A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) se reuniu com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) para discutir ações que visam reduzir a gravidez não intencional entre adolescentes e a mortalidade materna. A colaboração busca integrar saúde, educação e assistência social, promovendo escolhas informadas para jovens em situação de vulnerabilidade.
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) se reuniu, no dia dezenove de agosto, com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA/ONU) para discutir a cooperação em saúde reprodutiva. O objetivo é reduzir a gravidez não intencional entre adolescentes e melhorar a mortalidade materna na região. O secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda, enfatizou a importância da colaboração para enfrentar os desafios que o Brasil enfrenta, especialmente em relação a adolescentes em situação de vulnerabilidade.
Durante a reunião, Lacerda destacou que muitas jovens se tornam mães precocemente, o que perpetua ciclos de dificuldades. Ele ressaltou a necessidade de integrar saúde, educação e assistência social para transformar essa realidade. Florbela Fernandes, representante do UNFPA no Brasil, apontou que a falta de acesso à informação e serviços compromete o futuro das jovens, afetando sua escolarização e profissionalização.
As discussões se basearam nas metas globais do UNFPA, que visam alcançar três zeros até dois mil e trinta: zero necessidades insatisfeitas de contracepção, zero mortes maternas evitáveis e zero violências contra mulheres e meninas. Fernando Erick Moreira, coordenador da Atenção Primária à Saúde da SES-DF, afirmou que essas metas estão alinhadas com as diretrizes da rede pública de saúde, que busca ampliar serviços para adolescentes em áreas vulneráveis.
A parceria entre a SES-DF e o UNFPA já resultou em iniciativas como o "Selo Chega Mais da ONU", que reconheceu serviços de saúde que oferecem atendimento de qualidade ao público adolescente. Além disso, foram distribuídos “Kits Dignidade”, que contêm itens de higiene pessoal e íntima, para populações em situação de vulnerabilidade no DF.
Essas ações demonstram um compromisso contínuo em melhorar a saúde reprodutiva de jovens e reduzir a mortalidade materna. A colaboração entre as instituições é fundamental para garantir que adolescentes tenham acesso a informações e serviços que lhes permitam fazer escolhas informadas sobre suas vidas.
Iniciativas como essas precisam do apoio da sociedade civil para serem ampliadas e sustentadas. A união em torno de causas sociais pode fazer a diferença na vida de muitas jovens, garantindo que tenham acesso a uma vida digna e oportunidades de futuro.

O grupo Ser em Cena estreia o espetáculo "Dodô" no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo, no dia nove de julho, às 20h30. A peça, inspirada em "Esperando Godot", explora silêncio e memória com uma dramaturgia não-linear. Ingressos custam R$ 30 na plataforma Sympla. A direção é de Elisa Band, que colabora com o grupo desde 2016, e a trilha sonora é de Peri Pane.

O Hospital Regional de Ceilândia promove uma exposição sobre prematuridade até 23 de outubro, com fotos de bebês e informações sobre seus direitos, visando conscientizar e acolher famílias. A iniciativa, apoiada por profissionais de saúde, busca sensibilizar a sociedade sobre a importância do cuidado e prevenção da prematuridade, que afeta 12% dos nascimentos no Brasil.

Estacionamentos da Rodoviária do Plano Piloto tornam-se pagos, afetando 80 guardadores de carros e gerando incertezas sobre suas ocupações. A concessionária promete realocação e capacitação, mas trabalhadores aguardam respostas.

Casa Hogar de las Niñas de Tláhuac, em Tláhuac, Cidade do México, celebra 35 anos de apoio a meninas em situação de vulnerabilidade, enfrentando desafios financeiros agravados pela pandemia. A instituição busca minimizar o abandono infantil, que aumentou 70% no México em seis anos, oferecendo abrigo, educação e oportunidades de desenvolvimento.

Márcio França, ministro do Empreendedorismo e pré-candidato ao governo de São Paulo em 2026, criticou o governador Tarcísio de Freitas por não renovar convênio com a Casa Hope, que apoia crianças com câncer. França gravou um vídeo cobrando a situação e anunciou que o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, se comprometeu a garantir recursos para a instituição, ressaltando a importância do atendimento às crianças.

O Instituto Carioca de Cão Guia enfrenta risco de suspensão das atividades devido à falta de recursos. Com uma campanha de crowdfunding, busca R$ 40 mil mensais para entregar dez cães-guia anualmente.