A deputada federal Marussa Boldrin (MDB-GO) denunciou agressões severas de seu ex-marido, Sinomar Vaz de Oliveira Júnior, em carta aberta. O MDB e colegas na Câmara expressaram apoio à luta contra a violência doméstica.

A deputada federal Marussa Boldrin (MDB-GO) denunciou agressões físicas por parte de seu ex-marido, o advogado Sinomar Vaz de Oliveira Júnior. O caso está sendo tratado na Justiça, e Marussa decidiu tornar a situação pública em uma carta aberta postada nas redes sociais no dia 28 de abril. Na carta, ela relatou ter sido agredida várias vezes e ameaçada, incluindo um episódio em que foi enforcada.
Durante uma sessão na Câmara dos Deputados, colegas de Marussa expressaram apoio à deputada, destacando a gravidade da violência doméstica. A defesa de Sinomar Vaz afirmou que as questões do divórcio estão sendo tratadas judicialmente e que as redes sociais não são o meio adequado para discutir assuntos familiares. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também se manifestou, informando que o caso tramita em segredo de justiça.
Marussa revelou que decidiu denunciar o ex-marido após uma agressão mais intensa, quando buscou ajuda na delegacia e pediu uma medida protetiva. Ela mencionou ter medo até de dormir de costas para ele, devido a ameaças que recebeu, incluindo uma sobre uma arma que Sinomar guardava no carro. A deputada acredita que as agressões estão relacionadas a um "ciúme profissional".
O apoio à deputada se estendeu além da Câmara. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (UB), e o MDB, partido de Marussa, publicaram notas reafirmando seu compromisso com a luta contra a violência doméstica. O MDB elogiou a coragem da deputada em compartilhar sua experiência, representando muitas mulheres que enfrentam situações semelhantes.
A defesa de Sinomar Vaz de Oliveira Júnior ressaltou que as questões do divórcio estão sendo tratadas na Justiça e que a ex-esposa violou deveres conjugais. A OAB-GO afirmou que, mesmo sem acesso aos autos, está à disposição para analisar a conduta ética do advogado, caso solicitado pelas partes envolvidas.
Este caso destaca a importância de apoiar vítimas de violência doméstica e de promover um ambiente seguro para que elas possam buscar ajuda. A união da sociedade é fundamental para garantir que mulheres como Marussa Boldrin não enfrentem essa luta sozinhas. Projetos que visem apoiar essas vítimas e promover a conscientização sobre a violência doméstica são essenciais e devem ser incentivados.

Modelo autônomo de VANTs da Escola Politécnica da USP melhora busca de vítimas em desastres, reduzindo riscos em 66% e minimizando a necessidade de controle humano.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a emergência em cinco cidades do Amazonas devido a inundações, permitindo acesso a recursos federais para ajuda humanitária. As prefeituras podem solicitar apoio para ações de defesa civil, como distribuição de alimentos e kits de limpeza. O estado já possui 27 reconhecimentos vigentes, a maioria por inundações.

A Defesa Civil Nacional reconheceu a situação de emergência em Diamante D’Oeste, Paraná, devido à estiagem, permitindo à prefeitura solicitar recursos federais para assistência. Com a portaria publicada, a cidade pode agora requisitar apoio para ações de defesa civil, como fornecimento de alimentos e kits de higiene. O Paraná já possui 29 reconhecimentos vigentes, refletindo a gravidade das crises enfrentadas.
Rio de Janeiro permanece em alerta 2 por chuvas intensas, enquanto Duque de Caxias enfrenta alerta máximo. Defesa Civil registrou 44 chamados sem vítimas. Risco de deslizamentos é alto.

Cemaden alerta para chuvas intensas no Sudeste até domingo, com risco muito alto em Petrópolis e alto em Juiz de Fora e Cachoeiro de Itapemirim, aumentando a possibilidade de deslizamentos e inundações.

- Acidentes de trânsito no Rio de Janeiro aumentaram 18% em 2024, totalizando 27 mil. - Acidentes com motocicletas subiram 24%, representando 21 mil ocorrências. - Corpo de Bombeiros atendeu 19 mil vítimas de acidentes com motos, alta de 32%. - Medidas como faixas preferenciais para motos são insuficientes para resolver o problema. - Aumento da frota de motos, impulsionado por serviços de entrega, agrava a situação.