Museu Nacional recebe doação de esqueleto de baleia-cachalote de 15,7 metros, parte da campanha #Recompõe, visando restaurar acervo perdido no incêndio de 2018. A exposição está na Cidade das Artes.

O Museu Nacional, que sofreu um incêndio devastador em 2018, recebeu uma doação significativa: o esqueleto de uma baleia-cachalote (Physeter macrocephalus) com mais de 15 metros de comprimento. A doação foi feita pela ONG Aquasis e faz parte da campanha #Recompõe, que visa a recomposição do acervo perdido no incêndio. O esqueleto já está exposto na Cidade das Artes, localizada na Barra da Tijuca, na exposição intitulada "Que baleia é essa?".
O diretor do Museu Nacional, Alex Kellner, destacou a importância da nova peça para a pesquisa e exploração de temas relacionados à biodiversidade. Ele afirmou que a chegada da baleia-cachalote representa uma conquista significativa da campanha #Recompõe, lançada em 2021, que busca sensibilizar museus e colecionadores a doarem peças originais para o acervo do museu.
A baleia-cachalote, que se tornou famosa após a publicação do clássico "Moby Dick", de Herman Melville, em mil oitocentos e cinquenta e um, é um animal adulto do sexo masculino. O esqueleto foi encontrado encalhado na praia de Curimãs, no município de Barroquinhas, no Ceará, em janeiro de dois mil e quatorze. A exposição na Cidade das Artes também inclui vitrines com os dentes da baleia, seu ouvido interno e um modelo da baleia em vida.
O Museu Nacional, fundado em mil oitocentos e dezoito, está vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e funcionava na antiga residência oficial dos imperadores brasileiros. O incêndio de setembro de dois mil e dezoito destruiu praticamente todo o acervo da instituição, que contava com doze mil peças. Um inquérito da Polícia Federal concluiu que o incêndio foi causado por um curto-circuito nas instalações de refrigeração.
A recuperação do museu está orçada em R$ 385 milhões, e a previsão é que a reabertura ocorra apenas em dois mil e vinte e sete. A doação do esqueleto da baleia-cachalote é um passo importante para a reconstrução do acervo e para a continuidade das pesquisas científicas que a instituição promove.
Iniciativas como a doação da baleia-cachalote são essenciais para revitalizar o patrimônio cultural e científico do Brasil. A união da sociedade civil pode ser um motor poderoso para apoiar projetos que visam a recuperação e a valorização de instituições como o Museu Nacional, garantindo que a cultura e a ciência continuem a prosperar.

Em 2024, o Maranhão se destaca com 80% de seus presos trabalhando, superando a meta do Plano Nacional Pena Justa, que visa ressocialização e redução da reincidência. O programa estadual promove dignidade e oportunidades.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa aprovou proposta que obriga o poder público a buscar leitos de UTI em hospitais privados para pessoas com 80 anos ou mais quando não houver vagas em instituições públicas. A medida visa garantir acesso à saúde para idosos vulneráveis, mas levanta questões sobre a universalidade do atendimento. O projeto segue para análise em outras comissões antes de ser votado pela Câmara e Senado.

No dia 17 de julho, a Folha promove um seminário gratuito em São Paulo sobre as políticas públicas para doenças crônicas, reunindo especialistas e apresentando pesquisa inédita sobre a percepção dos brasileiros. O evento visa discutir as limitações atuais e buscar soluções para o aumento de doenças como diabetes, obesidade e Alzheimer no Brasil.

O Senai está aceitando propostas até 10 de julho para consultoria em produtividade e digitalização no setor automotivo, com R$ 30 milhões disponíveis. O programa visa aumentar a produtividade em até 40%.

A TIM lançou a tecnologia TIM Vibe, que transforma som em vibrações táteis, promovendo inclusão de pessoas surdas em eventos musicais. A funcionalidade é gratuita e foi testada por influenciadores e entidades.

A exposição "Claudia Andujar e seu universo: ciência, sustentabilidade e espiritualidade" estreia no Museu do Amanhã, reunindo 130 obras da artista e 40 de outros criadores. A mostra, parte da Ocupação Esquenta COP, destaca a relação entre arte e questões ambientais, promovendo um diálogo essencial sobre mudanças climáticas.