O Presença Festival retorna em 2025 no Rio de Janeiro, destacando artistas trans como Urias e Jaloo na abertura, com uma programação diversificada que inclui teatro, dança e cultura quilombola. O evento, que ocorre de 6 a 13 de junho, visa amplificar vozes plurais e promover a inclusão.

O Presença Festival retorna em 2025, trazendo uma programação diversificada que celebra a inclusão e a pluralidade nas artes. O evento será realizado em três locais no Rio de Janeiro, com a abertura marcada para o dia 6 de junho, às 19h, no Circo Voador. As artistas trans Urias e Jaloo serão as protagonistas dessa edição, prometendo um espetáculo que destaca a riqueza das vozes contemporâneas brasileiras.
Jaloo expressou sua empolgação ao afirmar: "É uma grande honra! Eu acho muito incrível essa plataforma que está me sendo entregue." A artista, que mistura indie, eletrônico e pop experimental, busca não apenas entreter, mas também inspirar e representar a comunidade trans. Urias, por sua vez, apresentará um novo recorte de sua carreira, antecipando o lançamento de seu álbum intitulado Epígrafe.
O festival, que chega à sua quarta edição, é patrocinado pela Shell e contará com uma programação que inclui teatro, dança, literatura, gastronomia e cultura quilombola, além das balls inspiradas na cena ballroom de Nova York. O line-up do Circo Voador inclui artistas como Rico Dalasam e Lia Clark, além de DJs como Valentina Luz e Aurora Borealis, refletindo a diversidade da cena artística brasileira.
José Menna Barreto, diretor artístico e curador do evento, destacou a importância da curadoria da abertura, que visa dar visibilidade a artistas trans e não-binários. Ele afirmou: "Essas artistas têm produzido trabalhos potentes, inovadores e profundamente conectados com o nosso tempo." O festival busca ser uma plataforma de protagonismo e inclusão, ampliando o espaço para vozes que muitas vezes são marginalizadas.
Jaloo, que lançou o disco MAU em 2023, promete um repertório que mescla suas novas músicas com clássicos de sua carreira. Ela enfatizou sua identidade como travesti e a importância de ser uma inspiração para jovens que estão se descobrindo. "Eu sou terrorista de gênero, como diz a Linn da Quebrada," afirmou, ressaltando a complexidade de sua vivência e a liberdade de expressão que busca transmitir.
O Presença Festival é uma oportunidade única para celebrar a diversidade e a inclusão nas artes. Projetos que promovem a visibilidade e o protagonismo de artistas de diferentes identidades devem ser apoiados pela sociedade civil. A união em torno de iniciativas como essa pode fazer a diferença na vida de muitos, ampliando o alcance e a representatividade na cultura brasileira.

A cantora Simony, em remissão de câncer de intestino, reflete sobre sua recuperação e lamenta a morte de Preta Gil, amiga que também enfrentou a doença. Ela prioriza o autocuidado e realiza seus sonhos.

A partir de 18 de agosto de 2025, a Caixa Econômica Federal iniciará o pagamento do Bolsa Família e do Auxílio Gás, com valor de R$ 108, priorizando regiões em emergência climática. Cerca de 19,2 milhões de famílias receberão o Bolsa Família e 5,1 milhões o Auxílio Gás, que visa aliviar o custo do gás de cozinha. O pagamento será antecipado em algumas áreas afetadas por desastres climáticos.

Bebê com rara deficiência genética se torna o primeiro a receber tratamento de edição genética CRISPR personalizado, apresentando resultados promissores que podem revolucionar terapias para doenças genéticas raras.

Estudo da PUC-RJ revela que o isolamento social pode beneficiar ratos ansiosos temporariamente, mas prejudica os menos ansiosos. Pesquisadores alertam que essa não é uma solução saudável a longo prazo.

O programa "Rouanet nas Favelas" destinará R$ 5 milhões para projetos culturais em cinco cidades, promovendo inclusão e reparação histórica nas comunidades periféricas. A iniciativa visa democratizar o acesso à cultura, rompendo com a exclusão histórica e gerando impacto econômico e simbólico nas favelas.

O trabalho doméstico no Brasil está em transformação, com aumento de cuidadores pessoais, especialmente de idosos, refletindo a demanda crescente por assistência. Apesar disso, a precarização persiste, afetando principalmente mulheres negras.