A Flipei 2025, Festa Literária Pirata das Editoras Independentes, será gratuita e se expandirá para cinco dias, com mais de 200 editoras e 28 debates programados. O evento contará com apoio do ProAC e Lei Rouanet.

A Flipei, Festa Literária Pirata das Editoras Independentes, realizará sua segunda edição em São Paulo entre os dias 6 e 10 de agosto de 2025. O evento, que ocorrerá na Praça das Artes, será gratuito tanto para os visitantes quanto para as editoras participantes. Segundo Cauê Seignemartin Ameni, um dos organizadores, a iniciativa busca aumentar o público e a diversidade de editoras, contrastando com outros eventos literários que cobram taxas de participação.
No ano anterior, a Flipei foi realizada em um espaço fechado e contou com a presença de cerca de doze mil pessoas por dia. Para a edição de 2025, a programação se expandiu para cinco dias, com mais de duzentas editoras já confirmadas e vinte e oito debates agendados, um aumento significativo em relação ao ano anterior. O evento também receberá apoio financeiro do Programa de Ação Cultural (ProAC) e da Lei Rouanet.
Entre os convidados internacionais, destacam-se o japonês Kohei Saito, autor de "O Capital no Antropoceno", e a escritora surinamesa Cynthia McLeod, de oitenta e oito anos, cuja obra está sendo resgatada pela editora Pinard. A programação incluirá ainda a boliviana Silvia Cusicanqui e a franco-argelina Louisa Yousif, além de autores brasileiros como Lilia Guerra e Acauam Oliveira.
O evento também contará com atrações musicais, incluindo o rapper Rincon Sapiência e o grupo Ilú Obá de Min. A Flipei, que começou como uma "festa pirata" paralela à Flip, busca agora se consolidar como um espaço inclusivo e acessível para a literatura independente, promovendo um ambiente de diálogo e troca cultural.
O novo formato da Flipei visa não apenas democratizar o acesso à literatura, mas também fortalecer a presença de editoras independentes no cenário literário brasileiro. A mudança para um espaço aberto e a eliminação das taxas de participação são passos significativos para tornar o evento mais acolhedor e diversificado.
Iniciativas como a Flipei são essenciais para fomentar a cultura e a literatura no Brasil. A união da sociedade civil pode ser um motor para apoiar e expandir projetos que promovam a diversidade cultural e a inclusão, garantindo que vozes independentes tenham espaço e visibilidade.

Políticas habitacionais e trabalhistas no Brasil impõem barreiras que dificultam a vida dos pobres, como exigências de lotes maiores e restrições a estágios, exacerbando a desigualdade social.

Em 2024, o Maranhão se destaca com 80% de seus presos trabalhando, superando a meta do Plano Nacional Pena Justa, que visa ressocialização e redução da reincidência. O programa estadual promove dignidade e oportunidades.

A nova redação da Norma Regulamentadora 1 (NR-1) reconhece os riscos psicossociais no trabalho, refletindo um avanço na saúde mental dos trabalhadores em meio à pressão da sociedade do desempenho.

O Governo Federal e o Governo do Ceará inauguraram o setor 1 do Projeto Malha D’Água, que beneficiará 280 mil pessoas com água tratada em nove municípios, com investimento de R$ 675 milhões. A obra é um marco na segurança hídrica da região semiárida.

O livro "O Privilégio dos Dois Pais", de Melissa S. Kearney, revela a vulnerabilidade de crianças em famílias monoparentais, destacando a ausência paterna nas políticas sociais brasileiras. A pesquisa mostra que três quartos das crianças de baixa renda vivem com mães solo, evidenciando a necessidade de políticas sociais que abordem essa escassez.

A Hebraica Rio, clube de Laranjeiras, lançou uma turma de tênis de mesa para alunos com Parkinson, já com dois inscritos, ampliando o acesso à modalidade em um contexto de crescente popularidade.