para professores da educação básica. O evento visa promover o diálogo entre docentes e compartilhar experiências sobre os desafios contemporâneos da educação. As inscrições vão até 29 de maio e as atividades acontecerão em diversas unidades da USP.

O novo Plano Nacional de Educação (PNE) 2025-2035 visa ampliar o acesso e a qualidade da educação no Brasil, com metas ambiciosas e um forte envolvimento da sociedade civil. Com 58 metas e mais de 100 indicadores, o PNE busca universalizar a educação infantil e melhorar a alfabetização, enfrentando desafios históricos e promovendo equidade.

Em 2024, o acesso à creche no Brasil aumentou apenas entre famílias ricas, ampliando a desigualdade. O presidente Lula assinou um decreto para expandir vagas na educação infantil, visando mitigar essa disparidade.

Conversar com filhos mais velhos sobre a deficiência de um irmão é crucial para promover empatia e pertencimento familiar, segundo a psicopedagoga Andreia Rossi. A abordagem deve ser contínua e adaptada à idade da criança, evitando eufemismos e validando emoções.