Relatório revela que 83 das 138 praças do subúrbio carioca apresentam riscos para crianças. Prefeitura lança edital para concessão de parques com investimento de R$ 48,9 milhões, visando melhorias na infraestrutura.

Longe das áreas mais privilegiadas do Rio de Janeiro, as praças do subúrbio carioca enfrentam sérios problemas de infraestrutura, como acúmulo de lixo e falta de manutenção. Essa realidade desigual nos espaços públicos de lazer foi evidenciada no relatório "Qual criança tem o direito de brincar?", elaborado pela equipe da vereadora Thais Ferreira. O estudo, divulgado recentemente, revela que das 138 praças avaliadas, 83 apresentam riscos para crianças, com a maioria dos problemas concentrados nas zonas Norte e Oeste da cidade.
Entre as praças mais problemáticas estão a Amor de Núbia, em Santíssimo, e a Praça Juan Espanhol, em Água Santa. O levantamento identificou que apenas um local na Zona Sul apresentava riscos, enquanto 89% dos problemas foram registrados nas periferias. Apenas 38 praças tinham brinquedos em bom estado, e a acessibilidade é quase inexistente nas áreas mais afetadas, com apenas três praças acessíveis na Zona Sul.
O relatório também destacou a falta de itens básicos, como iluminação adequada e lixeiras, que contribuem para a degradação dos espaços. A vereadora Thais Ferreira enfatizou que "brincar também é um direito", mas que muitas crianças não têm esse direito garantido devido à negligência do poder público. Em resposta aos dados alarmantes, o mandato da vereadora fez 117 indicações à prefeitura solicitando reparos e intervenções nas praças.
Em uma tentativa de melhorar a situação, a prefeitura do Rio lançou um edital para a concessão de seis parques públicos, com um investimento de R$ 48,9 milhões nos primeiros três anos. Os parques Madureira, Garota de Ipanema, Dois Irmãos, da Cidade e Célio Lupparelli serão concedidos por trinta anos, com a promessa de manter o acesso gratuito e uma gestão compartilhada entre o setor público e privado.
O programa Parques Cariocas, que prevê mais de R$ 1 bilhão em investimentos na requalificação de áreas verdes, busca promover melhorias na infraestrutura e na experiência dos usuários. O prefeito Eduardo Paes afirmou que o modelo de concessão não se trata de privatização, mas sim de uma parceria que visa beneficiar a população e o meio ambiente.
Neste contexto, é fundamental que a sociedade civil se mobilize para apoiar iniciativas que promovam a revitalização dos espaços públicos. A união em torno de projetos que visem a melhoria das praças e parques pode fazer a diferença na vida das crianças e famílias que dependem desses locais para lazer e convivência. Juntos, podemos transformar a realidade dos espaços públicos e garantir que todos tenham acesso ao direito de brincar.

A médica neonatologista Lilia Maria Caldas Embiruçu, com vasta experiência em cuidados paliativos, acolhe famílias em luto e promove dignidade na despedida de bebês. A nova lei garante apoio humanizado e capacitação a profissionais de saúde.

MC Hariel investiu R$ 2,5 milhões na Zaori, sua produtora cultural em São Paulo, focada em apoiar artistas periféricos e promover a formação profissional. A iniciativa visa criar um espaço colaborativo para novos talentos.

Meninas na América Latina dedicam quase o dobro do tempo que meninos a tarefas domésticas, revela estudo do Unicef. A Corte Interamericana de Direitos Humanos reconhece o cuidado como um direito a ser garantido.

A Cisco e o Senac-PA oferecem quinhentas vagas para cursos gratuitos em TI, visando atender à demanda da COP 30 em Belém. As aulas começam em julho, promovendo a empregabilidade na Amazônia.

ExpoFavela Innovation 2025 terá etapas em 17 estados e uma internacional na França. O evento conecta empreendedores de favelas a investidores, promovendo negócios e visibilidade.

Um estudo da USP revela que a herança indígena no DNA brasileiro é de 13%, superando estimativas anteriores. A pesquisa identificou 8 milhões de variantes genéticas, algumas deletérias, com implicações para a saúde e medicina de precisão.