Isabela Godoi, influenciadora digital de São Caetano do Sul, compartilha sua luta contra a Doença de Crohn, destacando a importância de grupos de apoio e a esperança na busca por tratamentos eficazes.

A influenciadora digital e microempreendedora Isabela Godoi, de São Caetano do Sul, vive com Doença de Crohn desde a adolescência. Com apenas 28 anos, ela compartilha sua experiência de resiliência nas redes sociais, destacando a importância de grupos de apoio e a necessidade de manter a esperança e o tratamento adequado. Isabela, que enfrentou sintomas graves e múltiplas cirurgias, busca inspirar outros a não desistirem diante das dificuldades.
Os primeiros sintomas da Doença de Crohn surgiram quando Isabela tinha 12 anos, mas o diagnóstico só foi confirmado aos 16, após uma internação. Ela relembra que chegou a ter hemoglobina em níveis críticos, necessitando de transfusão de sangue. Para ela, o diagnóstico trouxe um misto de alívio e medo, mas a determinação de seguir em frente prevaleceu.
Após o diagnóstico, Isabela passou por cinco cirurgias, incluindo a colocação de uma bolsa de ileostomia, que ela utiliza até hoje. Apesar das dores constantes e da fadiga, ela adaptou sua rotina e decidiu empreender, fundando uma loja online de bonecas aos 17 anos. Esse negócio se tornou um refúgio afetivo e uma forma de expressar sua criatividade, mesmo enfrentando limitações físicas.
A vida social de Isabela foi impactada pela doença, levando-a a se ausentar de encontros e reuniões. No entanto, ela destaca a importância do apoio da família e amigos, que sempre demonstraram compreensão. A influenciadora também menciona a dificuldade em lidar com a alimentação restrita, que afeta sua autoestima e a faz sentir-se desmotivada em alguns momentos.
Isabela enfatiza a relevância dos grupos de apoio em sua trajetória, especialmente na aceitação da bolsa de ostomia. Esses espaços foram fundamentais para quebrar preconceitos e oferecer suporte emocional. Ela acredita que sua história pode ajudar outros jovens diagnosticados com doenças inflamatórias intestinais, reforçando a importância de seguir as orientações médicas e manter a esperança.
A mensagem de Isabela é clara: “Você tem o Crohn, mas o Crohn não te tem”. Sua experiência pode servir de inspiração para que outras pessoas enfrentem suas batalhas com coragem. Em situações como essa, a união da sociedade pode fazer a diferença na vida de muitos, promovendo iniciativas que ajudem a melhorar a qualidade de vida de quem enfrenta desafios semelhantes.

Cientista Sujan Shresta apresenta vacina inovadora que oferece proteção cruzada contra Dengue e Zika, estimulando anticorpos e células T, com foco em acessibilidade para países em desenvolvimento.

O Hospital Moinhos de Vento inaugura o Ambulatório de Dermatoscopia Digital, focado no diagnóstico precoce de câncer de pele, utilizando tecnologia avançada e uma equipe multidisciplinar. A unidade é essencial para grupos de risco, oferecendo acompanhamento integral e humanizado.

Ronaldo Marques dos Santos, conhecido como Breno da Sucam, está internado na Santa Casa em Belo Horizonte e precisa de ajuda financeira para uma cirurgia de colocação de sonda para alimentação.
Distrito Federal se destaca na luta contra HIV, com alta adesão à PrEP e redução de mortalidade. O Distrito Federal alcançou o Grupo 4 na classificação nacional de Profilaxia Pré-Exposição (PrEP), apresentando a menor taxa de descontinuidade do tratamento no Brasil, com apenas 21%. Essa estratégia, disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2017, reflete um cuidado integral e multiprofissional na saúde. Além disso, o Brasil registrou em 2023 a menor mortalidade por aids da história, com uma redução de 32,9% nas mortes pela doença.

Um novo tratamento com sotatercept demonstrou reduzir em 76% o risco de morte e hospitalização em pacientes com hipertensão arterial pulmonar avançada, levando à interrupção do estudo para acesso imediato ao fármaco. A pesquisa, coautoria de Rogério Souza da USP, destaca a eficácia do medicamento em um cenário crítico, onde opções anteriores mostravam resultados limitados.

A mortalidade por câncer de mama e colo do útero entre mulheres abaixo de 40 anos no Brasil está em ascensão, conforme revela a Pesquisa FAPESP. A edição também discute a possível existência do Planeta 9 e os riscos das bebidas açucaradas à saúde.