A Justiça do Distrito Federal determinou o registro da maternidade e paternidade de um bebê, reconhecendo Pandora Rue como mãe e Kyan Eric como pai. A decisão, solicitada pela Defensoria Pública, reafirma direitos fundamentais e respeito à identidade de gênero.

A Justiça do Distrito Federal decidiu que um cartório de Brasília deve registrar a maternidade e paternidade de um bebê de cinco meses, reconhecendo Pandora Rue como mãe e Kyan Eric como pai. A determinação foi feita após o cartório se recusar a incluir o nome de Pandora na certidão de nascimento, alegando que Kyan, homem trans, era o pai parturiente. A decisão atendeu a um pedido da Defensoria Pública do DF (DPDF), por meio do Núcleo de Assistência Jurídica de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos (NDH).
O caso gerou repercussão ao evidenciar a luta por direitos de pessoas trans na sociedade. A Justiça, ao reconhecer a maternidade de Pandora Rue, reafirma a importância do respeito à identidade de gênero e à inclusão de todos os pais na documentação de seus filhos. O defensor público-geral do DF, Celestino Chupel, destacou que a decisão representa a efetivação de direitos fundamentais.
Os pais, que optaram por não divulgar suas fotos para proteger a privacidade da família e do bebê, expressaram satisfação com a decisão judicial. A inclusão dos nomes de ambos na certidão de nascimento é um passo significativo para a visibilidade e aceitação das famílias formadas por pessoas trans, que muitas vezes enfrentam barreiras legais e sociais.
A recusa inicial do cartório em registrar Pandora como mãe reflete um contexto mais amplo de discriminação e falta de entendimento sobre as questões de gênero. A decisão da Justiça não apenas corrige uma injustiça, mas também serve como um exemplo para outros cartórios e instituições que lidam com questões semelhantes.
Essa situação ressalta a necessidade de um diálogo contínuo sobre os direitos das pessoas trans e a importância de políticas públicas que garantam a igualdade. A sociedade civil tem um papel crucial em apoiar iniciativas que promovam a inclusão e a proteção dos direitos de todos, independentemente de sua identidade de gênero.
Em momentos como este, a união da sociedade pode fazer a diferença. Projetos que visam apoiar a visibilidade e os direitos das famílias formadas por pessoas trans devem ser incentivados, pois podem ajudar a transformar realidades e garantir que todos tenham seus direitos respeitados.

Ana Maria Gonçalves se inscreveu para a vaga na Academia Brasileira de Letras, podendo se tornar a primeira mulher negra a ocupar uma cadeira na instituição. Sua candidatura é vista como favorita após a tentativa frustrada de Conceição Evaristo.

No dia 28 de junho, o Instituto Zeca Pagodinho celebra 25 anos com o Festival de Música “Viva Xerém!”, oferecendo shows, oficinas de arte e uma feira de empreendedoras locais, tudo gratuito. O evento visa fortalecer a comunidade e contará com atrações renomadas, além de atividades artísticas para todos.

Cinquenta e sete meninas entre 10 e 14 anos se tornam mães diariamente no Brasil, evidenciando a gravidade da gravidez infantil, especialmente em áreas isoladas e entre populações indígenas. O estudo do Instituto AzMina revela a falta de informação e acesso a políticas públicas, destacando a naturalização da maternidade infantil e a necessidade urgente de intervenções eficazes.

O governo federal anunciou dois novos leilões do Eco Invest, focando em investimentos sustentáveis, com destaque para Fundos de Investimento em Participações e soluções de equity e dívida. Os leilões visam atrair capital para projetos inovadores em setores estratégicos, como combustível sustentável de aviação e minerais críticos, alinhando-se à COP 30.

Estudo da revista Art Therapy revela que a criação artística reduz o cortisol, hormônio do estresse, promovendo bem-estar. Especialistas destacam a arte como ferramenta essencial para combater a ansiedade no Brasil.

Wagner Moura e Kléber Mendonça Filho foram premiados no Festival de Cannes 2025, destacando a arte brasileira e a recuperação do setor audiovisual após crises políticas. Thomás Aquino e Marco Ricca ressaltaram a importância desses prêmios para a visibilidade cultural do Brasil, evidenciando um renascimento no cinema nacional após períodos de estagnação.