A Orkestra Popular Barracão, fundada em 2017 em Duque de Caxias, promove cultura afro-brasileira e gera oportunidades musicais, mobilizando até 28 pessoas em suas apresentações. O projeto, liderado por Victor Bruno, tem impacto significativo na comunidade, oferecendo acesso à música e autoconhecimento.

A Orkestra Popular Barracão (OPB) foi fundada em 2017 no bairro São Bento, em Duque de Caxias, dentro do terreiro Ilê Axé Odé Oran Caruanã, sob a liderança de Mãe Gilda de Oxóssi. O músico e educador Victor Bruno, neto de Mãe Gilda, iniciou o projeto com oficinas musicais aos domingos, que resultaram no espetáculo "Nós Somos o Barracão". Bruno destaca que o projeto preencheu um vazio em sua vida, unindo suas vocações de professor e músico.
Desde sua criação, a OPB tem se expandido, com a construção do estúdio Treme Terra em 2019, onde gravações e novas atividades são realizadas. Ao longo de 2018, a orquestra alfabetizou musicalmente muitos membros da comunidade, contando com a colaboração de artistas convidados. A relação entre a Orkestra e o terreiro é forte, com muitos integrantes vindo de terreiros ou sem ligação direta com religiões de matriz africana, refletindo a interseção entre o sagrado e o musical.
Atualmente, a OPB conta com treze músicos, incluindo bateria, percussão, guitarra, baixo e sopros. Em grandes apresentações, a equipe pode mobilizar até 28 pessoas, abrangendo áreas como produção, fotografia e direção artística. O impacto da Orkestra na região é significativo, levando música e cultura a quem muitas vezes não teve acesso a essas oportunidades. O reconhecimento no cenário cultural da Baixada Fluminense tem crescido, com apoio de redes culturais como o Museu Vivo do São Bento.
Os integrantes da OPB compartilham experiências transformadoras. Ana Flávia Quitete, saxofonista, relata que o projeto foi seu primeiro contato com a música, permitindo acesso a um instrumento. Jefferson Borges, percussionista, destaca que a música se tornou seu refúgio e orgulho após ingressar na Orkestra. Yasmin Matias, vocalista, menciona que a banda a ajudou a superar um momento difícil, transformando-se em uma família acolhedora.
Thaísa Fernandes, musicista, expressa seu orgulho de fazer parte da OPB, ressaltando a singularidade do projeto, que mistura ritmos e histórias. Castrin, baixista e diretor musical, enfatiza a metodologia prática adotada, que valoriza a vivência da Baixada e a paixão pela música. Essa abordagem resulta em uma sonoridade única, marcada por uma história de superação e amor à arte.
Iniciativas como a Orkestra Popular Barracão merecem ser apoiadas e ampliadas. A união da comunidade pode proporcionar mais oportunidades e recursos para projetos culturais que promovem a identidade e a cultura afro-brasileira. Juntos, podemos fortalecer ações que impactem positivamente a vida de muitos na região.

Foi inaugurada uma Agência do Trabalhador no Sol Nascente, com investimentos de R$ 63,8 milhões para requalificação da área. O governador Ibaneis Rocha destaca a dignidade e respeito aos moradores.

A conexão social é vital para a saúde mental e física, com estudos da Universidade de Oregon e da Universidade do Sul da Austrália mostrando que o pertencimento comunitário reduz sintomas de ansiedade e depressão.

O programa Piauí Saúde Digital, com teleconsultas e IA, reduziu em mais de 27% a mortalidade por infarto e AVC em um ano, melhorando o acesso à saúde no estado. A telemedicina se destaca como solução para desigualdade no atendimento médico.

A Câmara dos Deputados votará o Projeto de Lei 2628/22, que visa proteger crianças e adolescentes online, após a repercussão de um vídeo do influenciador Felca sobre a sexualização infantil. O projeto, já aprovado no Senado, inclui medidas rigorosas contra a adultização, como controle parental e restrições à publicidade.

A academia de artes marciais Olímpica, dirigida por Alysson Vicuña, promove saúde e disciplina em Taguatinga, destacando a rica tradição local em lutas como taekwondo e jiu-jitsu. O professor ressalta a importância das artes marciais na transformação pessoal e no combate a preconceitos.

O edifício São João, no centro de São Paulo, terá três painéis publicitários que cobrirão até 25% de sua fachada, arrecadando R$ 7,49 milhões para restauração. A intervenção foi aprovada pela CPPU e deve durar 18 meses.