Preta Gil segue em tratamento experimental contra o câncer nos Estados Unidos, cercada pelo apoio da família e amigos, enquanto aguarda novos exames em agosto para definir os próximos passos. Flora Gil e Gominho visitam a artista, que compartilha sua luta nas redes sociais.

Preta Gil está em tratamento experimental contra o câncer nos Estados Unidos, onde permanece cercada pelo apoio de amigos e familiares. Flora Gil, sua enteada, visitou a artista e informou que o tratamento seguirá até agosto, quando novos exames serão realizados para definir os próximos passos na luta contra a doença. Flora destacou: "Em agosto serão feitos novos exames e a partir dos resultados será feito o novo planejamento".
No dia 23, Flora compartilhou em suas redes sociais momentos ao lado de Preta e da família, expressando seu carinho. Preta embarcou para os Estados Unidos em 12 de maio, inicialmente hospedando-se em Nova Iorque, antes de se mudar para Washington, onde está mais próxima do local de tratamento. Recentemente, ela foi vista no hospital recebendo medicação intravenosa e citou a letra de uma música de Cazuza, mostrando sua força e resiliência.
Gominho, amigo de Preta, planeja visitá-la no final do mês, após conseguir uma semana de férias. Ele comentou sobre a saudade e a importância de estar presente neste momento delicado: "Ela sabe que queria ficar. Agora está numa fase séria, e queria estar mais perto". A decisão de buscar tratamento no exterior foi anunciada por Preta em fevereiro, quando revelou que utilizaria medicamentos novos em fase final de estudo.
Preta tem compartilhado sua jornada com o público, desde o diagnóstico até as cirurgias complexas que enfrentou. Após a primeira cirurgia, que durou quatorze horas, ela celebrou a cura no final de 2023. No entanto, em agosto de 2024, anunciou que o câncer havia retornado, afetando dois linfonodos. Em dezembro, passou por uma nova cirurgia, que durou vinte e uma horas, e ficou internada por cinquenta e cinco dias.
O tratamento atual de Preta é um protocolo experimental, e ela tem se mostrado otimista, apesar das dificuldades. Em uma entrevista, ela refletiu sobre os privilégios que possui e a dor que sente, afirmando: "Sofro, sofro muito". A artista tem sido transparente sobre sua trajetória, buscando inspirar outros que enfrentam desafios semelhantes.
Nesta situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na vida de pessoas que enfrentam doenças graves. Projetos que visam apoiar pacientes e suas famílias são essenciais e podem proporcionar o suporte necessário para que continuem suas lutas com mais dignidade e esperança.

A Global Initiative for Asthma (GINA 2025) lançou diretrizes que definem critérios objetivos para diagnosticar asma em crianças menores de cinco anos, aumentando a segurança no tratamento. O pneumopediatra Fabio Muchão destaca que a nova abordagem pode tranquilizar pais e médicos, permitindo um manejo mais eficaz da doença, que afeta cerca de 20% da população infantil no Brasil.

Mulheres relatam experiências de desconsideração médica, incluindo diagnósticos errôneos e falta de empatia, evidenciando a urgência por um atendimento mais humanizado na saúde.

Uma delegação de assessores parlamentares dos EUA visitou Manaus para conhecer o Sistema Único de Saúde (SUS), destacando a importância do apoio internacional em saúde. A missão abordou vacinação, vigilância em saúde e saúde indígena, evidenciando o impacto positivo nas comunidades locais.

Taynara Martins, doutoranda da UFPA, enfrenta um linfoma no pulmão e precisa de exames e tratamento que não são cobertos pelo plano de saúde. Uma vaquinha foi criada para arrecadar fundos e garantir sua cura.
A Secretaria de Saúde do DF contratou 65 leitos de UTI adulta na rede complementar, com previsão de mais de 340 leitos, para atender a crescente demanda por cuidados intensivos. A medida visa garantir assistência qualificada em momentos críticos.

A Câmara dos Deputados regulamenta as funções de Agente Indígena de Saúde e Saneamento. A proposta aprovada exige que os profissionais sejam indígenas, residentes na comunidade, e tenham formação específica. O prazo para adequação às novas regras foi ampliado para quatro anos, visando facilitar o acesso à saúde nas comunidades. A contratação seguirá as normas da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A proposta ainda precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça e pelo Senado.