Ministério da Saúde lança novas ferramentas para aprimorar a gestão da atenção primária à saúde, incluindo hotsites e Painel e-SUS APS, visando melhorar a comunicação e a qualificação do cuidado.

O Ministério da Saúde lançou novas ferramentas para apoiar gestores e profissionais de saúde na gestão da atenção primária à saúde (APS) e na utilização dos Sistemas de Informação em Saúde. As iniciativas incluem hotsites dedicados à Estratégia e-SUS APS, ao Painel e-SUS APS e ao Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (Sisab). O objetivo é melhorar a comunicação e a gestão das políticas públicas na APS, conforme destacado pelo ministro Alexandre Padilha.
O e-SUS APS é uma estratégia da Secretaria de Atenção Primária à Saúde (Saps) que visa reestruturar as informações da atenção primária em todo o país. Essa iniciativa busca a informatização qualificada do Sistema Único de Saúde (SUS), promovendo um modelo de gestão de informações que apoie os municípios e serviços de saúde na melhoria do cuidado aos usuários.
Uma das principais inovações é o Painel e-SUS APS, que transforma o monitoramento de dados populacionais e de saúde na atenção primária. A ferramenta oferece funcionalidades que facilitam o acompanhamento de indicadores e a gestão do cuidado, além de estar integrada ao Prontuário Eletrônico e-SUS APS, permitindo decisões mais precisas e intervenções oportunas.
Além disso, a estratégia inclui o Educa e-SUS APS, uma plataforma gratuita que oferece educação permanente para qualificação de profissionais de saúde, gestores e especialistas em tecnologia digital. Essa iniciativa é fundamental para garantir que os usuários do SUS tenham acesso a cuidados de saúde de qualidade.
Com essas novas ferramentas, o Ministério da Saúde busca promover uma comunicação eficaz sobre os princípios e práticas de qualificação no uso dos sistemas de informação. A integração dessas ferramentas às políticas de saúde é essencial para garantir um atendimento mais eficiente e humanizado.
Em um cenário onde a saúde pública é uma prioridade, a união da sociedade civil pode fazer a diferença. Projetos que visam apoiar a melhoria da atenção primária à saúde devem ser incentivados, pois podem impactar diretamente a qualidade do atendimento e a vida dos cidadãos.

Foi lançada a Frente Parlamentar pela Eliminação da Malária na Amazônia, com apoio da OPAS, visando unir esforços para combater a malária, especialmente entre os povos indígenas. A iniciativa busca integrar políticas e ações sustentáveis.

Jojo Todynho critica o SUS, gerando polêmica e resposta do Ministério da Saúde. O sistema atende mais de 200 milhões de brasileiros, com 84% da população dependendo dele. Roraima é o estado mais dependente, enquanto São Paulo tem o menor índice.

Câncer de pele não melanoma é o mais comum no Brasil, com sintomas que vão além de manchas, podendo incluir falta de ar quando avança para os pulmões. A detecção precoce é crucial.

Pesquisadores da UERJ descobriram que o canabigerol (CBG), um composto não psicoativo da Cannabis sativa, apresenta efeitos analgésicos promissores em modelos animais, sem afetar a locomoção. O estudo revela seu potencial no tratamento da dor crônica, destacando a importância de pesquisas adicionais em humanos.

Estudante de biomedicina, Karina Favoreto, perdeu a visão após lipo HD em Londrina. Após a cirurgia estética, ela sofreu hemorragia intensa e foi diagnosticada com neuropatia óptica isquêmica bilateral, resultando em perda de visão. A situação impacta seus planos profissionais e afeta emocionalmente sua família.

Pesquisadores de instituições renomadas descobriram que o uso de paracetamol na gestação está associado a um aumento significativo no risco de autismo e TDAH nos filhos. A análise de 46 estudos, envolvendo mais de 100 mil participantes, recomenda cautela e revisão das diretrizes clínicas para proteger o neurodesenvolvimento infantil.