Vândalos tentaram furtar as esculturas de bronze do Chafariz dos Jacarés, no Rio, causando danos ao monumento. As peças serão retiradas para proteção, enquanto a prefeitura planeja reparos na estrutura.

Vândalos tentaram furtar as esculturas em bronze do Chafariz dos Jacarés, um monumento histórico tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), localizado no Passeio Público, no Centro do Rio de Janeiro. A Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos foi notificada sobre o ato no último sábado, e o secretário Diego Vaz determinou a retirada temporária das peças para protegê-las de novas ações criminosas.
Os jacarés, que integram a estrutura do chafariz, não sofreram danos, mas os criminosos removeram blocos de pedras que os protegiam, causando danos ao monumento. Para restaurar a segurança e a integridade da obra, será necessário elaborar um projeto para recolocar as rochas, permitindo que as esculturas sejam devolvidas ao local após os reparos.
Diego Vaz comentou sobre a gravidade da situação, afirmando que a ação dos vândalos demonstra um total desrespeito pelo patrimônio cultural da cidade. Ele destacou a audácia dos criminosos em mexer com pedras enormes de uma fonte tombada, um bem cultural inestimável. A retirada das esculturas é vista como a única forma de garantir sua segurança e proteger a estrutura original do chafariz.
As esculturas em bronze serão encaminhadas para um local seguro, sob a custódia da Gerência de Monumentos da Secretaria de Conservação. O objetivo é que elas sejam reinstaladas no chafariz após a conclusão dos reparos e da restauração da fonte, que foi criada por Mestre Valentim e datada de mil setecentos e oitenta e três.
O chafariz, conhecido como o Chafariz do Menino, é famoso por sua escultura de uma criança sentada sobre um barril, de onde a água jorra. Na parte traseira, quase escondidos pela vegetação, estão os dois jacarés modelados em bronze, que fazem parte de um conjunto maior, composto por escadarias e amuradas. A prefeitura acredita que as esculturas sejam de bronze puro, o que as torna ainda mais pesadas.
Nesta situação, a união da sociedade pode ser fundamental para garantir a preservação desse importante patrimônio cultural. A mobilização da comunidade pode ajudar a arrecadar recursos para a restauração e proteção de monumentos históricos, assegurando que futuras gerações possam desfrutar de sua beleza e significado.

Rio de Janeiro inicia sua jornada como Capital Mundial do Livro 2025 com evento cultural. O prefeito Eduardo Paes recebeu o título da Unesco, destacando a importância da leitura e da cultura na cidade. Mais de 200 atividades estão programadas até 2026, incluindo uma Bienal do Livro transformada em parque temático literário. A cerimônia misturou música, dança e tecnologia, homenageando grandes escritores e promovendo a inclusão social.

A exposição interativa "Mundo Zira" de Ziraldo estreia no CCBB em São Paulo, oferecendo uma experiência imersiva com suas obras icônicas de 16 de agosto a 27 de outubro. A mostra, que já atraiu milhares em outras cidades, promete encantar novas gerações.

O Teatro Sesc Paulo Autran, em Taguatinga, apresenta o espetáculo 'Taguá' de 6 a 8 de junho, com histórias reais de moradores, sob direção de André Araújo. A peça aborda temas como liberdade e resistência.

Cine Brasília inicia construção de anexo com cinemateca, atendendo demanda da comunidade cultural. Projeto visa preservar a memória cinematográfica da cidade e promover discussões.

O Festival Psica, principal evento musical do Norte do Brasil, confirmou Mano Brown, Marina Sena, BK e Wanderley Andrade para sua edição de 2025, que ocorrerá de 12 a 14 de dezembro em Belém. O festival destaca a diversidade sonora e prioriza artistas pretos e periféricos, prometendo uma programação rica e inovadora.

Botequins do Rio de Janeiro se transformam em centros culturais, promovendo eventos como aulas de Luiz Antonio Simas e lançamentos de livros de Alberto Mussa, fortalecendo a conexão entre arte e espaço público.