Vândalos tentaram furtar as esculturas de bronze do Chafariz dos Jacarés, no Rio, causando danos ao monumento. As peças serão retiradas para proteção, enquanto a prefeitura planeja reparos na estrutura.

Vândalos tentaram furtar as esculturas em bronze do Chafariz dos Jacarés, um monumento histórico tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), localizado no Passeio Público, no Centro do Rio de Janeiro. A Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos foi notificada sobre o ato no último sábado, e o secretário Diego Vaz determinou a retirada temporária das peças para protegê-las de novas ações criminosas.
Os jacarés, que integram a estrutura do chafariz, não sofreram danos, mas os criminosos removeram blocos de pedras que os protegiam, causando danos ao monumento. Para restaurar a segurança e a integridade da obra, será necessário elaborar um projeto para recolocar as rochas, permitindo que as esculturas sejam devolvidas ao local após os reparos.
Diego Vaz comentou sobre a gravidade da situação, afirmando que a ação dos vândalos demonstra um total desrespeito pelo patrimônio cultural da cidade. Ele destacou a audácia dos criminosos em mexer com pedras enormes de uma fonte tombada, um bem cultural inestimável. A retirada das esculturas é vista como a única forma de garantir sua segurança e proteger a estrutura original do chafariz.
As esculturas em bronze serão encaminhadas para um local seguro, sob a custódia da Gerência de Monumentos da Secretaria de Conservação. O objetivo é que elas sejam reinstaladas no chafariz após a conclusão dos reparos e da restauração da fonte, que foi criada por Mestre Valentim e datada de mil setecentos e oitenta e três.
O chafariz, conhecido como o Chafariz do Menino, é famoso por sua escultura de uma criança sentada sobre um barril, de onde a água jorra. Na parte traseira, quase escondidos pela vegetação, estão os dois jacarés modelados em bronze, que fazem parte de um conjunto maior, composto por escadarias e amuradas. A prefeitura acredita que as esculturas sejam de bronze puro, o que as torna ainda mais pesadas.
Nesta situação, a união da sociedade pode ser fundamental para garantir a preservação desse importante patrimônio cultural. A mobilização da comunidade pode ajudar a arrecadar recursos para a restauração e proteção de monumentos históricos, assegurando que futuras gerações possam desfrutar de sua beleza e significado.

Milton Cunha assume a reitoria da Universidade Livre do Carnaval de Maricá em 16 de maio, ao lado de Evelyn Bastos. A instituição oferecerá mais de 60 formações e, futuramente, cursos superiores.

Entre 10 e 15 de setembro de 2025, o Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro recebe a Mostra de Cinemas Africanos, exibindo 15 longas e 5 curtas de 11 países africanos. O evento contará com a presença de cineastas renomados e integra a Temporada França-Brasil, promovendo a diversidade cultural do continente.

BNDES destina R$ 50 milhões para a recuperação do Museu Nacional, que reabrirá parcialmente em junho de 2024 e totalmente entre 2027 e 2028, após incêndio devastador em 2018.

O governo liberou R$ 7,9 milhões para o Festival Pelourinho Cultural, que terá programação gratuita em Salvador, com shows, oficinas e espetáculos, promovendo a cultura baiana. A iniciativa busca fortalecer a identidade cultural local.

Intervenção no Viaduto do Chá, prevista para agosto, visa reabrir a galeria Prestes Maia, que enfrenta infiltrações. Novos projetos culturais e um bar de música estão sendo implementados na área.

Leandro de Souza, bailarino e coreógrafo, apresenta "Eles Fazem Dança Contemporânea" na Mostra Paralela do Festival de Avignon, abordando racismo e a representação do corpo negro na dança. A obra, que questiona a percepção do corpo negro, destaca a intersecção entre dança e artes plásticas, promovendo uma reflexão profunda sobre identidade e expressão.