O projeto social "Emergindo a Caminho do Futuro", fundado por Sandra Matos, oferece serviços essenciais a pessoas vulneráveis no Rio de Janeiro e Baixada Fluminense desde 2021. A iniciativa busca voluntários e materiais para expandir suas atividades, enfrentando desafios na captação de recursos e logística.

O projeto social "Emergindo a Caminho do Futuro", idealizado pela assistente social Sandra Matos, atua desde 2021 no Rio de Janeiro e na Baixada Fluminense, oferecendo serviços essenciais a pessoas em situação de vulnerabilidade. A iniciativa itinerante promove cidadania e inclusão, disponibilizando orientação jurídica, isenção na emissão de documentos e serviços de negociação de dívidas, entre outros.
Entre os serviços oferecidos, destacam-se a orientação sobre a Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), a isenção para emissão de documentos como identidade e certidão de nascimento, e o programa "Limpa Nome" no Serasa, que ajuda a reduzir dívidas. Além disso, o projeto auxilia no encaminhamento para aposentadorias, especialmente para aqueles que enfrentam longas esperas pelo retorno do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O projeto também realiza atividades como corte de cabelo, exames de vista e recreação infantil, atendendo a diversas necessidades da comunidade. A coleta de sementes e mudas de plantas medicinais e comestíveis para reflorestar o Quilombo Aquilah é outra frente de atuação, demonstrando o compromisso com a sustentabilidade e a preservação ambiental.
Apesar dos avanços, a captação de voluntários é um dos maiores desafios enfrentados pela iniciativa. Sandra Matos destaca que muitos potenciais voluntários têm dificuldades em se comprometer devido a questões financeiras. A falta de recursos para oferecer uma ajuda de custo para transporte e alimentação dificulta a participação de pessoas dispostas a colaborar.
A divulgação do projeto é realizada por meio de folders e informativos distribuídos durante os eventos, buscando ampliar o alcance da iniciativa. Ieda Albuquerque, secretária-executiva e voluntária, enfatiza que o objetivo principal é amenizar as demandas sociais e promover a autoestima dos moradores das comunidades atendidas.
Atualmente, o projeto busca voluntários para diversas funções, como professores de informática, recreadores infantis e profissionais de beleza. A necessidade de materiais gráficos também é urgente, pois muitos atendidos não têm acesso à internet. A união da sociedade civil pode fazer a diferença, contribuindo para que iniciativas como essa continuem a transformar vidas e a promover a inclusão social.

A ONG Mercy Corps lançou a ferramenta Methods Matcher, que utiliza inteligência artificial para otimizar decisões em crises, melhorando a eficácia das operações humanitárias. A inovação promete agilidade e autonomia aos profissionais em campo.

A Associação de Gestão, Inovação e Resultados em Saúde (Agir) gerenciará o novo Centro de Referência e Apoio para Pessoas com Transtorno do Espectro Autista em São Paulo, inaugurado em maio. A Agir, já atuante em Goiás com a Rede Teia, trará sua expertise em atendimento multidisciplinar para apoiar crianças e adolescentes com autismo na capital paulista.

O III Direito do Terceiro Setor Law Summit, promovido pela OAB-SP, abordou a profissionalização das organizações sociais e a defesa da democracia, destacando a criação do Laboratório Permanente sobre Cartórios e Terceiro Setor. A presidente da Comissão da OAB-SP, Laís de Figueiredo Lopes, enfatizou a importância da legislação para a atuação das organizações, enquanto Viviana Santiago, da Oxfam, ressaltou seu papel na defesa de direitos humanos. A filantropa Neca Setúbal expressou preocupação com as eleições de 2026, destacando a necessidade de ações que fortaleçam a democracia e a representatividade.

Alunos do Colégio São Vicente de Paulo, no Cosme Velho, construirão uma casa em agosto na comunidade Itaipava, em Duque de Caxias, após arrecadarem R$ 19 mil com a ONG Teto. O advogado Bernardo Salgado foi reconhecido como o 2º melhor do Brasil pela "Análise Advocacia".

O Mercadão de Madureira, um símbolo cultural do Rio de Janeiro, lança um marketplace digital e investe em sustentabilidade, enquanto preserva tradições e saberes ancestrais. A união entre passado e futuro fortalece a comunidade.

A Pajubá Tech, fundada por Luana Maria, busca promover inclusão e igualdade de gênero na tecnologia, mas enfrenta dificuldades financeiras para participar do High-Level Political Forum da ONU. A organização realiza campanhas de financiamento coletivo para garantir a presença de suas lideranças no evento.