A Guarda Ambiental de Duque de Caxias resgatou um gato-mourisco em Xerém com fraturas graves causadas por projéteis de arma de pressão. O animal está internado no CRAS, necessitando de cuidados intensivos.

A Guarda Ambiental da Prefeitura de Duque de Caxias atendeu, nesta terça-feira, a um chamado urgente para resgatar um gato-mourisco em uma rua de Xerém, na Baixada Fluminense. Ao chegar ao local, a equipe constatou que o animal estava em estado crítico, apresentando múltiplas fraturas causadas por projéteis de arma de pressão. O resgate destaca a necessidade de proteção e cuidado com a fauna silvestre da região.
Após a avaliação inicial, o gato-mourisco foi encaminhado ao Centro de Recuperação de Animais Silvestres (CRAS) da Estácio, localizado em Vargem Pequena. O biólogo e médico-veterinário responsável pelo CRAS, Jeferson Pires, informou que o estado de saúde do animal é grave e requer cuidados intensivos. O tratamento adequado é essencial para a recuperação do gato-mourisco, que é uma espécie nativa e importante para o ecossistema local.
O caso do gato-mourisco em Xerém é um exemplo alarmante da violência que os animais silvestres enfrentam. A utilização de armas de pressão para ferir esses animais é uma prática ilegal e cruel, que deve ser combatida por meio de ações de conscientização e fiscalização. A Guarda Ambiental tem se esforçado para resgatar e proteger a fauna da região, mas a colaboração da sociedade é fundamental para garantir a segurança dos animais.
Além do resgate, a situação do gato-mourisco levanta questões sobre a necessidade de políticas públicas mais eficazes para a proteção animal. A Secretaria de Proteção Animal tem trabalhado para promover campanhas de educação ambiental, visando sensibilizar a população sobre a importância da preservação da vida silvestre. A união de esforços entre o poder público e a sociedade civil é crucial para enfrentar esses desafios.
O resgate do gato-mourisco é um chamado à ação para todos os cidadãos. É fundamental que a comunidade se mobilize em prol da proteção dos animais e do meio ambiente. Projetos que visam a recuperação e a preservação da fauna silvestre podem ser impulsionados por iniciativas da sociedade, que buscam arrecadar recursos e promover ações de conscientização.
Nessa situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na recuperação de animais feridos e na promoção de um ambiente mais seguro para a fauna silvestre. Cada contribuição pode ajudar a garantir que casos como o do gato-mourisco em Xerém não se repitam, promovendo um futuro mais sustentável e respeitoso com a vida animal.

Advogada é presa por agredir cadela em apartamento no Rio; animal resgatado. Uma advogada e professora universitária foi detida por agredir uma cadela em seu apartamento na Taquara, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Vizinhos, que registraram a ação em vídeo, relataram que os maus-tratos eram frequentes e que a filha da mulher presenciou as agressões. A advogada foi autuada e está presa, aguardando audiência de custódia, enquanto o animal, chamado Belinha, foi resgatado e está sob os cuidados de uma ONG. A mulher alegou ter agido sob efeito de tensão pré-menstrual (TPM).

Corpo de Bombeiros resgata cinco cabritos em área de difícil acesso na Serra da Bolívia, em Aperibé (RJ), após 13 dias sem água e alimento. Quatro foram soltos na mata e um ficou sob cuidados de morador local.

A capivara presa em um penhasco na Trilha da Caverna, em Florianópolis, foi resgatada pela Polícia Militar Ambiental com apoio do Batalhão de Aviação. O animal recebeu cuidados no CETAS.

Jaguatirica resgatada em Uruará, Pará, após ser mantida em cativeiro. Fazendeira foi multada em R$ 10 mil e deve remover imagens do animal das redes sociais. Agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) resgataram uma jaguatirica que vivia em condições inadequadas em uma fazenda no município de Uruará, no Pará. O resgate ocorreu após denúncias de que a fazendeira explorava a imagem do animal em redes sociais para monetização. Durante a vistoria, foi constatado que o felino estava exposto a riscos de saúde, como a leishmaniose, e tinha acesso a áreas perigosas da casa. A fazendeira foi multada em R$ 10 mil e notificada a retirar as imagens do animal, sob pena de multa diária. O animal será reabilitado em um Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) antes de ser reintegrado à natureza.

Tunico, um cão resgatado em Brasília, viralizou ao segurar seu nebulizador, acumulando mais de 46 milhões de visualizações. Sua tutora, Aryane Andrade, compartilhou a emocionante recuperação do animal, que enfrentou sérios problemas de saúde.

Após ataques de cães a pedestres na Asa Norte, o Governo do Distrito Federal (GDF) realizou uma operação de resgate, vacinando e avaliando os animais. A tutora, moradora de rua, resistiu, mas dois cães foram acolhidos.