Criança com transtorno do espectro autista foi agredida por professor de capoeira em Guaratiba. Escola suspendeu aluno e professor não faz mais parte da instituição.

Uma criança com transtorno do espectro autista foi agredida por um professor de capoeira durante uma aula em um centro educacional em Guaratiba, no Rio de Janeiro. O incidente ocorreu em setembro do ano passado e foi revelado após a mãe do menino denunciar a agressão. Segundo a mãe, o aluno estava enfrentando dificuldades em um exercício e o professor, Vitor Barbosa, sugeriu que ele utilizasse uma bola para treinar.
Após uma confusão com colegas, o professor teria dado uma rasteira no menino, derrubando-o no chão e segurando-o pelo pescoço. A mãe, emocionada, relatou ao programa Fantástico sua reação ao ver as imagens da agressão durante uma audiência, seis meses após o ocorrido. O Centro Educacional Meirelles Macedo, onde a agressão aconteceu, suspendeu o aluno por dois dias, alegando que ele desrespeitou o professor e agrediu colegas.
Joyce, mãe do menino, só conseguiu agendar uma reunião na escola cinco dias após o incidente. A defesa do professor alega que a intervenção foi uma técnica de imobilização para evitar novas agressões e que a situação foi controlada rapidamente. O Centro Educacional informou que tomou todas as providências necessárias e que o professor não faz mais parte da instituição.
Após a agressão, Joyce matriculou o filho em outra escola, mas ele não conseguiu se adaptar e atualmente recebe aulas em casa. O caso levanta questões sobre a abordagem de educadores em situações de conflito, especialmente com alunos que possuem necessidades especiais.
É fundamental que a sociedade esteja atenta a situações como essa, onde crianças vulneráveis são vítimas de violência em ambientes que deveriam ser seguros. A educação inclusiva deve ser uma prioridade, e a proteção de todos os alunos deve ser garantida.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo iniciativas que garantam um ambiente escolar seguro e acolhedor para todos. Projetos que visem a inclusão e a proteção de crianças com necessidades especiais são essenciais e merecem nosso apoio.

O Brasil enfrenta um grave problema de analfabetismo funcional, com 27% da população trabalhadora nessa condição. O governo anunciou um investimento de R$ 4 bilhões para a Educação de Jovens e Adultos (EJA), mas isso ainda é insuficiente.

A violência escolar triplicou em dez anos, com 13,1 mil atendimentos em 2023. A Fapesp destaca que a maioria dos casos envolve agressões físicas e psicológicas, com amigos como agressores em 35,9% das situações. Especialistas apontam melhorias nos registros e comunidades virtuais como fatores do aumento. Iniciativas são necessárias para reduzir essa crise.

Estão abertas as inscrições para 40 vagas no curso técnico em Agropecuária da ETASA, com prazo até 16 de junho. O curso é gratuito e oferece suporte a alunos em vulnerabilidade social, com diversas bolsas de auxílio.

Em 2025, o Intercolegial destaca histórias de superação de jovens atletas, como Isaac, Marcella e Eric, que transformaram suas vidas com bolsas esportivas, conciliando esporte e educação. Essas oportunidades promovem inclusão e desenvolvimento pessoal, preparando-os para competições e futuros promissores.

A Fundação Getulio Vargas (FGV) oferece mais de 200 cursos online gratuitos em 2025, permitindo que qualquer pessoa estude no seu ritmo e receba uma declaração de conclusão. A FGV, com mais de 17 milhões de inscritos e 99% de satisfação, abrange diversas áreas do conhecimento, como Administração, Direito e Tecnologia. Para se inscrever, basta acessar o site da FGV e escolher o curso desejado, sem necessidade de processo seletivo.

O número de vasectomias cresceu 40% entre 2022 e 2024, mas muitos homens ainda hesitam em realizar o procedimento, cercado de mitos e tabus. A nova lei de 2023 permite a cirurgia a partir dos 21 anos.