O Ministério da Saúde iniciou uma inspeção em farmácias do Programa Farmácia Popular, após garantir a gratuidade total dos medicamentos desde fevereiro de 2025. A ação visa prevenir irregularidades e retomar a fiscalização, interrompida em 2021.
O Ministério da Saúde deu início, nesta terça-feira, a uma ação nacional para inspecionar a distribuição de medicamentos do Programa Farmácia Popular do Brasil. A iniciativa ocorre após a implementação da gratuidade total dos produtos, que começou em fevereiro de 2025. O Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DenaSUS) realizará visitas técnicas a cem farmácias em cinquenta e oito municípios de vinte e um estados, marcando a retomada das fiscalizações presenciais que estavam suspensas desde 2021.
Os estados com maior número de farmácias a serem vistoriadas incluem São Paulo, com dezoito estabelecimentos, seguido por Pernambuco, com treze, e Rio Grande do Sul, com dez. A ação visa prevenir e investigar possíveis irregularidades na dispensação de medicamentos, garantindo que as farmácias estejam em conformidade com a legislação vigente.
Durante as inspeções, os técnicos verificarão a documentação necessária, como alvarás e licenças sanitárias, além de checar se os registros de dispensação estão adequados. A renovação anual do credenciamento das farmácias, que havia sido interrompida em 2018, foi retomada em maio e seguirá até o final de julho, como parte do esforço para fortalecer o programa.
Desde o início de 2023, a fiscalização resultou na suspensão preventiva de duas mil trezentas e quatorze farmácias e no ressarcimento de R$ 8 milhões. Apenas neste ano, quinhentas e sessenta e duas farmácias foram suspensas e cento e vinte e duas descredenciadas, refletindo um rigoroso controle sobre a qualidade dos serviços prestados.
A nova abordagem de fiscalização inclui a utilização de vinte e cinco indicadores de acompanhamento, que monitoram desde a frequência de retirada de medicamentos até a quantidade vendida em relação à população. O programa também conta com mecanismos de cruzamento de dados com bases oficiais, permitindo a identificação de inconsistências em tempo real.
O Programa Farmácia Popular do Brasil, que oferece acesso gratuito a medicamentos essenciais, atende mais de doze milhões de pessoas mensalmente e possui mais de trinta e uma mil farmácias credenciadas em todo o país. Em situações como essa, a união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que garantam o acesso à saúde e ao bem-estar da população, promovendo um futuro mais justo e igualitário.

A psiquiatra nutricional Uma Naidoo enfatiza que uma dieta rica em grãos integrais, frutas e vegetais é crucial para controlar a ansiedade, evitando pular refeições e priorizando a hidratação. A alimentação impacta diretamente o eixo intestino-cérebro, essencial para a produção de serotonina e o bem-estar emocional.

A psiquiatra Carmita Abdo destaca que o desejo sexual feminino na menopausa é influenciado por fatores emocionais e sociais, não apenas hormonais. É crucial discutir a sexualidade nessa fase da vida.
O programa “O câncer não espera. O GDF também não” reduziu o tempo de espera para tratamento oncológico de 74 para 51 dias e para radioterapia de 54 para 30 dias, com investimento de R$ 14 milhões. A iniciativa visa oferecer atendimento ágil e humanizado, beneficiando milhares de pacientes no Distrito Federal.

O aumento de infartos em jovens e mulheres, com sintomas atípicos, e a ocorrência de infartos silenciosos em idosos exigem atenção redobrada para diagnósticos precoces e intervenções rápidas.

Um novo projeto de compartilhamento de dados de saúde entre hospitais e laboratórios, inspirado no open finance, promete otimizar atendimentos e reduzir custos em seis meses. A iniciativa, liderada pelo Inova HC, inclui instituições renomadas e visa integrar informações do SUS, facilitando o acesso e a prevenção de epidemias. Contudo, a privacidade dos dados deve ser rigorosamente protegida para evitar discriminações.

Pesquisa da Universidade de Aston revela que o consumo de frutas frescas reduz sintomas depressivos, enquanto alimentos ultraprocessados aumentam ansiedade e estresse. A alimentação impacta diretamente a saúde mental.