Grupo de advogados fundou o GFC Solidário em 2020, doando mais de 20 toneladas de alimentos e realizando ações de apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade em São Paulo. A ONG busca humanizar as ruas e conscientizar a sociedade.

O GFC Solidário, uma organização não governamental (ONG) criada por um grupo de advogados em abril de 2020, já doou mais de 20 toneladas de alimentos a pessoas em situação de vulnerabilidade em São Paulo. A iniciativa surgiu durante a pandemia de Covid-19, quando os fundadores, amigos que jogavam futebol, decidiram ajudar a população em situação de rua. A meta inicial de cem cestas básicas foi superada, com a arrecadação de quinhentas cestas, conforme relata Gabriela Camargo, uma das voluntárias.
O GFC Solidário foi fundado em um momento crítico, com o Brasil enfrentando um aumento da pobreza e retornando ao "Mapa da Fome". Atualmente, a ONG mobiliza cerca de duzentas pessoas e realiza ações mensais, como a distribuição de kits de higiene e chocolate quente nas noites frias. As entregas ocorrem em rotas fixas em áreas como Santa Cecília e Jaguaré, buscando não apenas fornecer doações, mas também humanizar a interação com os beneficiários.
Além das doações de alimentos, a ONG expandiu suas atividades para incluir mentorias para estudantes de Direito e campanhas de doação de sangue. A cada ano, o GFC Solidário realiza eventos de Páscoa e Natal, em parceria com instituições como a AACD e a Cacau Show, visando levar um pouco de alegria às comunidades carentes. A situação da população em situação de rua em São Paulo é alarmante, com mais de noventa mil pessoas vivendo nas ruas, segundo dados do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua.
O trabalho do GFC Solidário é mantido por um coletivo diverso, que inclui advogados e voluntários de diferentes áreas. Gabriela destaca a importância da participação da comunidade, afirmando que o trabalho voluntário vai além das doações, envolvendo também a montagem de kits e a compra de alimentos. As redes sociais desempenham um papel crucial na divulgação das atividades da ONG, permitindo que mais pessoas se engajem nas ações.
A missão do GFC Solidário é clara: humanizar as ruas e promover a dignidade das pessoas em situação de vulnerabilidade. Gabriela enfatiza a necessidade de conscientização sobre a realidade das ruas, ressaltando que cada um pode contribuir para a mudança. O grupo está sempre aberto a novos voluntários e doações, buscando ampliar seu impacto na sociedade.
Iniciativas como a do GFC Solidário mostram como a união da sociedade civil pode fazer a diferença na vida de muitos. A mobilização de recursos e apoio pode transformar realidades e oferecer esperança a quem mais precisa. Juntos, podemos contribuir para que ações como essas se tornem cada vez mais frequentes e eficazes.

O Lar Francisco de Assis enfrenta uma crise severa, com energia elétrica cortada por dívida de R$ 60 mil. A comunidade se mobiliza para formar um conselho gestor e garantir assistência a 37 idosos. A situação crítica da instituição, que já perdeu subvenções e isenções fiscais, exige urgência na recuperação. A mobilização de familiares e doações são essenciais para evitar o fechamento definitivo.

Belém enfrenta uma crise de hospedagem para a COP30, com críticas sobre leitos compartilhados. Moradores oferecem estadia gratuita para melhorar a imagem da cidade e acolher visitantes.

A Abramed e o ITpS uniram forças para aprimorar a vigilância epidemiológica no Brasil, compartilhando dados laboratoriais sobre doenças como dengue e Covid-19. Essa colaboração visa fornecer informações cruciais para decisões de saúde pública.

A Teia Down Jundiaí, associação sem fins lucrativos, enfrenta dificuldades financeiras que ameaçam seus atendimentos essenciais a pessoas com T21. A falta de apoio público e a queda nas doações podem comprometer o suporte oferecido. Contribuições são fundamentais para garantir a continuidade dos serviços e a dignidade dos assistidos.

Wanessa Camargo celebra 25 anos de carreira com um projeto que revisita seus sucessos em novas versões, influenciada por seus filhos e novas estéticas musicais. A cantora reflete sobre sua evolução pessoal e artística, destacando a importância da família e de projetos sociais, como "Elas Movem", que apoia a autonomia de mulheres.

Estatais e entidades do Sistema S financiaram eventos que promovem o presidente Lula, reforçando sua agenda de inclusão e diálogo com a sociedade civil. A ExpoCatadores e conferências de ciência destacam essa reaproximação.