Hospitais estão implementando receitas médicas eletrônicas para evitar erros de interpretação, melhorando a segurança dos pacientes e modernizando a prática médica. A caligrafia ilegível dos médicos, resultado da pressão do dia a dia e da complexidade da terminologia, é um problema reconhecido que pode ter consequências graves.

Para minimizar os erros na interpretação de receitas médicas, muitos hospitais estão implementando o uso de receitas eletrônicas. Essa mudança visa aumentar a segurança dos pacientes, uma vez que confusões na leitura podem resultar em consequências graves. O problema da caligrafia ilegível dos médicos é frequentemente alvo de piadas, mas especialistas apontam que a questão vai além da letra.
A médica Moreno explica que a dificuldade não se resume à caligrafia, mas também à rotina intensa e à complexidade da terminologia médica. "Escrevemos centenas de notas por dia, muitas vezes com pressa", afirma. Além disso, a utilização de termos longos e complicados, como hidroxicloroquina e metilprednisolona, contribui para a dificuldade na escrita.
Outro fator que impacta a legibilidade das receitas é o desgaste físico e mental dos profissionais de saúde. Médicos que enfrentam longos plantões, que podem chegar a 24 horas, atendem a um grande número de pacientes, o que compromete a coordenação motora fina. "Depois de tantas horas e tantos atendimentos, escrever com capricho deixa de ser prioridade", ressalta Moreno.
Com a adoção de receitas médicas eletrônicas, muitos hospitais buscam evitar erros que podem custar vidas. Em alguns países, o uso de sistemas eletrônicos para prescrições já é obrigatório, refletindo uma tendência global em direção à modernização da prática médica. Essa mudança é vista como essencial para garantir a segurança dos pacientes e a eficácia dos tratamentos.
Embora a caligrafia dos médicos seja motivo de brincadeiras, a situação revela a necessidade de melhorias na prática médica. A implementação de tecnologias que facilitam a comunicação entre profissionais de saúde e pacientes é um passo importante para reduzir riscos e aumentar a confiança no sistema de saúde.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos. Projetos que visam a modernização e a segurança na saúde devem ser apoiados pela sociedade civil, garantindo que todos tenham acesso a um atendimento mais seguro e eficiente.

Dan Ioschpe foi nomeado "high-level climate champion" da COP30, que ocorrerá no Brasil em novembro, visando engajar setores diversos na redução de emissões e atração de US$ 1,3 trilhão em financiamento climático.

Ana Luzia Frazão Alhadeff, empreendedora maranhense, fundou a Doce Pedaço Biscoitos Finos após o nascimento da filha com paralisia cerebral. A marca já exporta para o México e projeta faturar R$ 220 mil em 2025.

O Maranhão fez história ao realizar seu primeiro transplante de coração pelo SUS, beneficiando um homem de 68 anos no Hospital Universitário da UFMA. O governador Carlos Brandão destacou a importância do feito para a saúde pública do estado. Em 2024, o Brasil alcançou um recorde de mais de 30.000 transplantes pelo SUS, evidenciando o crescimento de 18% em relação a 2022.

A 14ª edição da Mostra Ecofalante de Cinema ocorrerá em São Paulo de 28 de maio a 11 de junho de 2025, com 125 filmes de 33 países, destacando obras dirigidas por mulheres e homenageando Hermano Penna. O evento, gratuito, contará com debates sobre questões socioambientais e a exibição de documentários impactantes, como "O Efeito Casa Branca".

A hesitação vacinal, discutida no Congresso de Pediatria do Estado do Rio de Janeiro, exige diálogo e confiança, não apenas informação. A construção da confiança é essencial para reverter a desconfiança nas vacinas.

Iniciaram as gravações do documentário "A Engenharia do Crime", que examina o impacto do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, focando nas famílias das vítimas e na memória coletiva. A produção, dirigida por Fernanda Araújo, é baseada no livro-reportagem de Murilo Rocha e Lucas Ragazzi.