O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a situação de emergência em 21 cidades brasileiras devido a desastres naturais, permitindo acesso a recursos federais. Municípios da Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Maranhão, Pará, Amazonas e Minas Gerais foram afetados por estiagens e chuvas intensas. As prefeituras podem agora solicitar apoio para ações de defesa civil, como distribuição de alimentos e kits de higiene.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, no dia 9 de maio, a situação de emergência em 21 cidades brasileiras afetadas por desastres naturais. As portarias que formalizam esse reconhecimento foram publicadas no Diário Oficial da União. Os municípios reconhecidos incluem localidades da Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Maranhão, Pará, Amazonas e Minas Gerais, permitindo que as prefeituras acessem recursos federais para ações de emergência.
Entre as cidades em situação de estiagem estão Casa Nova, Ipupiara e Lapão, na Bahia; Altinho, Buíque e Sertânia, em Pernambuco; e Serrinha, no Rio Grande do Norte. Por outro lado, os municípios de São Pedro da Água Branca, no Maranhão, e Jacundá, Salvaterra e Santo Antônio do Tauá, no Pará, enfrentaram fortes chuvas. Novo Aripuanã, no Amazonas, e Caranaíba, em Minas Gerais, foram reconhecidos por inundações e subsidências, respectivamente.
Com o reconhecimento, as prefeituras podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil. Esses recursos podem ser utilizados para a compra de cestas básicas, água mineral, refeições para trabalhadores e voluntários, além de kits de limpeza e higiene. O processo de solicitação deve ser feito através do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD), onde a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avaliará as propostas.
A Defesa Civil Nacional também disponibiliza cursos a distância para capacitar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. Essas capacitações visam qualificar os profissionais de proteção e defesa civil em todas as esferas de governo, garantindo uma resposta mais eficaz em situações de emergência.
É fundamental que a sociedade civil se mobilize para apoiar as comunidades afetadas. A união de esforços pode fazer a diferença na recuperação dessas cidades, que enfrentam desafios significativos após os desastres. A solidariedade e o apoio são essenciais para ajudar as vítimas a reconstruírem suas vidas e a superarem as dificuldades.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a se reerguerem e a reconstruírem suas comunidades. Projetos de apoio e solidariedade são fundamentais para garantir que as necessidades básicas sejam atendidas e que as cidades afetadas possam se recuperar rapidamente.

Ministro Waldez Góes detalha ações do Governo Federal após chuvas em Angra dos Reis e Petrópolis, destacando o Sistema Defesa Civil Alerta que salvou vidas e liberou recursos.

Prefeitura de Angra dos Reis (RJ) declara emergência devido a chuvas intensas, com 346 desalojados e 46 bairros em alerta. Arrecadação de donativos e suspensão de atendimentos de saúde foram anunciadas.

Cavalo é arrastado por enchente em Angra dos Reis, que enfrenta situação de emergência com 346 desalojados. Prefeitura arrecada donativos para as vítimas das fortes chuvas.

Uma forte massa de ar frio atinge o Centro-sul do Brasil, causando quedas recordes de temperatura e chuvas intensas em várias capitais. Urupema (SC) registrou -0,2°C, enquanto São Paulo e outras cidades enfrentam mínimas históricas.

Governador Cláudio Castro declara "estágio de atenção total" no Rio de Janeiro devido a chuvas intensas, que causaram alagamentos e riscos de deslizamentos em várias regiões.

- Incêndio na fábrica Maximus deixou 21 feridos, 13 internados em estado grave. - Local não possuía licença do Corpo de Bombeiros e tinha segurança inadequada. - Funcionários, muitos dormindo no trabalho, enfrentaram condições precárias. - MPT investiga a situação dos trabalhadores e possíveis irregularidades. - Maximus está com situação cadastral irregular na Receita Federal desde outubro.