O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa de reunião em Bogotá com líderes amazônicos para discutir apoio à COP 30 e ao Fundo Florestas Tropicais para Sempre, além de segurança regional. A cúpula reforçará a responsabilidade dos países na luta contra o narcotráfico e a venda ilegal de armas.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, participa nesta sexta-feira de uma reunião de líderes dos países amazônicos em Bogotá, na Colômbia. O evento tem como principais objetivos garantir o apoio das nações da região à realização da COP 30, programada para novembro em Belém, e promover iniciativas brasileiras, como o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF).
Durante a cúpula, Lula também discutirá a decisão dos Estados Unidos de combater cartéis de drogas nas águas da América Latina e do Caribe. Em um contexto em que os EUA intensificam a pressão sobre o regime do venezuelano Nicolás Maduro, o presidente brasileiro defenderá que os países amazônicos assumam a responsabilidade pela segurança regional.
A expectativa é que a declaração final do encontro reforce o papel dos países na luta contra atividades ilícitas, como o narcotráfico e o tráfico de armas. Participarão da V Cúpula de Presidentes dos Estados Partes do Tratado de Cooperação Amazônica (TCA) Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela.
Como Maduro enfrenta uma busca internacional, a representação da Venezuela será feita pelo chanceler Yvan Gil, que se reuniu recentemente com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. Os dois discutiram segurança regional e questões comerciais, que também estarão em pauta na cúpula.
O encontro em Bogotá ocorre dois anos após uma reunião em Belém, que revitalizou a cooperação entre os países amazônicos, focando na proteção ambiental, desenvolvimento sustentável e inclusão social. A agenda do dia incluirá um Encontro Regional Amazônico, com a participação de representantes da sociedade civil e povos indígenas, além de uma reunião privada entre as autoridades dos países.
O documento final da cúpula enfatizará a importância da mudança climática. O Brasil apresentará uma declaração autônoma para obter apoio à proposta do TFFF, que visa arrecadar um capital estimado em US$ 125 bilhões para remunerar países em desenvolvimento que preservam suas florestas. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a se beneficiarem de iniciativas que promovam a conservação e o desenvolvimento sustentável.

O Fin4She Summit 2025 reuniu mais de 1500 mulheres em um evento transformador, destacando a liderança feminina e lançando o curso de Liderança Estratégica em parceria com a FAAP. A conexão e o aprendizado foram intensos.

A CBF lançou a "Taça dos Povos Indígenas", a primeira competição nacional de futebol indígena, com 2.400 atletas de 48 etnias. O torneio, que ocorrerá em quatro etapas, visa promover a visibilidade e a resistência cultural.

Brasília celebrou o Dia Mundial da Diversidade Cultural com um festival musical gratuito na Praça dos Três Poderes, reunindo cerca de 20 mil pessoas para uma maratona de atividades culturais e shows de artistas renomados. O evento, promovido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), em parceria com o Supremo Tribunal Federal e o Instituto Integra Mais Um, incluiu apresentações de grandes nomes como Maria Gadú e Ana Castela. Além dos shows, o festival ofereceu oficinas e rodas de bate-papo, promovendo o diálogo intercultural e a valorização das identidades culturais do Brasil.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) lançou um modelo de Pavimentação de Baixo Custo para melhorar estradas rurais, promovendo eficiência e sustentabilidade em municípios com recursos limitados. A iniciativa, apresentada na XXVI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, visa reduzir custos e facilitar a manutenção, beneficiando a mobilidade e a economia local.
Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional abre licitação para unificar a operação e manutenção do Projeto de Integração do Rio São Francisco em um contrato de 30 anos, beneficiando milhões no Nordeste.

O governo Lula reduz o período de transição do Bolsa Família de 24 para 12 meses para beneficiários que conseguem emprego formal, facilitando o retorno ao programa em caso de desemprego. A medida visa apoiar a inclusão social e o crescimento da classe média, com mais de 250 mil novas vagas de emprego formal ocupadas por trabalhadores vulneráveis em fevereiro. O ministro Wellington Dias destaca que a mudança deve ser monitorada para garantir sua eficácia em diferentes cenários econômicos.