Netflix investe R$ 5 milhões na modernização da Sala Oscarito da Cinemateca Brasileira, promovendo acessibilidade e preservação do cinema nacional. A parceria destaca a importância cultural do espaço.
A Netflix anunciou uma parceria com a Cinemateca Brasileira, que receberá um investimento de R$ 5 milhões para a modernização de suas instalações. O aporte será destinado à restauração e ampliação da Sala Oscarito, a primeira sala de projeção da atual sede da Cinemateca, inaugurada em mil novecentos e noventa e sete. O objetivo é melhorar as condições técnicas e de acessibilidade do espaço, além de atualizar o sistema de climatização.
Elisabetta Zenatti, vice-presidente de Conteúdo da Netflix no Brasil, expressou sua satisfação com a contribuição para a revitalização da Cinemateca. Ela destacou a importância de preservar a memória audiovisual do Brasil, afirmando que isso é fundamental para que as futuras gerações conheçam e valorizem o cinema nacional. A Netflix reafirma seu compromisso com o apoio ao cinema brasileiro, investindo em tecnologia e infraestrutura.
A diretora-geral da Cinemateca Brasileira, Maria Dora Mourão, ressaltou que a modernização da Sala Oscarito é um passo significativo para reposicionar a instituição como um espaço de referência na exibição cinematográfica. Mourão enfatizou que esse esforço não apenas preserva o patrimônio audiovisual, mas também contribui para a revitalização do cinema no país.
Com essa parceria, a Netflix se torna a primeira empresa da iniciativa privada a participar do projeto de revitalização da Cinemateca desde sua reabertura em dois mil e vinte e dois. A colaboração representa um marco importante para a preservação do cinema brasileiro, que enfrenta desafios significativos em termos de financiamento e infraestrutura.
A Cinemateca Brasileira, um espaço vital para a preservação do cinema nacional, busca constantemente formas de modernizar suas instalações e garantir a acessibilidade a todos os públicos. A parceria com a Netflix é um exemplo de como a união entre o setor privado e instituições culturais pode gerar resultados positivos para a sociedade.
Iniciativas como essa devem ser estimuladas pela sociedade civil, pois a preservação do patrimônio cultural é essencial para a identidade nacional. O apoio a projetos que visam revitalizar espaços culturais pode fazer uma diferença significativa na promoção da cultura e na valorização da diversidade do cinema brasileiro.

Samir Yazbek lança a "Trilogia Paulista", começando com "Sarah em São Paulo", que aborda a visita de Sarah Bernhardt em 1886 e questões sociais. A estreia está marcada para janeiro de 2025.

Milton Cunha assume a reitoria da Universidade Livre do Carnaval de Maricá em 16 de maio, ao lado de Evelyn Bastos. A instituição oferecerá mais de 60 formações e, futuramente, cursos superiores.

Macaco Branco, mestre de bateria da Unidos de Vila Isabel, promove roda de sambas de enredo no Teatro Rival Petrobras, celebrando a tradição e a cultura afro-brasileira.

A casa de Beth Carvalho, localizada na Praia de Cordeirinho, será transformada em um museu interativo. O projeto, anunciado em seu aniversário, envolve investimento de R$ 10 milhões e lançamento de livro sobre a artista.

O Sesc Sílvio Barbato, em Brasília, apresenta de 27 a 29 de junho o espetáculo gratuito "Os sonhos de Gaubi Beijodo: A dor e a delícia de ser quem é!", com Hugo Leonardo e direção de Denis Camargo. A peça aborda resiliência e identidade, com acessibilidade em Libras e audiodescrição na sessão de estreia.

O chef Vitor Oliveira, do Instituto de Artes Culinárias Le Cordon Bleu São Paulo, destaca a crescente demanda por pratos plant-based, evidenciada pelo esgotamento rápido de um jantar exclusivo e pela ampliação do currículo da escola. A busca por cursos vegetarianos aumentou 50% em março de 2025, levando à criação de novas formações em culinária e confeitaria.