Isabel Veloso, influenciadora digital, anunciou remissão do Linfoma de Hodgkin, mas esclareceu que isso não é cura e seguirá em tratamento, incluindo imunoterapia e possível transplante de medula óssea.

A influenciadora digital Isabel Veloso, diagnosticada com Linfoma de Hodgkin em estágio avançado, utilizou suas redes sociais para esclarecer informações sobre seu estado de saúde. Após anunciar que o câncer entrou em remissão, Isabel enfrentou críticas de alguns seguidores que questionaram a veracidade da notícia, considerando seu histórico como paciente terminal. A jovem ganhou notoriedade ao compartilhar sua rotina de cuidados paliativos e reflexões sobre a vida após o diagnóstico de um câncer considerado sem cura.
Em um vídeo, Isabel explicou que remissão não é sinônimo de cura. “Para eu conseguir a cura, preciso ficar cinco anos seguidos sem sinal da doença, em remissão. Eu comemorei por estar feliz com a notícia, mas não que eu me curei”, afirmou. A influenciadora destacou que a melhora em seu quadro ocorreu após o início de um tratamento com imunoterapia, que conseguiu por meio de uma decisão judicial.
Isabel relatou que a imunoterapia teve uma boa resposta e que ela será submetida a um transplante de medula óssea. Embora sua irmã seja parcialmente compatível, Isabel deve entrar na fila de doadores para encontrar alguém com maior compatibilidade. “Vou continuar fazendo tratamento. Acredito que estou começando as coisas, porque agora entrei em remissão do câncer”, declarou.
O câncer de Isabel é refratário, o que significa que já demonstrou resistência a tratamentos anteriores. Ela ressaltou que há a possibilidade de a nova abordagem não ter efeito a longo prazo. A influenciadora continua recebendo a imunoterapia e se prepara para o transplante, que pode aumentar suas chances de permanecer em remissão.
A repercussão de sua situação nas redes sociais destaca a importância de informações precisas sobre doenças e tratamentos. Isabel tem se mostrado uma voz ativa, esclarecendo dúvidas e desmistificando o processo de tratamento do câncer. Sua jornada é um lembrete da necessidade de apoio e compreensão para aqueles que enfrentam doenças graves.
Iniciativas que promovem a solidariedade e o apoio a pacientes em tratamento são fundamentais. A união da sociedade pode fazer a diferença na vida de pessoas como Isabel, que continuam lutando contra o câncer e precisam de suporte em sua jornada. Juntos, podemos contribuir para que mais histórias de superação sejam escritas.

A Justiça de São Paulo determinou que a Amil forneça um "coração artificial" a uma criança com síndrome da hipoplasia de ventrículo esquerdo, após negativa da operadora. A decisão destaca a prioridade da saúde sobre interesses econômicos.

Câncer de pele não melanoma é o mais comum no Brasil, com sintomas que vão além de manchas, podendo incluir falta de ar quando avança para os pulmões. A detecção precoce é crucial.

Desde 19 de maio, a vacinação contra a gripe no Distrito Federal foi ampliada para todos acima de seis meses, resultando em 154.384 novas doses aplicadas. A procura aumentou, mas grupos prioritários devem continuar se vacinando.

O Hospital Unimed Bauru expande seu setor de oncologia com a ampliação da Terapia Antineoplásica e uma nova estrutura para Transplante de Medula Óssea, totalizando 888,70 m². A iniciativa visa oferecer tratamentos mais avançados e humanizados, especialmente para crianças.

A demanda por diagnóstico e tratamento de lipedema aumentou 30% em consultórios dermatológicos, após reconhecimento da doença pela OMS e maior conscientização pública. A dermatologista Adriana Vilarinho destaca que mais de cinco milhões de mulheres no Brasil podem ter a condição sem saber. O lipedema, reconhecido oficialmente em 2019, é frequentemente confundido com problemas estéticos.

A Anvisa aprovou a primeira vacina contra chikungunya, e o Ministério da Saúde solicitará sua inclusão no SUS. O imunizante, desenvolvido pela Valneva com o Instituto Butantan, é seguro e de dose única.