Kenya, a última elefanta em cativeiro da Argentina, chegou ao Santuário de Elefantes Brasil, onde foi recebida com frutas e água de coco, após um longo processo de adaptação. A elefanta, que estava no Ecoparque de Mendoza desde 1984, agora se junta a outros seis elefantes no santuário, incluindo Pupy, que chegou em abril. A equipe do santuário destacou que Kenya está bem e já tomou sua primeira água de coco, simbolizando sua nova vida no Brasil.

Kenya, a última elefanta em cativeiro da Argentina, chegou ao Brasil nesta segunda-feira, cruzando a fronteira para se tornar a nova moradora do Santuário de Elefantes Brasil (SEB), localizado na Chapada dos Guimarães, Mato Grosso. A elefanta, que estava no Ecoparque de Mendoza desde mil novecentos e oitenta e quatro, foi recebida com frutas frescas e água de coco, marcando sua adaptação ao novo lar.
A equipe do SEB informou que Kenya está bem, se alimentando adequadamente e já tomou sua primeira água de coco, o que simboliza sua oficialização como residente brasileira. Apesar de já estar em solo brasileiro, ela ainda precisa passar por procedimentos de imigração e contará com escolta da Polícia Rodoviária Federal (PRF) até o santuário.
A preparação para a viagem de Kenya foi extensa, iniciando há sete anos com treinos comportamentais e avaliações veterinárias para garantir sua segurança durante a travessia. Kenya não é a única elefanta a se mudar para o SEB este ano; Pupy, que chegou em abril, também deixou um zoológico em Buenos Aires em busca de um ambiente mais adequado.
O Santuário de Elefantes Brasil abriga atualmente outros seis elefantes, incluindo Pupy, que é descrita como doce e pacífica, apesar de ter problemas nas articulações. O SEB destaca que Pupy é fã de melancias e picolés de frutas, mostrando sua adaptação ao novo ambiente.
Entre os outros moradores do santuário, Maia, de cinquenta anos, e Rana, que viveu em um circo por quarenta anos, também têm histórias de superação. Maia, que chegou com fama de “menina má”, revelou-se gentil e carinhosa, enquanto Rana se destaca por sua personalidade barulhenta e alegre.
A chegada de Kenya ao Brasil é um passo importante na luta contra o cativeiro de animais. Projetos que visam a proteção e o bem-estar de animais em situação de vulnerabilidade precisam do apoio da sociedade. A união em torno dessas causas pode fazer a diferença na vida de muitos animais que, assim como Kenya, merecem uma segunda chance.

Mulher de 57 anos é indiciada pela Polícia Civil do Distrito Federal por maus-tratos a animais, resultando em mortes de gatos e mutilações graves. Prisão preventiva solicitada.

A Administração Regional do Cruzeiro promove a 3ª Cãominhada neste domingo (13/4), com entrada gratuita e atividades para toda a família, visando a proteção animal. O evento inclui feira de adoção, vacinação gratuita e diversas atrações, reforçando a conscientização sobre maus-tratos aos animais.

Scooby, cão resgatado em Fortaleza, foi adotado após tratamento e indenização. Após mais de duas semanas de cuidados, Scooby, que enfrentou maus-tratos, agora vive com sua nova tutora, Stefani Rodrigues, fundadora da ONG Anjos da Proteção Animal. A Justiça aceitou um pedido de indenização por dano moral em nome do cão contra sua ex-tutora, que poderá ser condenada a até cinco anos de prisão.

Bombeiros resgataram um cachorro de um incêndio em Taguatinga Sul. O animal foi entregue aos proprietários, que o levaram ao veterinário. Ninguém estava na casa durante o incidente.

No último sábado, a equipe do Núcleo Regional de Vigilância Ambiental em Saúde (Nuval) vacinou 542 animais em Vicente Pires, parte da campanha anual de vacinação antirrábica do DF, visando 80% de cobertura vacinal.

O Núcleo Regional de Vigilância Ambiental em Saúde do Guará vacinou sessenta e três animais em Vicente Pires, destacando a vacinação itinerante para facilitar o acesso à imunização. A ação, realizada em um lar temporário, atende a solicitações de tutores que não podem deslocar seus pets. A campanha de vacinação antirrábica ocorre anualmente em setembro, mas a Secretaria de Saúde do DF oferece o imunizante durante todo o ano em seus núcleos. A vacinação é essencial para a saúde pública, prevenindo a raiva, uma doença grave e fatal.