Prefeito do Recife, João Campos, sanciona lei que multa agressores de mulheres em até R$ 1 milhão, destinando recursos a políticas públicas para vítimas. A norma também proíbe a contratação de condenados.

O prefeito do Recife, João Campos (PSB), sancionou uma nova lei que estabelece punições administrativas para agressores de mulheres, incluindo multas que podem alcançar até R$ 1 milhão. A proposta, elaborada pela vereadora Liana Cirne (PT), foi aprovada por unanimidade na Câmara Municipal em março. A lei determina que o valor da multa será definido com base na gravidade da infração e na capacidade econômica do agressor, com um valor mínimo fixado em R$ 1 mil.
Os recursos obtidos com as multas serão direcionados para financiar políticas públicas voltadas às vítimas de violência doméstica. Além disso, a legislação proíbe a contratação de agressores condenados pela Justiça pelo município, seja como pessoa física ou jurídica, especialmente se forem sócios majoritários de empresas. Essa medida visa garantir que os agressores não se beneficiem de contratos públicos.
A nova lei também impede que os agressores recebam benefícios fiscais, como descontos no Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU). A prefeitura agora precisa regulamentar a aplicação das multas e como elas serão efetivamente implementadas. Um convênio com o Tribunal de Justiça de Pernambuco está em andamento para que os órgãos municipais tenham acesso aos nomes dos condenados por agressão ou violência doméstica.
A aprovação dessa lei representa um avanço significativo no combate à violência contra mulheres em Recife, refletindo um compromisso da administração municipal em proteger as vítimas e responsabilizar os agressores. A medida também busca conscientizar a sociedade sobre a gravidade do problema e a necessidade de ações efetivas para combatê-lo.
Com a implementação dessa legislação, espera-se que mais vítimas se sintam encorajadas a denunciar seus agressores, sabendo que há um sistema de apoio e punição em vigor. A mobilização da sociedade civil é fundamental para garantir que as políticas públicas sejam efetivas e que as vítimas recebam o suporte necessário para sua recuperação.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo iniciativas que apoiem as vítimas de violência e incentivem a criação de projetos sociais que visem a prevenção e a educação sobre o tema. Cada ação conta e pode fazer a diferença na vida de muitas mulheres.

Professor de 20 anos, Leonardo Henrique, conhecido como tio Léo, utiliza música para conscientizar sobre abuso infantil em suas aulas, alcançando quase 900 mil visualizações em vídeo no TikTok. Pais elogiam seu trabalho.

Mais de 80 crianças da Escola Classe 01 do Paranoá participaram do projeto Samuzinho, aprendendo primeiros socorros, como agir em paradas cardiorrespiratórias e engasgos. A iniciativa já capacitou mais de 25 mil pessoas.

Neste sábado (23), o Festival Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver acontece no Rio de Janeiro, reunindo importantes figuras para discutir o legado da Marcha das Mulheres Negras de 2015. O evento, gratuito e aberto ao público, visa mobilizar um milhão de pessoas em Brasília no dia 25 de novembro, propondo um novo projeto de sociedade baseado no conceito de "Bem Viver".

O governo federal lançou um programa que permite a hospitais privados e filantrópicos trocar dívidas tributárias por atendimentos ao SUS, com um limite de R$ 2 bilhões anuais. A iniciativa visa reduzir filas e melhorar o acesso à saúde.

O projeto Praia para Todos promove a inclusão social com a primeira edição do Torneio de Parasurf, que ocorrerá no próximo sábado, das 10h às 14h, na Praia do Recreio. O evento contará com categorias adaptadas e a presença de atletas renomados, como Rico de Souza e as irmãs Nogueira. As atividades do projeto seguirão normalmente, oferecendo diversas opções recreativas para pessoas com deficiência.

O vídeo do influenciador Felca sobre exploração infantil online impulsionou a apresentação de mais de dez projetos de lei no Congresso para proteger menores na internet. O presidente da Câmara, Hugo Motta, planeja pautar as propostas, destacando a urgência do tema.