A Semana da Luta Antimanicomial foi inaugurada no Caps II de Taguatinga, promovendo inclusão social e valorização do cuidado em liberdade. O evento, que ocorre até sexta-feira, inclui palestras e oficinas.
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), através do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) II de Taguatinga, inaugurou a Semana da Luta Antimanicomial nesta segunda-feira (12). Com o tema “Abrindo caminhos”, o evento se estende até sexta-feira (16) e tem como foco a valorização dos serviços substitutivos em saúde mental, promovendo o cuidado em liberdade e a inclusão social de pessoas em sofrimento psíquico.
A gerente da unidade, Aline Canuto, ressaltou a importância dessas ações para fortalecer os vínculos entre usuários, profissionais e a sociedade. “Esses momentos de cuidado e acolhimento mostram que essas pessoas fazem parte da comunidade e têm direito à saúde mental com dignidade”, afirmou. A programação de abertura incluiu um café da manhã especial, uma oficina de automaquiagem e uma palestra sobre “Autocuidado e respeito aos processos da vida”, conduzida pela psicóloga Kisla Veiga.
Kisla Veiga enfatizou que a luta antimanicomial deve ser mantida nas políticas públicas e também dentro de cada indivíduo. “Desenvolver uma saúde mental de qualidade requer autoconhecimento e equilíbrio”, destacou. O paciente do Caps II, Mateus Gonçalves, compartilhou sua experiência, afirmando que o Caps foi crucial em um momento difícil de sua vida, ajudando-o a se reconectar com a realidade.
Durante a semana, a programação inclui palestras, apresentações culturais, Práticas Integrativas em Saúde (PIS) e um bazar, entre outras atividades. Os serviços substitutivos ao modelo hospitalar visam oferecer um cuidado mais próximo da comunidade, respeitando os vínculos sociais dos usuários. O Caps II atende cerca de 250 pessoas diariamente, com uma equipe multidisciplinar composta por 25 profissionais, incluindo médicos e assistentes sociais.
O Caps II é um serviço de porta aberta, permitindo que os usuários acessem atendimento sem necessidade de encaminhamento. O acolhimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, atendendo as Regiões de Saúde Sudoeste e Oeste. Este modelo de atendimento humanizado é fundamental para garantir que as pessoas com transtornos mentais graves e persistentes possam manter suas rotinas e laços sociais.
Iniciativas como a Semana da Luta Antimanicomial são essenciais para promover a inclusão e o cuidado em saúde mental. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para apoiar projetos que visem a melhoria da qualidade de vida de pessoas em sofrimento psíquico, ajudando a construir um futuro mais justo e solidário.

O projeto TDAH Levado a Sério na Escola já capacitou mais de quinhentos educadores em oitenta escolas no Brasil, promovendo inclusão e conscientização sobre o TDAH. A iniciativa, da Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA), busca transformar a percepção sobre o transtorno, iluminando o Congresso Nacional em laranja para aumentar a visibilidade e garantir direitos a quem convive com a condição.

O Instituto Federal do Amapá (IFAP) inaugurará o primeiro campus fluvial do Brasil, atendendo comunidades ribeirinhas com cursos em energias renováveis, agricultura e turismo, oferecendo 800 vagas anuais. Essa iniciativa, apoiada pelos ministros Waldez Góes e Camilo Santana, visa expandir a educação profissional e reduzir desigualdades no estado. O campus será acessível por embarcações, focando na formação de ribeirinhos e na valorização das atividades locais.

Uma nova lei sancionada pelo presidente Lula garante acompanhamento nutricional a pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A medida visa melhorar a saúde e a qualidade de vida de aproximadamente 2 milhões de brasileiros com TEA, que frequentemente enfrentam seletividade alimentar.

O Teatro Sarah promoveu um show emocionante com Letícia Sabatella e Paulo Braga, destacando a arte como ferramenta de reabilitação para pacientes. A iniciativa reforça a importância da cultura na recuperação. A apresentação, parte do programa Arte e Reabilitação, trouxe homenagens de pacientes, que relataram experiências transformadoras. A presidente da Rede Sarah, Lúcia Willadino, enfatizou que a cultura é essencial para um tratamento humanizado.

Movimento "Pela Vida Além do Trabalho" propõe fim da jornada 6x1 no Brasil, com apoio popular e PEC da deputada Erika Hilton. A mudança visa melhorar saúde e vínculos familiares, enfrentando desigualdades sociais.

Maiara Oliveira da Silva, baleada em operação policial no Complexo da Maré, perdeu o feto e enfrenta sequelas. O podcast "Visão de Dentro" destaca a importância da perícia e da justiça para vítimas de violência.