A proibição do uso de celulares nas escolas do Distrito Federal, segundo a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, resultou em maior interação entre os alunos. O projeto "Ponte para o Mundo" levará 100 estudantes para intercâmbio no Reino Unido.

A violência nas escolas públicas do Distrito Federal tem gerado preocupações significativas, levando a Secretaria de Educação a adotar medidas como a proibição do uso de celulares. Em uma recente entrevista, a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, destacou os resultados positivos dessa proibição, que incluem melhorias na interação entre os alunos e um ambiente escolar mais focado.
Paranaguá mencionou que uma pesquisa realizada com professores e diretores revelou que a maioria percebeu um aumento na concentração dos alunos e uma diminuição na utilização de celulares durante o recreio. Antes da proibição, muitos estudantes estavam mais envolvidos com seus dispositivos do que com atividades sociais. Agora, as escolas estão promovendo brincadeiras e jogos, criando um ambiente mais colaborativo.
Apesar dos avanços, a secretária reconheceu que ainda ocorrem episódios de violência, como um incidente recente em uma escola onde um aluno agrediu um professor. Para lidar com esses casos, a Secretaria de Educação está implementando mediações e conversas com pais e profissionais da educação, enfatizando a importância do acompanhamento familiar na vida escolar dos alunos.
Além das medidas contra a violência, a Secretaria anunciou o projeto "Ponte para o Mundo", que oferecerá intercâmbio para cem estudantes do ensino médio no Reino Unido. As inscrições estão abertas até o dia 29 de maio e os alunos devem ter habilidades em inglês e assiduidade. O governo arcará com todos os custos do intercâmbio, incluindo uma bolsa mensal de £300 para cada estudante.
Em relação à possível greve dos professores, a secretária expressou preocupação com os impactos que isso poderia ter sobre os alunos e o calendário escolar. Ela ressaltou que o governo está em constante diálogo com o sindicato dos professores, mas que, no momento, não há condições financeiras para aumentar salários. A expectativa é que a negociação continue e que um entendimento seja alcançado.
Iniciativas como a proibição do uso de celulares e o projeto de intercâmbio são passos importantes para melhorar a educação no Distrito Federal. É fundamental que a sociedade civil se mobilize para apoiar projetos que promovam a educação e o bem-estar dos estudantes, garantindo que todos tenham acesso a oportunidades que transformem suas vidas.

Inscrições abertas para o projeto Eu Sou Músico em São Sebastião. Jovens a partir de 16 anos podem se inscrever até 10 de maio para audições em maio. O curso, com duração de oito meses, inclui aulas de técnica vocal e composição, além de mentorias e ajuda de custo. A iniciativa visa fomentar talentos locais e aumentar a autoestima da comunidade.

A Quero Bolsa lançou inscrições para um curso preparatório gratuito para o Enem 2025, em parceria com a Estuda.com, oferecendo videoaulas e simulados com correção especializada. O programa, que ocorre entre agosto e outubro, inclui diagnósticos de desempenho e apoio de professores voluntários, visando democratizar o acesso ao ensino superior.

Estão abertas as inscrições para o programa RenovaDF, que oferece dois mil cursos nas áreas de carpintaria, elétrica, encanação, serralheria e construção civil. Os alunos recebem bolsa, auxílio-transporte e kit uniforme.

Senai-AM oferece 1.780 vagas em cursos gratuitos a distância, com inscrições de 23 a 25 de abril. As oportunidades visam qualificação profissional e exigem comprovação de baixa renda.

A Universidade de São Paulo (USP) lançou o Portal de Livros Abertos, disponibilizando mais de 1.100 livros digitais gratuitos para todos. A iniciativa visa democratizar o acesso ao conhecimento e fortalecer a memória científica da instituição.

Sesi-SP lança o projeto Juventudes AntiMisoginia para combater a violência de gênero nas escolas, promovendo igualdade e conscientização entre estudantes. A iniciativa busca transformar a cultura machista.