O Projeto Vale do Lítio, do Governo de Minas Gerais, já atraiu R$ 6,3 bilhões em investimentos, gerou 3.900 empregos diretos e prevê 7.500 até 2026, promovendo desenvolvimento e melhorias sociais na região.

O Projeto Vale do Lítio, desenvolvido pelo Governo de Minas Gerais, está promovendo uma transformação significativa no Vale do Jequitinhonha e áreas vizinhas. Completando dois anos, a iniciativa visa a exploração responsável das reservas de lítio, um mineral essencial para a transição energética global. O projeto já atraiu R$ 6,3 bilhões em investimentos e gerou mais de 3.900 empregos diretos, com a expectativa de criar 7.500 novas vagas até 2026.
A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG) destaca que o projeto se tornou uma ferramenta estratégica para o desenvolvimento das regiões Norte e Nordeste do estado. O lítio é crucial na fabricação de baterias para veículos elétricos e no armazenamento de energia renovável. As exportações do mineral da região mais que dobraram entre 2023 e 2024, alcançando R$ 4,3 bilhões, em comparação a R$ 1,9 bilhão nos dois anos anteriores.
Minas Gerais busca se tornar referência na produção de lítio verde, utilizando métodos de menor impacto ambiental. Para isso, o governo já impulsionou 45 projetos de Pesquisa e Desenvolvimento em mineração responsável, com investimentos de cerca de R$ 11 milhões. Um dos projetos investiga o cultivo de leguminosas que podem ajudar na regeneração de áreas afetadas pela extração do mineral.
Além do foco em investimentos e geração de empregos, o Projeto Vale do Lítio é complementado por políticas públicas que abrangem saúde, educação e infraestrutura. Foram destinados R$ 106 milhões para melhorias nas escolas da região e sete novas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) foram inauguradas. O programa Transporta SUS investiu quase R$ 30 milhões para melhorar o acesso a serviços de saúde especializados.
O projeto também promoveu avanços na infraestrutura local, como a operação de voos comerciais no aeroporto de Salinas e investimentos de R$ 1,32 bilhão em obras rodoviárias. Mais de R$ 180 milhões foram aplicados em modernização de instalações elétricas e R$ 2,8 milhões em melhorias no saneamento básico. Além disso, R$ 13 milhões foram destinados a ações de desenvolvimento social, beneficiando mais de 190 mil pessoas.
Com iniciativas que buscam garantir que os avanços econômicos melhorem a qualidade de vida da população local, o projeto Vale do Lítio está transformando a riqueza mineral em benefícios sociais. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar projetos que promovam a inclusão e o desenvolvimento sustentável na região, garantindo que os frutos dessa transformação cheguem a todos.

A prática de esportes é essencial para o desenvolvimento emocional e social de adolescentes, ajudando a criar laços e a lidar com regras, conforme especialistas. Estudos mostram que a atividade física melhora competências sociais e reduz a ansiedade, além de afastar o uso excessivo de tecnologia. A Organização Mundial da Saúde recomenda sessenta minutos diários de atividade física para jovens.

Denúncias de abuso sexual infantil em São Paulo aumentaram drasticamente após vídeo de youtuber. O presidente da Câmara dos Deputados pautou projetos para proteção nas redes sociais.

Menina de 8 anos faleceu após participar do 'desafio do desodorante', evidenciando a falta de supervisão parental e a urgência de regulamentação nas redes sociais. O caso gerou preocupação entre pais e especialistas.

A presidente da Funai, Joenia Wapichana, visitou o Museu Nacional dos Povos Indígenas para avaliar sua estrutura e mobilizar apoio para a reabertura, após anos sem novas exposições devido a problemas financeiros e estruturais.

O espetáculo "Dá Trabalho!" estreia em 2 de julho no Teatro Itália, abordando com humor e crítica social os impactos do trabalho na saúde mental. Criado por Cris Wersom, Juliana Rosenthal e Paulo Azevedo, a peça reflete sobre burnout e a dinâmica corporativa, propondo uma discussão urgente sobre saúde mental no Brasil, que enfrenta alta incidência de casos.

A partir de 1º de setembro, pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) poderão ser atendidos gratuitamente por planos de saúde, convertendo dívidas em serviços. A medida visa reduzir a espera por atendimentos especializados em áreas como oncologia e cardiologia, com expectativa de R$ 750 milhões em serviços.