O Fundo Baobá abre inscrições para a segunda edição do programa Já É, oferecendo trinta bolsas de R$ 700 a estudantes negros de 20 a 25 anos, priorizando candidatos de áreas periféricas e das regiões Norte e Nordeste. A iniciativa visa aumentar o acesso ao ensino superior e conta com suporte adicional, como preparação para vestibulares e apoio psicológico.

O Fundo Baobá anunciou a abertura das inscrições para a segunda edição do programa Já É, que visa oferecer suporte a estudantes negros no acesso ao ensino superior. O programa disponibiliza trinta bolsas de R$ 700, com duração de um ano e cinco meses, e está voltado para jovens entre 20 e 25 anos, priorizando candidatos de áreas periféricas e das regiões Norte e Nordeste do Brasil.
Os interessados podem se inscrever até o dia 6 de junho no site do Fundo Baobá. Além do auxílio financeiro, os selecionados receberão preparação para vestibulares, apoio psicológico individualizado e mentorias, tanto individuais quanto coletivas. Essa iniciativa busca aumentar as oportunidades para alunos negros em instituições de ensino superior, tanto públicas quanto privadas.
O edital desta edição trouxe mudanças significativas, como a gestão das bolsas que agora será feita diretamente pelos estudantes. O programa também considera a situação de candidatos que são residentes de áreas periféricas, pessoas com deficiência, quilombolas, ribeirinhas, egressos do sistema penitenciário, migrantes ou refugiados. O alcance do programa foi ampliado para atender estudantes de todo o território nacional.
O programa Já É garante nove vagas para candidatos das regiões Norte e Nordeste, enquanto as regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul terão quatro vagas cada. Essa distribuição visa atender a demanda e promover a inclusão de jovens de diferentes contextos sociais e geográficos, contribuindo para a equidade racial na educação.
Dados do último Censo da Educação Superior, divulgado pelo Ministério da Educação e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, revelam que as desigualdades educacionais no Brasil são alarmantes. A média de anos de estudo entre os 25% mais ricos é de 13,5 anos, enquanto entre os 25% mais pobres é de apenas 10,5 anos. O projeto Já É surge como uma resposta a essas disparidades, alinhando-se à Meta 8 do Plano Nacional de Educação, que busca igualar a escolaridade média entre negros e não negros.
Iniciativas como essa são fundamentais para promover a inclusão e a equidade na educação. A mobilização da sociedade civil pode ser um fator decisivo para apoiar projetos que visam transformar a realidade de jovens em situação de vulnerabilidade. A união em prol de causas sociais pode fazer a diferença na vida de muitos estudantes que buscam uma oportunidade de acesso ao ensino superior.

O Caixa Tem anunciou um pagamento extra de R$ 200 para estudantes do programa Pé-de-Meia, entre 25 de agosto e 1º de setembro de 2025, visando incentivar a frequência escolar. O programa do MEC apoia jovens de famílias de baixa renda na conclusão do ensino médio.

O decreto que institui a Política Nacional Integrada para a Primeira Infância (Pnipi) busca coordenar ações para crianças de zero a 6 anos, criando uma caderneta digital com informações essenciais. A iniciativa une diferentes espectros políticos e visa melhorar o desenvolvimento infantil no Brasil, integrando dados de saúde, educação e assistência social.

O Senac lançou a Orango, uma plataforma de cursos gratuitos e certificados, sem critérios socioeconômicos, voltada para a geração Z, com formatos de aprendizado inovadores. A iniciativa visa democratizar o acesso à educação digital no Brasil.

A Universidade Federal do Acre (UFAC) abriu inscrições para 648 vagas em cursos gratuitos de idiomas, incluindo árabe e canto em francês, de 16 a 18 de junho. As aulas são presenciais e online, com prioridade para a comunidade acadêmica e público externo.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou uma lei que classifica pacientes com fibromialgia como pessoas com deficiência, assegurando benefícios como cotas em concursos e isenção de impostos. A medida, proposta pelo deputado federal Dr. Leonardo, visa garantir direitos específicos e um plano de tratamento para esses pacientes, embora a Sociedade Brasileira de Reumatologia ressalte a necessidade de avaliações individualizadas devido à subjetividade dos sintomas.

O edital “Futuros Cientistas – Prof. Sérgio Muniz Oliva Filho” da FAPESP encerra hoje sua primeira rodada de propostas, oferecendo até 400 bolsas de iniciação científica para estudantes de ações afirmativas. Os resultados serão divulgados em setembro.