Moradores da comunidade do Areião, no Jaguaré, bloquearam a marginal Pinheiros e linhas de trem em protesto contra a reintegração de posse, exigindo moradia digna. A PM interveio e a via foi liberada às 7h50.

Na manhã de segunda-feira, 26 de maio, moradores da comunidade do Areião, localizada no Jaguaré, zona oeste de São Paulo, realizaram uma interdição na marginal Pinheiros, sentido Interlagos. O bloqueio começou por volta das 5h30 e causou congestionamentos significativos, afetando também a marginal Tietê e vias adjacentes. Além disso, os manifestantes bloquearam duas linhas de trem, utilizando objetos e ateando fogo, o que interrompeu a circulação entre as estações Presidente Altino e Ceasa, no sentido Osasco.
Os moradores protestavam contra a reintegração de posse da área, que abriga cerca de 1.500 famílias em uma extensão de 1.800 metros quadrados. Durante a manifestação, formaram barricadas na pista expressa e gritaram palavras de ordem, exigindo informações e compensações pela possível perda de suas casas. A Polícia Militar (PM) esteve presente e negociou a liberação da via, que ocorreu por volta das 7h50.
Em resposta ao protesto, a Prefeitura de São Paulo suspendeu temporariamente o rodízio de veículos nas marginais Pinheiros e Tietê. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e a Secretaria Executiva de Mobilidade e Trânsito (Semtra) informaram que as autuações registradas durante a manifestação não seriam convertidas em multas. A normalização da circulação dos trens foi restabelecida por volta das 7h30, após a limpeza dos trilhos pela concessionária ViaMobilidade.
Além da manifestação no Jaguaré, moradores de outras comunidades na zona leste, como Jorge Hereda e Terra Prometida, também realizaram protestos por moradias dignas. Eles bloquearam um trecho da Avenida Aricanduva, na região de São Mateus, de forma pacífica, caminhando pela via com cartazes e palavras de ordem, acompanhados pela PM.
A situação na comunidade do Areião reflete a luta por condições de moradia dignas e a resistência contra a reintegração de posse, que ameaça a estabilidade de muitas famílias. A falta de diálogo e soluções efetivas por parte das autoridades municipais tem gerado insatisfação e mobilização entre os moradores, que buscam ser ouvidos e respeitados em seus direitos.
Nesta conjuntura, a união da sociedade civil pode fazer a diferença. Projetos que visem apoiar essas comunidades em suas demandas por moradia e dignidade são essenciais e podem ser impulsionados por iniciativas coletivas. A solidariedade e o engajamento podem ajudar a transformar a realidade de muitas famílias que enfrentam essa crise.

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