Filhote de tamanduá-mirim, Paçoca, encanta visitantes do Zoológico de Brasília. O nascimento reforça o compromisso com a conservação e educação ambiental, atraindo mais público ao local.

A filhote de tamanduá-mirim, chamada Paçoca, nasceu recentemente no Zoológico de Brasília e foi apresentada ao público após uma enquete que escolheu seu nome. Com apenas três meses de vida, Paçoca é totalmente dependente dos cuidados da mãe, Pitica, que a ensina sobre alimentação e proteção. A pelagem da filhote é semelhante à da mãe, com tons de laranja-vibrante e marrom-escuro, o que a torna difícil de identificar quando se camufla nas costas de Pitica.
Na última semana, os visitantes do zoológico se mostraram entusiasmados em conhecer a nova moradora, embora a equipe tenha observado que mãe e filha estavam frequentemente dentro da toca. Durante a visita da equipe do Correio, foi necessário um tempo considerável de observação para que Paçoca e Pitica aparecessem entre troncos e folhagens, permitindo apenas uma breve oportunidade para fotografias.
O diretor-presidente do Zoológico, Wallison Couto, expressou sua satisfação com o nascimento de Paçoca, ressaltando a importância desse evento para a conservação das espécies. Ele afirmou que o nascimento é um reflexo do cuidado e das condições ideais proporcionadas aos animais, fundamentais para que se sintam confortáveis para se reproduzir. Couto também destacou o papel do zoológico na educação ambiental, ajudando a conscientizar o público sobre a preservação da fauna.
Além de Paçoca, o zoológico abriga uma variedade de animais, incluindo macacos, leões e jacarés. A moradora Lara Beatriz, de oito anos, que visitou o zoológico pela segunda vez, expressou seu encantamento com os animais, especialmente com a filhote de tamanduá. O coordenador de mamíferos do zoológico, Leandro Drigo, explicou que os animais que estão prestes a ter filhotes recebem atenção especial, com abrigos adequados para garantir seu bem-estar.
O zoológico também oferece experiências noturnas, como o programa Zoo Noturno, que permite aos visitantes observar os hábitos dos animais à noite. As vagas para este mês estão esgotadas, mas o programa ocorre às terças e quintas-feiras, com grupos de até trinta pessoas. Essa iniciativa tem atraído um público crescente, refletindo o aumento no número de visitantes ao longo dos últimos anos.
Eventos como o nascimento de Paçoca não apenas celebram a vida, mas também reforçam a importância da conservação. A união da comunidade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam a preservação da fauna e a educação ambiental, garantindo que futuras gerações possam desfrutar da rica biodiversidade que o zoológico representa.

Mulher de 57 anos é indiciada por maus-tratos a animais, resultando na morte de dois gatos e mutilações em outros felinos. A Polícia Civil aguarda ação do Ministério Público.

Cerca de 30 milhões de cães e gatos vivem nas ruas do Brasil, e a Catraca Livre destaca histórias de adoção para incentivar a proteção animal. Neste Dia Mundial dos Animais de Rua, a reflexão sobre a adoção responsável é essencial para transformar vidas.

Advogada é presa por agredir cadela em apartamento no Rio; animal resgatado. Uma advogada e professora universitária foi detida por agredir uma cadela em seu apartamento na Taquara, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Vizinhos, que registraram a ação em vídeo, relataram que os maus-tratos eram frequentes e que a filha da mulher presenciou as agressões. A advogada foi autuada e está presa, aguardando audiência de custódia, enquanto o animal, chamado Belinha, foi resgatado e está sob os cuidados de uma ONG. A mulher alegou ter agido sob efeito de tensão pré-menstrual (TPM).

Seis filhotes de cão foram abandonados em São José do Rio Preto, com uma mulher sendo identificada por câmeras de segurança. Eles estão em tratamento e disponíveis para adoção na feira do dia 26. A Secretaria de Bem-estar Animal resgatou os animais, que apresentaram problemas de saúde e estão em lares temporários. A mulher responsável pelo abandono está sendo procurada, e denúncias podem ser feitas. Abandonar animais é crime, com pena prevista de dois a cinco anos.

Eletricista de Planaltina, Jean Duarte, acolheu cachorro em estado crítico e busca ajuda para encontrar o dono e apoio veterinário. Fred, o cão, precisa de cuidados urgentes.

- A Polícia Militar de Goiás fechou um abatedouro clandestino em Anápolis. - Cerca de 40 cavalos estavam em condições precárias e sem alimentação. - Zezé di Camargo adotará parte dos cavalos resgatados em sua fazenda. - Carne dos equinos era utilizada para fazer hambúrgueres em Anápolis. - Investigação prossegue com exames nos animais e prisão dos responsáveis.