A Prefeitura de Niterói apresentou à Câmara Municipal o projeto "Vida Nova no Morro", que visa transformar 83 comunidades com um investimento de US$ 117 milhões do BID, beneficiando mais de 150 mil pessoas. A iniciativa, liderada pelo arquiteto Sérgio Magalhães, busca melhorias habitacionais e desenvolvimento social, incluindo infraestrutura, saúde e educação, promovendo dignidade e qualidade de vida.

A Prefeitura de Niterói enviou à Câmara Municipal, na noite de terça-feira (5), uma proposta chamada Vida Nova no Morro. O projeto tem como objetivo transformar 83 comunidades da cidade, beneficiando mais de 150 mil pessoas. O investimento previsto é de US$ 117 milhões, oriundos de um empréstimo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com garantia da União. O arquiteto e urbanista Sérgio Magalhães, conhecido por seu trabalho no projeto Favela-Bairro, lidera a iniciativa.
A proposta busca melhorias habitacionais e desenvolvimento social, inspirando-se em modelos de reurbanização anteriores. As ações incluem a instalação de banheiros, reboco e pintura das fachadas das residências, além de melhorias na ventilação e iluminação. O foco é garantir dignidade e qualidade de vida à população, respeitando princípios de sustentabilidade.
A Coordenadoria de Relacionamento com o Cidadão do Município está desenvolvendo um aplicativo para mapear informações detalhadas sobre cada comunidade. A primeira fase da ferramenta já foi concluída e está em testes. A prefeitura também solicitou parceria com a ONU-Habitat para um mapeamento mais preciso de 20 comunidades, o que deve auxiliar na formulação de políticas públicas eficazes.
O projeto Vida Nova no Morro é estruturado em quatro eixos principais: desenvolvimento socioeconômico, melhorias habitacionais, urbanização integrada e resiliência urbana, e fortalecimento institucional. O principal objetivo é enfrentar o déficit habitacional e a inadequação das moradias. Entre as ações previstas estão o acesso ampliado a serviços de saúde, educação, cultura, esporte e lazer, além de programas de capacitação profissional e incentivo ao empreendedorismo local.
No eixo de urbanização, a iniciativa prioriza a implantação de infraestrutura, com atenção especial à segurança climática e à valorização dos espaços públicos. O projeto também busca fortalecer o sentimento de pertencimento das comunidades, promovendo desenvolvimento social e econômico através da participação ativa dos moradores.
Iniciativas como essa são fundamentais para transformar a realidade das comunidades. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para apoiar projetos que visam melhorar as condições de vida e promover a inclusão social. Juntos, podemos fazer a diferença e ajudar a construir um futuro melhor para todos.

A Suécia, que no início do século XX era um dos países mais pobres da Europa, hoje é referência em desenvolvimento, enquanto o Brasil enfrenta profundas desigualdades sociais e econômicas. A proposta do PACD visa unir esforços de diversos setores para combater essas desigualdades, com a coordenação da Presidência da República e a participação de todos os níveis de governo e sociedade civil.

A pesquisa recente destaca a implementação de políticas habitacionais em Fortaleza, abordando avanços e desafios na promoção da igualdade urbana nas duas primeiras décadas do século 21. A luta pela reforma urbana busca garantir moradia e infraestrutura de qualidade para diversas classes sociais.

Bruna Aiiso destaca a falta de representatividade de artistas asiáticos na TV. A atriz apresentou uma palestra nos Estúdios Globo, abordando racismo e estereótipos.

Porto Alegre realizará a Semana da Superação e da Solidariedade entre 5 e 9 de maio, relembrando a maior enchente da história do Rio Grande do Sul e homenageando os voluntários que ajudaram na tragédia. O evento incluirá debates sobre prevenção e a entrega de câmeras de videomonitoramento.

Ana Maria Gonçalves, autora de "Um Defeito de Cor", foi eleita o melhor livro da literatura brasileira do século 21 e se candidatou à Academia Brasileira de Letras, podendo fazer história como a primeira mulher negra a ingressar na instituição.

A partir de 2 de março de 2026, a perícia para o Benefício de Prestação Continuada (BPC) terá regras unificadas entre Justiça e INSS, com avaliação biopsicossocial. A mudança visa evitar distorções nas concessões e foi aprovada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) após um aumento significativo de pedidos no Judiciário. A nova abordagem garantirá uma análise mais completa, envolvendo aspectos médicos e sociais, refletindo um avanço na política assistencial.