José Andrés, chef e fundador da World Central Kitchen, enfrenta desafios em Gaza após a morte de sete trabalhadores em ataques. A organização suspendeu atividades devido a bloqueios e falta de suprimentos.

José Andrés, chef espanhol e fundador da World Central Kitchen (WCK), tem se destacado por sua atuação em áreas de conflito e desastres naturais, fornecendo refeições a comunidades vulneráveis. Desde a fundação da WCK em 2010, após o terremoto no Haiti, a organização já serviu mais de 450 milhões de refeições em diversas crises ao redor do mundo, incluindo Gaza, onde enfrentou desafios recentes.
Atualmente, a WCK enfrenta uma grave situação em Gaza, onde sete trabalhadores foram mortos em ataques. A organização suspendeu suas atividades devido à falta de suprimentos e bloqueios nas fronteiras, o que impede a entrada de alimentos e ajuda humanitária. Desde o início do conflito na região, a WCK conseguiu servir mais de 130 milhões de refeições e 26 milhões de pães, mas agora se vê sem recursos para continuar seu trabalho.
José Andrés enfatiza que a comida é mais do que sustento; é um símbolo de esperança em momentos difíceis. A WCK tem se esforçado para fornecer refeições nutritivas e culturalmente adequadas, sempre ouvindo as necessidades das comunidades que atende. A organização também capacita produtores locais, promovendo a autossuficiência a longo prazo em regiões afetadas por crises.
Apesar dos desafios, a WCK mantém seus caminhões prontos para entrar em Gaza, aguardando permissão para se mover. A situação é crítica, e a organização já recorreu a alternativas para cozinhar, mas ainda assim não conseguiu retomar suas atividades. A entrada de ajuda humanitária foi liberada recentemente, mas as dificuldades de acesso persistem.
José Andrés, que foi reconhecido como uma das 100 pessoas mais influentes na filantropia, acredita que a união e as ações coletivas podem gerar um impacto significativo. Ele destaca que, mesmo em tempos de desespero, é fundamental lembrar que não estamos sozinhos e que a solidariedade pode fazer a diferença.
Em situações como essa, a mobilização da sociedade civil é essencial para apoiar as vítimas e as organizações que atuam em áreas de conflito. A WCK exemplifica como a ajuda humanitária pode ser vital, e iniciativas que promovam a arrecadação de fundos podem contribuir para a continuidade desse trabalho. Juntos, podemos fazer a diferença na vida de quem mais precisa.

Entre janeiro e julho de 2025, 64% das denúncias anônimas no Canal Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos da ONG SaferNet referiram-se a abusos sexuais infantis. O vídeo viral do influenciador Felca impulsionou um aumento significativo nas notificações, com mais de 6 mil denúncias após sua publicação. O projeto de lei sobre proteção de menores na internet também avançou na Câmara, destacando a urgência da questão.

O AfroFashion 2025, promovido pela ONG AfroTribo, será realizado em 31 de maio na Casa Firjan, no Rio, apresentando trinta looks de dez designers e um desfile intitulado "África em nós!". O evento visa destacar a moda afro-brasileira e revelar novos talentos.

O Inteli, fundado em 2019, busca se tornar uma referência em educação tecnológica no Brasil, com 620 alunos e apoio de doadores como Gerdau e Fundação Behring. A meta é alcançar equilíbrio financeiro em 2024.

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) lançou o Edital nº 9, convocando Organizações da Sociedade Civil (OSC) para o projeto Distrito Junino 2025, com inscrições até 23 de maio. O projeto visa promover até 15 etapas de apresentações de quadrilhas juninas, culminando em um evento final na Esplanada dos Ministérios, destacando a cultura local e nacional.

O Projeto de Lei 2691/2021, que propõe aposentadoria por idade às mulheres com filhos, permanece estagnado no Congresso, evidenciando a resistência a avanços nos direitos femininos. A ONG Elas no Poder destaca a sobrecarga do trabalho reprodutivo, que impacta a saúde mental e a representatividade feminina na política.

Alunos do Colégio São Vicente de Paulo, no Cosme Velho, construirão uma casa em agosto na comunidade Itaipava, em Duque de Caxias, após arrecadarem R$ 19 mil com a ONG Teto. O advogado Bernardo Salgado foi reconhecido como o 2º melhor do Brasil pela "Análise Advocacia".