A população de jumentos no Brasil despencou de 1,37 milhão em 1999 para cerca de 78 mil em 2025, devido à exploração para colágeno. Propostas de lei buscam protegê-los e um movimento social cresce em defesa da espécie.

Os jumentos, importantes para a cultura e economia do Brasil, especialmente no Nordeste, enfrentam um grave risco de extinção. A população caiu de 1,37 milhão em mil novecentos e noventa e nove para cerca de setenta e oito mil em dois mil e vinte e cinco. Essa drástica redução é atribuída à exploração para a produção de colágeno, utilizado na medicina chinesa, o que gerou um movimento crescente em defesa da espécie.
A canção "Apologia ao Jumento", de Luiz Gonzaga, destaca a importância cultural do jumento, que foi um símbolo de resistência e trabalho no Brasil Colônia. No entanto, a realidade atual é alarmante. O professor Adroaldo José Zanella, da Universidade de São Paulo, aponta que uma estatal chinesa está por trás da exploração, utilizando a pele do animal para fabricar ejiao, um produto que promete rejuvenescimento e aumento da potência sexual.
A falta de legislação específica para proteger os jumentos no Brasil é uma preocupação crescente entre cientistas e ativistas. Há propostas de lei em tramitação no Congresso Nacional, como a do deputado Ricardo Izar, que visa declarar o Equus asinus como patrimônio nacional e proibir seu abate. A situação atual é crítica, com muitos jumentos sendo tratados em condições inadequadas, sem cuidados básicos de saúde e higiene.
O ciclo de reprodução dos jumentos é longo, com a gestação durando doze meses e mais três anos até que o animal esteja pronto para o abate. Essa realidade torna a criação sustentável menos lucrativa em comparação ao abate extrativista, que é mais imediato e cruel. A diminuição da população de jumentos não é apenas uma questão de conservação, mas também de preservação cultural.
Recentemente, o tema ganhou destaque nas redes sociais, com um vídeo-protesto do artista plástico David Ferreira, que usou seu corpo como suporte para a arte, cobrindo-se com desenhos de jumentos e mensagens de protesto. A repercussão foi significativa, com mais de um milhão de visualizações. Além disso, uma moção pela proibição do abate de jumentos foi assinada por mais de cinquenta países na África, enquanto em Portugal o leite de jumenta começou a ser valorizado por seus benefícios.
A continuidade da exploração dos jumentos pode impactar negativamente acordos internacionais, como o do Mercosul com a União Europeia, que inclui compromissos com o bem-estar animal. A imagem do agronegócio brasileiro também pode ser afetada. A união de esforços da sociedade civil é essencial para garantir a proteção e o futuro dessa espécie emblemática, que representa uma parte significativa da cultura brasileira. Juntos, podemos fazer a diferença e apoiar iniciativas que promovam a preservação dos jumentos e sua importância cultural.

Lady Gaga se apresentou em Copacabana após anos de ausências, relembrando sua memorável visita ao Morro do Cantagalo em 2012, onde interagiu com fãs e deixou recordações marcantes. A expectativa para o show é alta entre os admiradores.

VIHve Libre, organização sem fins lucrativos, destaca-se no atendimento a pessoas vivendo com HIV no México, enfrentando estigmas e a falta de apoio governamental. Com um trabalho incansável, realiza testes e promove a PrEP, buscando garantir acesso ao tratamento.

O Lar dos Velhinhos Maria Madalena realizará sua 45ª Festa Junina nos dias 30 e 31 de maio, com atrações musicais e quadrilhas, visando arrecadar fundos para um novo espaço de atividades. Ingressos custam R$ 10 e R$ 20.

Centro Social Santo Aníbal e outras associações no Distrito Federal transformam a vida de crianças em vulnerabilidade, oferecendo apoio educativo e recreativo, apesar da escassez de recursos. A luta por doações é constante.

Casa Hogar de las Niñas de Tláhuac, em Tláhuac, Cidade do México, celebra 35 anos de apoio a meninas em situação de vulnerabilidade, enfrentando desafios financeiros agravados pela pandemia. A instituição busca minimizar o abandono infantil, que aumentou 70% no México em seis anos, oferecendo abrigo, educação e oportunidades de desenvolvimento.

As inscrições para o projeto 'De Grão em Pão', da Fundação Bunge, foram prorrogadas até 6 de agosto, visando capacitar 140 profissionais em panificação e confeitaria. O curso, em parceria com o Senai, oferece suporte para inserção no mercado de trabalho e habilidades essenciais para o setor.