A personagem Lucimar, de "Vale Tudo", gerou um aumento expressivo de acessos ao aplicativo da Defensoria Pública, com 270 mil mulheres buscando informações sobre pensão alimentícia. Ingrid Gaigher, a atriz, se emocionou com o impacto social da trama.

A personagem Lucimar, interpretada por Ingrid Gaigher na novela Vale Tudo, gerou um impacto significativo na vida de muitas mulheres brasileiras. No episódio exibido na terça-feira, 13, Lucimar solicitou pensão alimentícia para seu filho, o que levou a um aumento expressivo na busca por informações sobre esse direito. A Defensoria Pública registrou cerca de 4.500 acessos por minuto ao seu aplicativo logo após a exibição do capítulo.
Em apenas uma hora, mais de 270 mil mulheres acessaram o aplicativo da Defensoria Pública em busca de esclarecimentos sobre pensão alimentícia. Esse fenômeno destaca o papel da televisão como um veículo de conscientização e mobilização social. A atriz Ingrid Gaigher expressou sua emoção ao saber do impacto que a trama teve, afirmando: “Recebi uma mensagem da Defensoria e fiquei completamente emocionada. Isso mostra o poder que a novela tem no Brasil.”
O aumento na procura por informações reflete a relevância dos temas abordados na novela, que toca em questões sociais importantes. A trama, que já é um sucesso, se torna uma plataforma para discutir direitos e desafios enfrentados por muitas mulheres, especialmente aquelas em situações vulneráveis. O episódio em questão não apenas entreteve, mas também educou e mobilizou a sociedade.
Ingrid Gaigher, que é carioca e está em sua segunda novela, após Quanto Mais Vida, Melhor!, se sente gratificada por fazer parte de um projeto que gera mudanças reais na vida das pessoas. A repercussão do episódio demonstra como a arte pode influenciar e inspirar ações concretas na sociedade.
Esse fenômeno evidencia a necessidade de iniciativas que apoiem mulheres em busca de seus direitos. A mobilização em torno do tema da pensão alimentícia pode ser um ponto de partida para a criação de projetos que ofereçam suporte e informação a quem precisa. A união da sociedade civil é fundamental para promover mudanças significativas.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a terem acesso a informações e recursos que garantam seus direitos. Projetos que visem apoiar mulheres em situações semelhantes podem fazer a diferença na vida de muitas pessoas, promovendo justiça e igualdade.

A consulta pública para os Planos Setoriais de Adaptação foi prorrogada até 9 de maio, permitindo a participação da sociedade na elaboração do Plano de Redução e Gestão de Riscos e Desastres. A iniciativa, coordenada pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil e o Ministério do Meio Ambiente, visa fortalecer a resiliência das populações e a gestão integrada de riscos no Brasil.

Lucas Henrique dos Santos da Silva, o "Menino do Vício", superou a dependência química e agora inspira outros a ler no TikTok, acumulando 250 mil seguidores e planejando sua autobiografia. Ele compartilha como os livros o ajudaram na recuperação e sonha em ajudar clínicas de reabilitação com doações.

A Globo substituirá a Tela Quente pelo programa Falas da Terra nesta segunda-feira (21). O novo formato, apresentado por Dira Paes e Xamã, discute questões indígenas e ambientais, abordando temas como preservação e demarcação de terras.

Especialistas criticam políticas públicas ineficazes na Cracolândia, defendendo uma abordagem integrada que priorize saúde e assistência social em vez de internações involuntárias. A falta de continuidade nas ações resulta em dispersão dos usuários e mini cracolândias.

O ministro das Cidades, Jader Filho, se posicionou contra a proposta de prorrogar a meta de universalização do acesso à água e saneamento no Brasil de 2033 para 2040, considerando-a insensível. Ele enfatizou que a meta, embora desafiadora, é viável e deve ser cumprida.

A exposição "Jaraguá Kunhague Ouga’a" no Museu do Futebol celebra a luta e a cultura das mulheres Guarani Mbyá, destacando sua resistência e espiritualidade através do futebol, com a ampliação do território para 532 hectares. A mostra, que reúne fotografias, vídeos e objetos, é um manifesto sobre a vivência do futebol feminino indígena como símbolo de identidade e autonomia política.