No dia 28 de setembro, um passeio gratuito de Maria Fumaça entre Campinas e Tanquinho promete resgatar a história ferroviária brasileira. A iniciativa, da Prefeitura de Campinas e da ABPF, oferece uma experiência única com paradas históricas e transporte gratuito. As inscrições começam em 20 de setembro, com apenas 40 vagas disponíveis.

No interior paulista, um passeio gratuito de Maria Fumaça entre Campinas e o distrito de Tanquinho será realizado no dia 28 de setembro. A iniciativa, promovida pela Prefeitura de Campinas em parceria com a Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF), visa resgatar a história das ferrovias brasileiras e proporcionar uma experiência nostálgica aos visitantes. As inscrições para o evento estarão abertas a partir de 20 de setembro, com vagas limitadas a 40 participantes.
O trajeto de aproximadamente 12 quilômetros será percorrido em uma locomotiva a vapor restaurada, uma das poucas em operação no Brasil. Durante o passeio, que tem duração de uma hora e meia, os passageiros poderão conhecer paradas históricas e desfrutar de um guia que compartilhará curiosidades sobre a importância das ferrovias na região. O evento também contará com uma lojinha que oferecerá lanches e lembranças.
Os interessados em participar devem se inscrever pelo site oficial do turismo de Campinas. Cada pessoa poderá reservar até dois convites por e-mail. O transporte até a estação de partida, localizada na Estação Anhumas, será gratuito, com saída da Feira Hippie, no Centro de Convivência Cultural Carlos Gomes. O retorno está programado para as 16h30, também com transporte incluído.
O passeio é uma oportunidade de vivenciar a história ferroviária, com direito a uma parada de 20 minutos para fotos e apreciação da paisagem. O cenário do percurso combina natureza e arquitetura ferroviária, evocando memórias de um tempo em que os trens eram essenciais para a mobilidade no Brasil.
A ABPF, responsável pela operação do passeio, tem como missão preservar a memória das ferrovias brasileiras desde sua fundação em 1977. A entidade realiza a restauração de locomotivas, vagões e estações, além de promover eventos que conectam história, cultura e lazer. Iniciativas como essa são fundamentais para educar o público sobre o impacto das ferrovias no desenvolvimento das cidades e economias brasileiras.
Projetos que valorizam o patrimônio cultural e histórico merecem apoio da sociedade civil. A união em torno de iniciativas como essa pode fortalecer a preservação da memória ferroviária e garantir que futuras gerações tenham acesso a experiências que conectam passado e presente.

A 22ª edição do Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá ocorrerá de 14 a 20 de julho, com recorde de 458 inscrições e o tema "Decolonizando a Amazônia", homenageando Silvino Santos. O festival, que começou em 1993 como um ato de resistência cultural, destaca-se por sua relevância na promoção do audiovisual nacional. Os filmes competirão pelo Troféu Coxiponé, que homenageia a etnia Bororo.

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília receberá a temporada "Amazônia em movimento" do Corpo de Dança do Amazonas, com apresentações de 9 a 27 de outubro. Os ingressos custarão R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada). A programação inclui seis espetáculos e uma oficina de dança contemporânea com Mário Nascimento, que visa promover intercâmbio cultural e formação de público. A companhia, que celebra 26 anos, já teve sucesso em Brasília e espera repetir a experiência.

Teatro Procópio Ferreira pode ser demolido para quitar dívida de Paulo Maluf. A vereadora Luna Zarattini busca preservar o espaço cultural histórico em São Paulo.

O Sesc levará 17 autoras à Feira Literária de Paraty (Flip) 2025, com mesas focadas em vozes femininas e temas como experiências editoriais independentes e poesia. O evento ocorrerá de 30 de julho a 3 de agosto.

Estão abertas as inscrições para a seletiva do Balé Flor do Cerrado até 15 de julho, com testes em 19 de julho. O festival O Maior São João do Cerrado ocorrerá de 13 a 17 de agosto de 2025, na Esplanada dos Ministérios.

Cine Brasília, o último cinema de rua da capital federal, tem atraído público com programação equilibrada entre filmes independentes e comerciais. Reformas visam modernizar o espaço e preservar sua arquitetura.