A Cia. Repentistas do Corpo apresenta "Corpos Brasileiros" nos dias 30 de abril e 1º de maio de 2025, no Teatro Cacilda Becker, em São Paulo, com entrada gratuita. O espetáculo celebra a diversidade cultural brasileira por meio da dança, música e poesia, destacando influências indígenas, africanas e portuguesas. Com trilha sonora original de Edson X, a obra promete uma experiência sensorial que reafirma a identidade brasileira. A companhia, com mais de duas décadas de atuação, continua a inovar e dialogar com as tradições culturais do país.

A Cia. Repentistas do Corpo apresentará o espetáculo Corpos Brasileiros nos dias 30 de abril e 1º de maio de 2025, no Teatro Cacilda Becker, localizado na Lapa, em São Paulo. As apresentações ocorrerão às 21h e a entrada será gratuita. Este evento visa celebrar a diversidade cultural brasileira por meio da dança, música e poesia, destacando as influências que moldaram a identidade do país.
O espetáculo é uma homenagem às raízes culturais do Brasil, incorporando elementos da musicalidade nacional, como o Baião, o Samba, o Côco, o Ijexá e o Maracatu. A trilha sonora original, composta por Edson X, serve como base para os movimentos que evocam memórias e ancestralidades. Os criadores-intérpretes Cláudia Christ, Marcela Miyashita e Sérgio Rocha trazem para o palco suas vivências pessoais, transformando histórias em uma expressão poética vibrante.
O projeto foi contemplado na 36ª Edição do Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa. A companhia, que atua desde 2001, é reconhecida por sua pesquisa interdisciplinar que une dança, teatro, música e percussão corporal, sempre em diálogo com as manifestações culturais brasileiras.
Entre os espetáculos anteriores da companhia estão Cordel Encorpado (2001), Corpoemas (2004) e ReverberÁfrica (2021). A proposta artística da Cia. Repentistas do Corpo é reafirmar a importância da cultura brasileira, utilizando a dança como meio de expressão e reflexão sobre a identidade nacional.
A ficha técnica do espetáculo inclui a direção geral de Sérgio Rocha, com assistência de Cláudia Christ. A iluminação é de Ari Buccioni (in memoriam) e a operação de som está a cargo de Alex Olobardi. Os figurinos foram criados por Paolo Mandatti, enquanto a produção executiva é realizada pela Rocha Christ Produções Artísticas LTDA.
O Teatro Cacilda Becker, onde o espetáculo será realizado, está localizado na Rua Tito, 295, e possui acessibilidade. A classificação do evento é livre, e os ingressos podem ser retirados na bilheteira do teatro. Projetos culturais como Corpos Brasileiros são essenciais para a valorização da arte e da cultura no Brasil, e a união da sociedade pode fortalecer iniciativas que promovem a diversidade e a inclusão.

Entre 10 e 15 de setembro de 2025, o Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro recebe a Mostra de Cinemas Africanos, exibindo 15 longas e 5 curtas de 11 países africanos. O evento contará com a presença de cineastas renomados e integra a Temporada França-Brasil, promovendo a diversidade cultural do continente.

O musical "Luiz Melodia... De Arrepiar" revisitará os clássicos do cantor, como "Magrelinha" e "Pérola Negra", com estreia prevista para 2026 em São Paulo, após captação de R$ 7,2 milhões.

Ellyan, artista multifacetado, apresenta o curta "Originários", com o super-herói LGBTQ+ Vélox, inspirado em Pabllo Vittar, na 'Niterói Expo Geek' em outubro. O projeto celebra diversidade e liberdade.

João Moreira Salles lança "Minha terra estrangeira" no festival É Tudo Verdade, abordando a realidade indígena no Brasil com debates programados. O filme é uma colaboração com o Coletivo Lakapoy.

No dia 28 de setembro, um passeio gratuito de Maria Fumaça entre Campinas e Tanquinho promete resgatar a história ferroviária brasileira. A iniciativa, da Prefeitura de Campinas e da ABPF, oferece uma experiência única com paradas históricas e transporte gratuito. As inscrições começam em 20 de setembro, com apenas 40 vagas disponíveis.

No Festival LED, Chimamanda Ngozi Adichie e Conceição Evaristo destacaram a importância da diversidade na literatura e a força transformadora das histórias, promovendo uma troca simbólica de obras. A interação entre as autoras reforçou o compromisso de reescrever narrativas, valorizando a experiência negra e a educação como caminhos para empoderar jovens.