O Ministério da Educação (MEC) lançou o programa Na Ponta do Lápis, que visa ensinar educação financeira a mais de 30 milhões de estudantes do ensino básico, com adesão voluntária de estados e municípios. O programa busca integrar temas financeiros ao currículo escolar, promovendo habilidades essenciais para o futuro dos alunos, especialmente aqueles beneficiados pelo programa Pé-de-Meia.

O Ministério da Educação (MEC) anunciou, em 10 de agosto, o lançamento do programa Na Ponta do Lápis, que tem como objetivo ensinar educação financeira a estudantes do ensino básico. A iniciativa busca beneficiar mais de 30 milhões de alunos e 2 milhões de professores em todo o Brasil, especialmente aqueles que participam do programa Pé-de-Meia, voltado para a permanência escolar.
O programa Na Ponta do Lápis visa capacitar os alunos a lidarem com dinheiro de maneira consciente, abordando temas como impostos e planejamento financeiro. A adesão ao programa é voluntária e requer a assinatura de governadores, prefeitos ou representantes dos estados e municípios interessados.
Os estados e municípios que optarem por participar terão acesso a formação para professores, apoio técnico e financeiro, além da possibilidade de integrar os conteúdos ao currículo escolar, respeitando a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Um comitê estratégico será criado para definir as orientações e recomendações do plano de ação do programa.
Esse comitê contará com representantes de diversas instituições, incluindo o MEC, o Banco Central e a Receita Federal, entre outros. A proposta é que a educação financeira se torne uma ferramenta para fortalecer a inclusão social e econômica dos estudantes, promovendo a cidadania e a democracia.
O MEC destaca que a integração do programa Na Ponta do Lápis com outras iniciativas, como o Pé-de-Meia, é fundamental para garantir que os alunos em situação de vulnerabilidade tenham acesso a conhecimentos que podem impactar positivamente suas vidas financeiras no futuro.
Iniciativas como essa são essenciais para promover a educação e a conscientização financeira entre os jovens. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para apoiar projetos que visem a inclusão e a formação de cidadãos mais preparados para enfrentar os desafios econômicos.

Em 2024, 59,2% das crianças brasileiras atingiram o nível adequado de alfabetização, superando 2023, mas ainda abaixo da meta de 60%. O Rio Grande do Sul enfrentou queda drástica devido a calamidades.

A Unicamp lançou cursos online gratuitos em diversas áreas, acessíveis pela plataforma Coursera, permitindo que qualquer pessoa estude e obtenha certificados de uma das melhores universidades do Brasil. Os cursos, disponíveis sem vestibular, abrangem temas como saúde, logística e educação, e podem ser feitos no próprio ritmo. Para obter o certificado, há uma taxa, mas ajuda financeira está disponível para quem não pode pagar. Essa iniciativa democratiza o acesso ao conhecimento e promove o desenvolvimento de habilidades essenciais.

Estudo revela que 61% das metas do Plano Nacional de Educação não foram cumpridas. Novo PNE no Congresso propõe responsabilização e revisão de objetivos não alcançados.

Mais de 300 mil crianças e adolescentes retornaram à escola entre 2017 e 2025, graças à Busca Ativa do Unicef, mas ainda há 993,4 mil fora da educação formal. A evasão escolar é um desafio persistente no Brasil.

Desinformação sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) cresceu 150 vezes no Telegram na América Latina, com Brasil liderando em conteúdo enganoso. Estudo revela riscos à saúde e à inclusão.

Desde 2022, professores temporários superam 50% do corpo docente nas redes estaduais, impactando negativamente o desempenho dos alunos, conforme estudos do BID e do movimento Todos Pela Educação. A situação gera preocupações sobre a qualidade da educação e mobiliza ações legislativas para melhorar as condições de trabalho e a formação desses profissionais.