Hospitais estão implementando receitas médicas eletrônicas para evitar erros de interpretação, melhorando a segurança dos pacientes e modernizando a prática médica. A caligrafia ilegível dos médicos, resultado da pressão do dia a dia e da complexidade da terminologia, é um problema reconhecido que pode ter consequências graves.

Para minimizar os erros na interpretação de receitas médicas, muitos hospitais estão implementando o uso de receitas eletrônicas. Essa mudança visa aumentar a segurança dos pacientes, uma vez que confusões na leitura podem resultar em consequências graves. O problema da caligrafia ilegível dos médicos é frequentemente alvo de piadas, mas especialistas apontam que a questão vai além da letra.
A médica Moreno explica que a dificuldade não se resume à caligrafia, mas também à rotina intensa e à complexidade da terminologia médica. "Escrevemos centenas de notas por dia, muitas vezes com pressa", afirma. Além disso, a utilização de termos longos e complicados, como hidroxicloroquina e metilprednisolona, contribui para a dificuldade na escrita.
Outro fator que impacta a legibilidade das receitas é o desgaste físico e mental dos profissionais de saúde. Médicos que enfrentam longos plantões, que podem chegar a 24 horas, atendem a um grande número de pacientes, o que compromete a coordenação motora fina. "Depois de tantas horas e tantos atendimentos, escrever com capricho deixa de ser prioridade", ressalta Moreno.
Com a adoção de receitas médicas eletrônicas, muitos hospitais buscam evitar erros que podem custar vidas. Em alguns países, o uso de sistemas eletrônicos para prescrições já é obrigatório, refletindo uma tendência global em direção à modernização da prática médica. Essa mudança é vista como essencial para garantir a segurança dos pacientes e a eficácia dos tratamentos.
Embora a caligrafia dos médicos seja motivo de brincadeiras, a situação revela a necessidade de melhorias na prática médica. A implementação de tecnologias que facilitam a comunicação entre profissionais de saúde e pacientes é um passo importante para reduzir riscos e aumentar a confiança no sistema de saúde.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos. Projetos que visam a modernização e a segurança na saúde devem ser apoiados pela sociedade civil, garantindo que todos tenham acesso a um atendimento mais seguro e eficiente.

A série "Pssica", recém-lançada na Netflix, aborda o tráfico sexual de menores no Pará, sob a direção de Quico Meirelles, com um elenco talentoso e produção visual marcante.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 15.133/2025, que garante cirurgias reconstrutivas de lábio leporino e fenda palatina pelo SUS, incluindo acompanhamento pós-operatório. A medida visa melhorar a saúde e o desenvolvimento de cerca de 15 crianças que nascem diariamente com essa condição no Brasil.

A diversidade está moldando o empreendedorismo no Brasil, com mulheres e negros em destaque. No Web Summit Rio, Tarciana Medeiros, do Banco do Brasil, anunciou que 40% dos empréstimos a pequenas empresas são para negócios liderados por mulheres. O fundo Sororitê Ventures, com R$ 25 milhões, investe em startups com fundadoras mulheres, enquanto a L’Oréal lançou um programa para influenciadores negros, visando aumentar a representação no mercado.

O governo de Alagoas anunciou a lista de 3.505 aprovados no programa CNH do Trabalhador, que oferece a primeira Carteira Nacional de Habilitação gratuita a pessoas de baixa renda. Com mais de 103 mil inscrições, a iniciativa visa facilitar o acesso ao mercado de trabalho. Os candidatos podem consultar seus nomes no site do Detran/AL e iniciar o processo de habilitação, que inclui exames e cursos em Centros de Formação de Condutores.

A Casa de Saúde São José, no Humaitá, reabrirá sua maternidade após modernização de R$ 21 milhões, com previsão entre outubro e novembro. A unidade terá 21 leitos reformados e UTIs especializadas.

O festival Latinidades, que homenageia Lélia Gonzalez, ocorre até 31 de julho de 2025, com programação diversificada e apoio da Shell Brasil, destacando a força das mulheres negras na cultura. Com shows de artistas como Luedji Luna e Karol Conká, o evento se expande por Brasília, promovendo a inclusão e a valorização da cultura afro-latina.