João Carlos Martins, maestro e pianista, enfrenta um câncer agressivo na próstata, mas mantém sua agenda de apresentações e planeja um legado na educação musical. Ele se sente preparado para a morte e busca inspirar novas gerações.

Aos 84 anos, o maestro João Carlos Martins se prepara para uma nova fase em sua vida. Em maio, ele se apresentará pela trigésima vez em Nova York, onde começou sua carreira em 1962. No entanto, o artista enfrenta um desafio significativo após ser diagnosticado com câncer agressivo na próstata em março. Após uma cirurgia bem-sucedida, Martins relata ter passado por um pós-operatório dramático, que incluiu complicações graves.
O maestro descreve o momento do diagnóstico como "devastador". Ele compartilha que, após a cirurgia, enfrentou uma situação crítica que exigiu uma nova intervenção médica. "Foi a pior noite da minha vida", afirma, referindo-se ao trauma vivido. Apesar das dificuldades, ele se mostra otimista e acredita estar curado, mantendo sua agenda de apresentações.
Martins, que já passou por trinta cirurgias, incluindo várias nas mãos, agora se dedica a deixar um legado na educação musical. Ele planeja implementar um projeto voltado para crianças, buscando revolucionar a forma como a música é ensinada. "Vou me dedicar totalmente a uma revolução na educação musical", afirma, destacando a importância de despertar o interesse pela música de maneira lúdica.
O maestro também reflete sobre sua vida e carreira, reconhecendo erros do passado, como a pausa em sua trajetória musical. Ele se comprometeu a nunca mais se envolver em política, após experiências que o marcaram profundamente. "Foi um pecado mortal para mim", diz sobre sua decisão de se afastar da música em momentos difíceis.
Martins expressa gratidão pela vida e pela música, afirmando que a arte é uma missão de transmitir emoção e inspiração. Ele se considera preparado para o que vier após a morte, afirmando que não teme o fim. "Estou preparado para ter outros voos no futuro", declara, reforçando sua conexão com a espiritualidade.
Com sua história de superação e resiliência, João Carlos Martins inspira a sociedade a apoiar iniciativas que promovam a educação musical e o acesso à cultura. Projetos como o dele podem transformar vidas e abrir portas para novas gerações, mostrando que a união pode fazer a diferença na construção de um futuro melhor.

Inscrições para a segunda edição do Laboratório de Inovação em Vigilância em Saúde (LIS-VIG) foram prorrogadas até 6 de junho de 2025, focando em experiências na Amazônia Legal e no Rio Grande do Sul. A OPAS, em parceria com Conass e Conasems, busca fortalecer ações de vigilância em saúde por meio de soluções inovadoras.

Bebê recém-nascida foi encontrada abandonada em Belford Roxo, Rio de Janeiro. Resgatada por moradora, está estável na UTI neonatal enquanto polícia investiga o caso.

Adolescentes de áreas violentas de São Paulo percebem o mundo como mais injusto, afetando seu bem-estar psicológico e comportamento, segundo estudo do Núcleo de Estudos da Violência da FAPESP. A pesquisa destaca que a infraestrutura e o ambiente social moldam a crença na justiça, com implicações diretas na autoestima e motivação dos jovens.

A Zózima Trupe estreia em 2025 "A (Ré)tomada da Palavra ou A Mulher que Não se Vê", abordando a exclusão de mulheres negras com deficiência no transporte público. A peça homenageia Rosa Parks e Flávia Diniz, destacando opressões contemporâneas. Com dramaturgia de Shaira Mana Josy e Piê Souza, e direção de Anderson Maurício, o espetáculo critica a crueldade do sistema capitalista. A programação gratuita ocorrerá em locais públicos, reafirmando o compromisso da trupe com a arte inclusiva e provocativa.

O Instituto Apontar, referência no desenvolvimento de jovens com altas habilidades, expande sua atuação para outras regiões do Brasil, ampliando seu impacto social na educação. A instituição, que já atende 800 jovens no Rio de Janeiro, combina educação de excelência, apoio psicossocial e experiências culturais, contando com parcerias estratégicas para sustentar seu trabalho transformador.

TAP cancelou voo após recusar embarque de cão de serviço, Tedy, que auxilia criança autista. A família enfrenta crise de ansiedade e busca justiça em audiência na próxima semana.