Criança com transtorno do espectro autista foi agredida por professor de capoeira em Guaratiba. Escola suspendeu aluno e professor não faz mais parte da instituição.

Uma criança com transtorno do espectro autista foi agredida por um professor de capoeira durante uma aula em um centro educacional em Guaratiba, no Rio de Janeiro. O incidente ocorreu em setembro do ano passado e foi revelado após a mãe do menino denunciar a agressão. Segundo a mãe, o aluno estava enfrentando dificuldades em um exercício e o professor, Vitor Barbosa, sugeriu que ele utilizasse uma bola para treinar.
Após uma confusão com colegas, o professor teria dado uma rasteira no menino, derrubando-o no chão e segurando-o pelo pescoço. A mãe, emocionada, relatou ao programa Fantástico sua reação ao ver as imagens da agressão durante uma audiência, seis meses após o ocorrido. O Centro Educacional Meirelles Macedo, onde a agressão aconteceu, suspendeu o aluno por dois dias, alegando que ele desrespeitou o professor e agrediu colegas.
Joyce, mãe do menino, só conseguiu agendar uma reunião na escola cinco dias após o incidente. A defesa do professor alega que a intervenção foi uma técnica de imobilização para evitar novas agressões e que a situação foi controlada rapidamente. O Centro Educacional informou que tomou todas as providências necessárias e que o professor não faz mais parte da instituição.
Após a agressão, Joyce matriculou o filho em outra escola, mas ele não conseguiu se adaptar e atualmente recebe aulas em casa. O caso levanta questões sobre a abordagem de educadores em situações de conflito, especialmente com alunos que possuem necessidades especiais.
É fundamental que a sociedade esteja atenta a situações como essa, onde crianças vulneráveis são vítimas de violência em ambientes que deveriam ser seguros. A educação inclusiva deve ser uma prioridade, e a proteção de todos os alunos deve ser garantida.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo iniciativas que garantam um ambiente escolar seguro e acolhedor para todos. Projetos que visem a inclusão e a proteção de crianças com necessidades especiais são essenciais e merecem nosso apoio.

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