Seis jovens foram empossados como conselheiros do Conjuve-DF, marcando a primeira eleição com voto da sociedade civil. Eles atuarão na proposição de políticas públicas por dois anos, promovendo diálogo entre juventude e governo.

Nesta terça-feira, 12 de agosto, a Secretaria de Estado da Família e Juventude (SEFJ) deu posse a seis jovens eleitos para o Conselho de Juventude do Distrito Federal (Conjuve-DF). Este evento histórico marca a primeira eleição com voto da sociedade civil desde a criação do conselho em 2013. Os novos conselheiros, com idades entre 16 e 29 anos, atuarão na proposição de políticas públicas por um período de dois anos, promovendo o diálogo entre a juventude e o poder público.
Os jovens conselheiros se juntam a outros doze representantes designados pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, e a membros indicados pela sociedade civil. O secretário de Família e Juventude, Rodrigo Delmasso, destacou a importância da mobilização pela aprovação do Estatuto da Juventude em 2013 e a necessidade de ressignificar o Conjuve, enfatizando que essa eleição representa um avanço significativo na participação da juventude nas decisões políticas.
Delmasso afirmou que "a juventude precisa de orçamento e atenção do Estado, principalmente na geração de oportunidades", ressaltando que essa faixa etária é a mais afetada pelo desemprego e pela violência. A eleição contou com a participação de dezenove candidatos e um colégio eleitoral de dois mil e quarenta e quatro jovens inscritos, com mais de quatrocentos votos válidos, resultando em um comparecimento de vinte e três por cento do eleitorado.
Daniel Kennedy, um dos conselheiros eleitos, classificou a posse como um marco na representação da juventude do Distrito Federal. "Nós estamos aqui em nome de uma juventude ativa e que tem espaço", declarou, enfatizando que representam uma juventude que constrói o futuro. O evento também contou com a presença de representantes do Governo do Distrito Federal e da sociedade civil, reforçando a importância da colaboração entre diferentes setores.
O secretário Delmasso lembrou os desafios enfrentados nos primeiros anos do Conjuve e a necessidade de inovação para atender às demandas da juventude. A participação ativa dos jovens em conselhos como o Conjuve é fundamental para garantir que suas vozes sejam ouvidas nas políticas públicas que os afetam diretamente.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois a participação jovem é crucial para a construção de um futuro melhor. A união em torno de projetos que promovam a inclusão e a geração de oportunidades pode fazer a diferença na vida de muitos jovens, contribuindo para um desenvolvimento mais justo e igualitário.

Estudantes com autismo nível um enfrentam dificuldades para garantir cotas em universidades federais, levando a ações judiciais por falta de diretrizes claras. A ausência de critérios unificados gera conflitos e insegurança.

Belém se prepara para a COP30, atraindo 50.000 participantes e destacando a startup Navegam, que digitaliza a venda de passagens de barco e melhora a logística na Amazônia. A conferência pode impulsionar o desenvolvimento sustentável na região.

O Hospital Israelita Albert Einstein lançou o programa "Raízes do Futuro", capacitando jovens de Paraisópolis para promover a transformação socioambiental até 2025, visando um legado sustentável. A iniciativa busca preparar novas gerações para enfrentar desafios climáticos e de saúde, promovendo ações concretas na comunidade.

A Aneel aprovou mudanças na tarifa social de energia elétrica, que começam em julho, oferecendo desconto integral para consumo de até 80 kWh/mês e novos benefícios para famílias com renda de até um salário mínimo.

A solidão causou aproximadamente 871 mil mortes anuais entre 2014 e 2019, segundo a OMS, que destaca a urgência de priorizar a conexão social como uma questão de saúde pública. A falta de vínculos impacta a saúde mental e física, especialmente entre jovens.

O Brasil se destaca na pesquisa clínica, ocupando a liderança na América Latina, mas enfrenta desafios como a falta de conhecimento da população e a lentidão regulatória. A SBPPC projeta um crescimento significativo no setor, com a possibilidade de o país alcançar a décima posição global em estudos clínicos, beneficiando milhares de pacientes e movimentando bilhões na economia.